![]() |
![]() |
||
| Ano: IV Edição: Mensal N°: LVII Mês: Julho de 2008. | |||
| Informativo Oficial da Congregação Monástica de Santa Cecilia | |||
|
|
|||
|
CONVITE
ESPECIAL Convidamos a todos para PALESTRA SOBRE O CONHECIMENTO DA IGREJA CATÓLICA E O PERIGO DAS SEITAS, com o Professor e Padre Inácio José do Valle, especialista no assunto. "Ninguém ama o que não conhece". Santo Agostinho "Quem não ama a Igreja, não ama Jesus Cristo". Papa Paulo VI Local: Comunidade Santa Edwiges. Av.: 01, n.271-Vila Rica-Tiradentes-V.Redonda. Data: 19 de Julho(Sábado), Às 16:00h. (Reze e leve um convidado).
“Somente Jesus Cristo
pode saciar os
profundos despejos do coração humano”.
Papa
Bento XVI Ninguém no mundo
viveu o amor com
tanta radicalidade em prol dos outros do que Jesus Cristo. Ele ensinou
e viveu
a perfeição da caridade. Foi esse amor que mudou
tremendamente a vida de Saulo de Tarso em apóstolos dos gentios
(Rm 11,13),
doutor das nações na fé e na verdade (2 Tm 2,7). Escreve o grande pregador
e
missionário dos gentios: “Pois a caridade de Cristo nos compele,
quando
consideramos que um só morreu por todos e que, por conseguinte,
todos morreram.
Ora ele morreu por todos a fim de vivam mais para si, mas para aquele
que
morreu e ressuscitou por eles” (1Cor 5, 14.16). De modo magistral e de
amor abissal
a Cristo, escreve São Paulo Apóstolo: “Mas o que era para
mim lucro eu o tive
como perda, por amor de Cristo. Mais ainda: tudo eu considero perda,
pela
excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor” (Fl
3,7.8). Jesus Cristo é o
único líder
universal que foi crucificado, sepultado e ressuscitado na
História da
Humanidade. Temos razões demais para tê-lo como mestre e
Senhor das nossas
almas. Realmente, nada pode nos
satisfazer,
absolutamente nada, a não ser o seu sublime amor. A sua
maravilhosa graça
preenche todo o nosso ser. O seu conhecimento é o mais altos de
todos os
conhecimentos. O seu ensino é de um poder imenso, cura o corpo e
o espírito e
garante a felicidade eterna. Não existe uma
doutrina do amor tão
eficaz no mundo para a vida eterna, como a de Jesus de Nazaré. Esse amor tem mudado a
vida de
milhões de pessoas. “Jesus Cristo é o
centro e o objeto
de todas as coisas; aquele que não o conhece ignora a natureza e
a si mesmo”.
Blaise Pascal (1623- 1662)
Matemático e
Filósofo Francês
Foi criado em
Nazaré e teve como
profissão e mesmo ofício do seu pai. Viveu com simplicidade e
cercado de
pessoas humildes. Longe dele a acepção de pessoas. Tinha
como ideal a paz, a
justiça e a fraternidade universal. Não aceitava qualquer
tipo de escravidão e
não passava pela sua cabeça qualquer
negociação indecente. Promovia a dignidade
da pessoa humana em toda a sua dimensão. Coerência,
respeito, liberdade e
igualdade eram marcas de sua personalidade ministerial. Seus
discípulos foram
encarregados de propagar tal mensagem. Pelos seus ideais, foi
crucificado
como malfeitor, principalmente pelo crime de amar a todos e até
os seus
inimigos sem distinção. Todavia, o seu projeto
continua vivo
e tremendo e a sua influência que dividiu a História em antes
e depois
dele. É fato comprovado, em todas as áreas e em todos os
campos, ele deixou
marcas profundas da sua obra. O jovem Jesus de
Nazaré, mudou o
curso da história da humanidade. Sua vida se faz bem presente na
sociedade. Seu
ensino faz parte da educação formal e informal das
pessoas. Atualmente, mais de dois
bilhões de
pessoas seguem a sua doutrina santa da maravilhosa graça
salvadora. Outros
milhões aceitam Jesus Cristo como um grande profeta e
líder colossal da
humanidade. Jesus de Nazaré
é o centro do nosso
amor. Sua doutrina revolucionou o modo das pessoas terem
comunhão e de maneira
estupenda, tornou-se o caminho da vida, da verdade, da paz e da
esperança para
milhões de pessoas que seguem seus eternos ensinos. O erudito teólogo
americano Augustus
H. Strong (1836-1921) afirmou: “ Cristo é aquele único
Revelador de Deus, na
história, na ciência, na Escritura, a meu juízo, a
chave da teologia”. “Sem o Cristo
histórico e o amor
pessoal por esse Cristo, a grande teologia atual se reduzirá a
um sonho,
incapaz de despertar a Igreja do seu sono”.
George
Gordon (1853-1929)
Teólogo Escocês Além dos Santos
Evangelhos, das
Cartas Apostólicas e da Historia Eclesiástica, temos
muitos documentos e
testemunhos de grandes historiadores seculares que provam a
existência de Jesus
de Nazaré. O primeiro historiador de
fama
internacional a falar de Jesus foi Flávio Josefo (37-100),
“Judeu de Roma”,
nascido em Jerusalém e autor da célebre obra: “ A
História dos Hebreus ”. Tácito (55-120),
historiador romano,
Plínio o jovem 961-114), foi governador romano da Bitínia
(Ásia Menor), e
Suetônio (69-126), historiador romano, não só
confirmaram a história de Josefo
como a existência de Jesus Cristo. O renomado pesquisador
Dr. Jean –
Paul Roux diz: “Quando o dogma cristão foi estabelecido, muitas
pessoas que
conheceram Jesus ainda estavam vivas e se lembravam dele” (1). O ilustre professor E.M.
Blaiklock,
especialista em clássicos na Universidade de Auclland, afirmou:
“Minha
abordagem dos clássicos é histórica. E posso
garantir-lhe que a evidencia da
vida, morte e, ressurreição de Cristo está melhor
autenticada de que a maioria dos
fatos da história antiga”, Blaiklock também é
historiador. Outro exemplo de uma
descoberta que
confirma a historicidade de alguém mencionado na Sagrada
Escritura e fornecido
por Michael J. Howard, que trabalhou junto com a
expedição a Cesaréia, em Israel,
em 1979. “Por 1900 anos”,
escreveu, “Pilatos
só existia nas páginas dos Evangelhos e nas vagas
lembranças dos historiadores
romanos e judeus. Quase nada se sabia sobra a vida dele. Alguns
afirmavam que
sequer existira. Mas, em 1961, uma expedição
arqueológica italiana trabalhava
nas ruínas de antigo teatro romano “Não
conheço ninguém que tenha feito
mais para a humanidade do que Jesus”.
Mahatma Gandhi (1989-1948)
Líder Indiano e Pensador O célebre
líder hindu e pacifista
Gandhi disse em 23 de março de 1922: “A não
violência é o primeiro artigo da
minha fé. E também o último artigo do meu credo”. Gandhi não
é só conhecido
mundialmente como o mestre da aínsa (não-
violência), mas como um grande
admirador de Jesus Cristo. Escreve ele: “Cristo é a maior
força espiritual
que o homem até hoje conheceu. Ele é o exemplo mais nobre
de quem deseja dar
tudo sem nada pedir. Vejo em Cristo o supremo modelo: manifestou, como
nenhum
espírito, a vontade de Deus. Ele pertence aos homens de todas as
raças que
conservam a fé dos antepassados. Ele é todo amor. O amor,
seu supremo
mandamento, é dirigido antes de tudo aos mais fracos, aos
abandonados. O Cristo histórico
é verdadeiro, sem
dúvida nenhuma. Não se pode negar a autenticidade dos
testemunhos de seus
apóstolos que nos referiram suas palavras e ações.
Mas a história de Cristo é a
mais verdadeira das verdades históricas: encarna a lei eterna do
amor. Cristo,
de fato, não só carregou a sua Cruz há mil e
novecentos anos, mas morre e
renasce a cada dia. Seria pouco consolador para o mundo depender apenas
de um Deus
histórico, morto há mais de mil e novecentos anos. Vocês,
cristãos, assimilam e fazem
sua a essência do sacrifício representado pelo pão
e pelo vinho da Eucaristia.
Sacrifício que se tornou moeda de resgate do mundo por meio do
ato mais
perfeito que existe... “Tudo está consumado”, foram as
últimas palavras de
Cristo. Cristo não
carregou a cruz somente
há mil e novecentos anos: carrega-a hoje e morre e ressuscita
dia após dia. Não confundam os
ensinamentos de
Jesus com aquilo que acontece na civilização de hoje ... Não obstante toda
a fé que vocês têm
em sua civilização, conservam um bocadinho de humildade.
Bebam na fonte do
Sermão da Montanha, ouçam o que Cristo ensinou. Seus
ensinamentos são válidos
para cada um de nós. O Sermão da Montanha foi-me direto
ao coração. Eu estava
transbordando de alegria lendo o Evangelho: encontrava a
confirmação de minhas
idéias exatamente onde esperava encontrá-la” (2). O erudito escritor,
filosofo e
historiador Francês, Ernest Renan (1823-1892), fez a seguinte
observação: “Na
área religiosa, Jesus é a figura mais genial que jamais
viveu. Seu brilho é de
natureza eterna e Seu reinado jamais acaba. Ele é único
em qualquer sentido e
não pode ser comparado a ninguém. Sem Cristo não
se entende a história.” A Bíblia nos
ensina que Jesus Cristo
é maior que tudo. Só na Epístola aos Hebreus
encontramos as seguintes
afirmações: ·
Jesus é maior que
os anjos (Hebreus ·
Jesus é maior que
o sacerdócio de Arão (Hebreus ·
Jesus é maior que
as revelações do Antigo Testamento
(Hebreus ·
Jesus é maior que
todos os santuários e sacrifícios do
Antigo Testamento (Hebreus ·
Jesus é o Autor e
Consumador de toda a fé (Hebreus Napoleão Bonaparte
(1769-1821), foi
imperador dos franceses de Sobre Cristo, escreveu em
seu diário
ao final de sua vida: “Com todos os meus exércitos e generais,
por um quarto de
século não consegui subjugar nem único continente.
E esse Jesus, sem a força das
armas, vence povos e culturas por dois mil anos”. O renomado historiador
inglês H.G
Wells (1866-1946), disse que “a grandeza de um homem pode ser medida
por aquilo
que ele deixou para crescer e se ele introduziu uma nova mentalidade
com um
vigor que perdurou após ele. A julgar por este teste Jesus ocupa
do primeiro
lugar”. O ínclito rabino
judeu Hyman Enelow
afirmou: “Entre as grandes personalidades que a humanidade já
produziu, ninguém
jamais chegou nem perto do carisma e da influência universal de
Jesus. Ele se
tronou o personagem mais fascinante da História”. O teólogo
alemão Norbert Lieth
declara magistralmente: “Jesus: único, incomparável,
maravilhoso. Jesus não
pode ser comparado a nada, nem a ninguém! Ele é o Cristo,
o Filho do Deus vivo
— e por isso vale a pena segui-LO e ser Cristão!”. Escreve Lieth: “No
Evangelho de João
encontramos uma série de testemunhos de Jesus sobre Si mesmo,
por exemplo: ·
“Eu sou o pão da
vida; o
que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais
terá sede” (João 6,.35). ·
“Eu sou a luz do mundo; quem
me segue não andará nas trevas, pelo contrário,
terá luz da vida” (João 8,12). ·
“Eu sou a porta. Se
alguém entrar por mim, será salvo; entrará, e
sairá, e achará pastagem” (João
10.9). ·
“Eu sou o bom pastor. O
bom pastor dá vida pelas ovelhas” (João 10.9). ·
“Eu sou a
ressurreição e a vida. Quem crê em
mim, ainda que morra, viverá” (João 11,25). ·
“Eu sou o caminho, e a
verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão
por mim” (João
14,6). ·
“Eu sou a videira
verdadeira, e meu Pai é o agricultor” (João
15,1) (3).
“Discípulos e
missionários de Jesus
Cristo, para que nossos povos n’Ele tenham vida — Eu sou o Caminho, a
Verdade e
a Vida” (Jo 14,6). Este tema foi dado pelo
Papa Bento
XVI para o trabalho da V Conferência Geral do Episcopado
Latino-Americano e do
Caribe, que foi realizada em Aparecida – SP, do dia Percebe-se uma forte
Cristologia no
pontificado de Bento XVI. O Papa Bento XVI,
imbuído de amor a
Cristo, passa esse ardente amor na formação de
discípulos e missionários para
todos os batizados da Santa Madre Igreja. Em Cristo, temos o
perfeito
missionário do Pai. O amor a missão evangelizadora da
Igreja tem em Cristo sua
fonte, seu centro e seu ápice. Disse o Papa: “A Igreja
não faz
proselitismo. Ela cresce muito mais por “atração”: como
Cristo “atrai todos a
si” com a força do seu amor, que culminou no sacrifício
da Cruz, assim a Igreja
cumpre a sua missão na medida em que, associada a Cristo, cumpre
a sua obra
conformando-se em espírito e concretamente com a caridade do seu
Senhor” (4). No maravilhoso livro de
Bento XVI:
“Jesus de Nazaré”, está escrito: “Jesus trouxe Deus e,
assim, a verdade sobre o
nosso fim e a nossa origem, a fé, a esperança e o amor.
As riquezas deste
mundo, que Satanás pôde mostrar. A sua glória, a
sua doxa revelou-se apenas
aparência: mas a glória de Cristo, a glória do seu
amor, humilde e sempre
disposta para o sofrimento nunca desmoronou e nunca perecerá”
(p.54). Escreveu o egrégio
teólogo
beneditino Dom Estêvão Bettencourt: “O livro inteiro
é redigido neste estilo e
merece não somente ser lido, mas também meditado por quem
é sequioso da
Verdade” (5). “Os ensinamentos do Papa
Bento XVI
têm sempre buscado conciliar a defesa da Verdade com a
propagação de um Amor
fundamentado no sacrifício salvífico de Jesus Cristo. O
compromisso simultâneo
do Romano Pontífice com a verdade e o Amor fica evidente, nas
palavras
proferidas durante a XX jornada Mundial da Juventude, na Alemanha ou no
V
Encontro Mundial com as famílias na Espanha. Essa síntese
entre Verdade e o
Amor é o fio condutor da encíclica Deus Caritas Est
e da recente
exortação apostólica Sacramentum Caritatis.
Está presente, também em todas as
homilias, catequeses e discursos que o Santo Padre tem pronunciado,
sendo a
aula que ministrou na Universidade de Regensburg, em 12 de setembro de
2006, o
melhor exemplo da defesa racional da fé contra as diferentes
formas de
relativismo ou fundamentalismo, que ameaçam a dignidade da
pessoa humana ”
Escreve Alex Catharino, editor assistente da revista COMMUNIO e
vice-presidente
executivo do CIEEP (6). Com tanta
experiência que o Papa
Bento XVI tem com Cristo, ele pode afirmar esplendidamente: “ Somente
Cristo
pode saciar os profundos desejos do coração humano”, (Da
Alocução para o
Angelus de 27/08/2006). “Jesus é o
único capaz de nos dar
uma resposta, porque é o único que nos pode garantir vida
eterna. Por isso
também é o único que consegue mostrar o sentido da
vida presente e dar-lhe um
conteúdo de plenitude”, (Discurso do Papa Bento XVI no Encontro
com os Jovens
no Estádio do Pacaembu-São Paulo, 10 de maio de 2007). JESUS CRISTO E ALEXANDRE O GRANDE Jesus e Alexandre morreram aos
trinta e
três anos. (Anônimo)
Foi assim que um certo
sábio indiano
haviam observado: “ Ó Rei Alexandre, cada homem só possui
tanto da terra este
pedaço em que nos erguemos; e, sendo vós um homem igual
aos outros homens,
exceto que estais cheios de atividade e de desassossego, estais
perambulando
por toda esta terra, longe do vosso lar, afligindo a vós mesmos
e afligindo a
outros. Mas, não demorará muito até que ireis
morrer, e possuíres só o bastante
da terra que dê para vosso túmulo”. quando
todos se afastavam dela. Tu
entraste na casa do
publicano, quando
todos se revoltavam
contra ele. Tu
chamaste as crianças para
junto de Ti, quando
todos queriam mandá-las
embora. Tu
perdoaste a Pedro, quando
ele próprio se
condenava. Tu
elogiaste a viúva pobre, quando
todos a ignoravam. Tu
resististe ao diabo, quando
todos teriam sucumbido à
sua tentação. Tu
prometeste o paraíso ao
malfeitor, quando
todos desejavam-lhe o
inferno. Tu
chamaste Paulo para Te
seguir, quando
todos temiam-no como
perseguidor. Tu
fugiste do sucesso, quando
todos queriam fazer-te
rei. Tu
amaste os pobres, quando
todos buscavam riquezas. Tu
curaste enfermos, quando
foram abandonados pelos
outros. Tu
calaste, quando
todos Te acusavam,
batiam em Ti e zombavam de Ti. Tu
morreste na cruz, quando
todos festejavam a
páscoa. Tu
assumiste a culpa, quando
todos lavavam suas mãos
na inocência. Tu
ressuscitaste da morte, quando
todos pensavam que
estavas derrotado. Jesus,
eu te agradeço porque Tu
és único! (Anônimo)
Verdadeiramente,
Jesus Cristo é diferente.
Com doze
anos, sentado em meios aos doutores, ouvindo-os e interrogando-os; e
todos que
o ouviam ficavam extasiados com sua inteligência e co suas
respostas (Lc
2,42-47).
Os fariseus
e seus escribas murmuravam e dizias aos discípulos de Jesus: “
Porque comeis e
bebeis com os publicanos e com os pecadores? Jesus disse-lhes: “
Não vim chamar
os justos, mas sim os pecadores, ao arrependimento” (Lc 5,29-32).
“Quem é
este que até perdoa pecados?” (Lc 7,49).
“Quem é
esse, que manda até nos ventos e nas onda, e eles obedecem?” (Lc
8,25).
“Então seus
olhos se abriram e o reconheceram; ele, porém, ficou
invisível diante deles. E
disseram um ao outro: “ Não ardio o nosso coração
quando ele nos falava pelo
caminho, quando nos explicava as Escrituras?” (Lc 24,31.32).
“ E
enquanto os abençoavam, distanciou-se deles e era elevado ao
céu ” (Lc 24,51).
“Admiração
pela pessoa de Jesus, seu chamado e seu olhar de amor despertavam uma
resposta
consciente e livre desde o mais íntimo do coração
do discípulo, uma adesão a
toda a sua pessoa ao saber que Cristo o chama pelo nome (cf. Jo 10,3).
É um
“sim” que compromete radicalmente a liberdade do discípulo a se
entregar a
Jesus, Caminho, Verdade, e vida (cf. Jo 14,6). É uma resposta de
amor a quem o
amou primeiro “até o extremo” (cf. Jo 13,10).
A resposta
do discípulo amadureceu neste amor de Jesus: “Eu te seguirei por
onde quer que
vás” (Lc 9,57), (DA, n. 136). CONCLUSÃO
É
impossível alguém expressar todo o seu amor à
Jesus cristo no papel com tinta
perecível.
O amor que
está em nosso coração por Jesus de Nazaré,
foi escrito de maneira inamovível.
Nosso único e verdadeiro amor é Cristo, Senhor e Mestre
das nossas almas.
Não com as
nossas próprias forças, no poder do Espírito Santo
que testemunhos esse amor.
Somos
iluminados na longa caminhada e dolorosa da vida por esse amor, e temos
consciência de cumprir a nossa missão em levar esse amor
aos desvalidos.
Seguir o
exemplo de Cristo com a graça e benevolência do bom Deus.
Toda vida de Jesus
Cristo foi amor, compaixão e sensibilidade. Jesus via o ser
humano em toda a
sua totalidade, isto é, o holístico estava presente na
sua visão plena. Por
isso ele abraçava as pessoas de todas as classes sociais.
Temos
razões suficientes para amar Jesus, principalmente quando
contemplamos o Calvário.
Toda missão
de Cristo foi fundamentada na caridade. Ele se deu por nós
completamente.
O movimento
de Jesus foi terrivelmente marginalizado pelos poderosos e só
sobreviveu porque
o seu amor é maior do que o império do mal.
Seu amor
acolheu e confortou os excluídos da sociedade, os bastardos, os
doentes e os
manipulados das religiões e seitas.
É pelo amor
libertador de Jesus Cristo que temos forças para viver e reagir
contra o
sistema de morte. REFERÊNCIAS
E BIBLIOGRAFIA
“Porque estes
tais
não servem a Cristo, Nosso Senhor, mas ao próprio ventre,
e com palavras
melífluas e lisonjeiras seduzem os corações dos
inocentes”. (Rm 16,18). Concordo plenamente com o Presidente da União dos Ministros Batistas Independentes – UMBI, pastor Jackson Jean Silva em afirmar: “Observando o universo evangélico brasileiro atual, não consigo encontrar uma expressão que melhor o caracterize, do que esta: Tempos de Confusão! Infelizmente não existe palavra que possa retratar de maneira mais adequadamente a triste e deprimente realidade evangélica da atualidade. A verdade é que a idéia bíblica de culto tem se esvaído e muito do que temos visto hoje sob o pretexto de culto, não o é. São shows, espetáculos de gente famosa, exaltação de homens. São feitos muitos sacrifícios para ver os “famosos” e nenhum sacrifícios para servir a Deus” (1). Realmente, estamos vivendo o auge da idolatria do culto à personalidade, do capitalismo religioso, da demolição da ética e da moral cristã é o último capítulo das heresias contra a verdade das doutrinas da Sagrada Escritura, da Tradição e do Magistério Eclesiástico. “Ter uma fé clara, segundo o Credo da Igreja, é frequentemente etiquetado como fundamentalista. Enquanto que o relativismo, isto é, o fato de se deixar “aqui e ali por qualquer vento de doutrina”, aparece como o único comportamento à altura dos tempos atuais. Está se construindo uma ditadura do relativismo”, disse o Papa Bento XVI (2). O relativismo vem causando a destruição da dogmática cristã e a exaltação da liturgia antropocêntrica. A ditadura do relativismo ratifica a razia da teologia liberal protestante e seus congêneres, como o humanismo secular.
“Na América Latina, principalmente no Brasil, a rápida expansão do pentecostalismo produziu um grave desvio ético na compreensão do evangelho. Surgiu um novo fenômeno religioso, mais comumente identificado como teologia da prosperidade”, diz o pastor assembleiano Ricardo Gondim (3). A teologia da prosperidade é a mais terrível heresia no meio protestante da era pós-moderna. Sua prática materialista e capitalista é blasfematória contra o Senhor Deus. Na verdade, essa teologia pode ser chamada de teologia de Mamom, devido à busca gananciosa de dinheiro e riquezas. Nada difere dos cultos às divindades pagãs antigas, como o comércio (Hermes ou Mercúrio), o prazer (Dionísio ou Baco), a glória e a fama (Zeus ou Júpiter), assim faziam os antigos idólatras. A teologia de Mamom, têm causado grandes escândalos no arraial neopentecostal. Verdadeiros cristãos sofrem críticas e passam por situações delicadas diante da opinião pública por causa dos vexames dos líderes neopentecostais que vivem como Faraós e na “mais valia do pensamento econômico marxista”. “A única força que poderia voltar-se contra o deus do mercado seria a religião. E a religião deixou-se contaminar. Essa resistência hoje foi minada principalmente por um grupo chamado neopentecostal, representado no Brasil entre outras, pela Igreja Universal do Reino de Deus”, afirma Ricardo Bitun, professor de Sociologia Jurídica e Sociologia da religião na Universidade Mackenzie –São Paulo. Para o professor Bitun: “A grande utopia cristã é que haverá novos céus e uma nova terra. Essas igrejas chamaram essa utopia aqui para a terra. Por que esperar pela chegada do grande reino, pela segunda vinda de Cristo? Vamos realizar a utopia agora”. (4) Isso significa viver o pensamento epicurista: “Comamos e bebamos, pois amanhã morreremos”. A religião existe para promover a grande fraternidade universal. No entanto, estamos vendo várias religiões envolvidas em guerras, terrorismo, cismas, escravidão e no mercado financeiro exacerbado. A revista londrina The Economist na edição da semana 04/01/2008 traz uma reportagem sobre a Igreja Universal do Reino de Deus em que ironiza as práticas do bispo Edir Macedo. “Sacrifício é divino, ele diz para a congregação. Talvez seja, mas inventar modelo de negócios genial é humano”, afirma a revista (5). “Diz Macedo: Quem quiser prosperar precisa pagar o dízimo e oferecer ofertas de fé para merecer colher multiplicada. São as regras impostas pelo próprio Deus. Quem não se submeter a essas regras não tem direito à colheita. São os dízimos e as ofertas que ‘obrigam’ Deus a fazer a diferença na qualidade de vida do fiel” (6). Que terrível heresia, que tamanha confusão na cabeça do povo. Isso é uma grande engenharia da patranha. Não são sacrifícios, dízimos, ofertas, obras, campanhas, correntes, romarias, e outras coisas mesquinhas que obrigam o Senhor Deus nos abençoar. Tudo isso e a nossa justiça são como trapo de imundícia (Is 64,6). Toda essa pregação de sacrifício e de dinheiro para receber graças, milagres e prosperidade é de obras da lei, portanto, está debaixo de maldição (ler Gl 3,10-13 e 22). Como somos abençoados pelo bom Deus? São Paulo Apóstolo responde: “Bendito seja o Deus e Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, que nos abençoou com toda sorte de bênçãos espirituais, nos céus, em Cristo” (Ef 1,3). Somente em Cristo somos ricamente abençoados. Por que? “Porque tudo é Dele por Ele e para Ele. A Ele glória pelos séculos! Amém”. (Rm 11,36). O mercado religioso está na moda. Na china se vê o crescimento de um budismo consumista. Os monges budistas, na expectativa de maximizar seus lucros estão chegando a cursar programas de MBA que oferecem aulas de administração de templos. “A comercialização é uma das mais perigosas tendências do budismo chinês” diz Xuan Fang, professor de estudos religiosos na Universidade do Povo, em Pequim (7). No Golfo Pérsico está surgindo uma nova Arábia. Uma nova geração de governantes está se libertando dos padrões de pensamento tradicionalmente nacionalista ou religioso. (...) Do Bahrein a Dubai os xeques constroem centros urbanos como símbolo do mesmo progresso que no século passado era representado por Nova Iorque e pela Califórnia. (...) A maior agitação da construção civil está em Dubai, provavelmente a cidade com o crescimento mais rápido do mundo. (...) Os xeques não conhecem a palavra “impossível”. A sua sensacional megalomania é parte de sua campanha de relações públicas. (...) Dubai a Bahrein ainda vão mais longe na repressão à religiosidade islâmica. Bares com grande variedade de bebidas alcoólicas, uma vida noturna pulsante e até a prostituição estão presente de forma tão escancarada que dá para imaginar que todos os vícios condenados pelo islamismo recebem a bênção dos governantes (8).
O
consumo per capita de ouro de Dubai chega a Petróleo, ouro, política e a prosperidade do mercado religioso, qual será o fim de tudo isso? “Ai, ai, ó grande cidade, vestias linho puro, púrpura e escarlate, e te adornavas com o ouro, pedras preciosas e pérolas: numa só hora tanta riqueza foi reduzida a nada!” (Ap 18,16). A matriz da teologia da prosperidade são os Estados Unidos. O fundamento dessa teologia é o capitalismo americano e a ideologia da auto-ajuda. Esta filosofia falaciosa adentrou em todo seguimento social, principalmente nas denominações pentecostais e neopentecostais. A morte da dogmática cristã foi definida pela teologia da prosperidade. Os novos conceitos religiosos são guiados pelo hedonismo e narcisismo. “Quanto mais rica a comunidade religiosa, maior a radicalização de seus pastores. A mistura de púlpito e política é parte fundamental da história americana”, afirma o pesquisador Timothy Nelson, da Kennedy School of Governmente, da Universidade de Harvard (10). Os pastores megalomaníacos com suas megaigrejas nos Estados Unidos, romperam com a tradição histórica da Reforma Protestante. Diz o pesquisador Dr. John Vaughan,, do Centro Internacional de Pesquisas das megaigrejas: “Os dias dos fogos do inferno e do castigo eterno acabaram. Não se pode enfiar religião goela abaixo dos fiéis. Eles só querem saber do que lhes será útil. A cruz foi retirada para não assustar as pessoas”(11). Essa gente se tornou inimiga da cruz de Cristo, cujo fim é a perdição. (Fl 3,18.19). Deus não é Deus de confusão (1 Cor 14,33). Mas, por que tanta confusão doutrinária e tantas divisões denominacionais? Vejamos o que disse um dos líderes do Movimento G12 (Mudou para: Visão Celular no Modelo dos 12), René Terra Nova: “Como resultado da Visão, nasceu uma Igreja Viva para o Deus Vivo em que todos são consolidados para um só destino: Jesus, o Messias”(12). Uma pergunta, antes da Visão G12, a igreja estava morta para o Deus morto? O falso profeta Joseph Smith, fundador dos Mórmons, disse que a Igreja de Jesus Cristo foi restaurada por ele em 06/04/1830, e antes? Sem a verdade de Cristo e da palavra de Deus no coração e na razão, muita gente está servindo aos líderes religiosos e aos ídolos. Essa gente não quer saber da Teologia da Cruz de Cristo. Não quer a renúncia do pecado e do mundo hedonista e narcisista. Essa gente está embriagada com os prazeres e as soberbas oferecidas pela teologia de Mamom. Esta teologia dá suporte ao Movimento do show gospel, as megaigrejas, aos pastores eletrônicos, ao teatro da fé com os espetáculos de curas e milagres. A coreografia de quinta categoria, a onda de apóstolos, profetas, bispos e suas células (não mais membros ou irmãos), a falsa conversão de artistas e a igreja como um mercado financeiro. A teologia da prosperidade é hoje um dos principais caminho para o inferno. São Paulo Apóstolo nos exorta: “Cuidado com os cães”. Quem são os cães? São os pastores bandidos (Is 56,11). O diabo tem levantado líderes na estirpe do rei Herodes. O Herodes de hoje está matando muita gente com falsas doutrinas e errônea interpretação da Sagrada Escritura. Ele faz de tudo para ninguém ver o Rei da Verdade. O Pilatos de hoje está lavando as mãos no jogo do poder. E a lavagem de dinheiro não pára na rede de corrupção. Todavia, ele não quer saber dos seus crucificados. Anãs e Caifás de hoje estão rejeitando o Messias revelado e fazendo da casa de Deus uma mega empresa com cafetinas e mafiosos. Realmente, essa clientela que vão aos templos em busca de bens materiais e de soluções mágicas, não serve a Cristo, junto com seus cães servem ao ventre (Fl 3,19; 2 Pd 2,2.3). CONCLUSÃO Vivemos uma era de muitos desafios para servir a Cristo verdadeiramente. Não há tempo e nem espaço para viver como cristãos vacilantes. Diante da confusão denominacional, dos falsos líderes que se intitulam de apóstolos, profetas, bispos, missionários, videntes e gurus, diante de tantas seitas e heresias, podemos afirmar e reafirmar e professar com valentia, graça , fé e amor toda nossa convicção a Igreja de Deus: Una, Santa, Católica e Apostólica. A nossa santíssima fé é límpida em Cristo e Sua Santa Igreja. Com ela caminhamos seguros para as moradas eternas, os lugares celestiais, a cidade do Deus Vivo, a Jerusalém celestial, e de milhões de anjos reunidos em festas (Hb 12,22). Maranata!!! Maranata!!! e Maranata!!! REFERÊNCIAS
“A
Paixão de Jesus é a maior e mais estupenda obra do amor
de Deus”. São
Paulo da
Cruz (1694-1775) Fundador da
Família Passionista São
João Apóstolo do amor escreve: “Pois Deus amou o mundo,
que
entregou o seu Filho Único, para que todos o que nele crê
não pereça, mas tenha
vida eterna” (Jo 3,16). O bom Deus
primeiro nos amou (1 Jo 4,19). “Mas Deus
demonstra seu amor para conosco pelo fato de Cristo ter
morrido por nós quando éramos ainda pecadores. Quanto
mais, então, agora, justificados
por seu sangue, seremos por ele salvos da ira. Pois se quando
éramos inimigos
fomos reconciliados com Deus pela morte do seu Filho, muito mais agora,
uma vez
que reconciliados, seremos salvos por sua vida” (Rm 5, 8-10). “Jesus deu a
sua vida por nós. E nós devemos dar a nossa vida pelos
irmãos” (1 Jo 3,16). O verdadeiro
amor é a doação pelos outros. Principalmente
quando o
amor de Deus está derramado em nossos corações
pelo Espírito Santo que nos foi
dado (Rm 5,5). Foi esse amor
pela Paixão de Cristo que levou os filhos de Deus a
realizarem obras monumentais em prol do próximo e outros foram
martirizados. São
Paulo da Cruz escreve: “Vejo cada vez melhor que o meio mais
eficaz para converter os pecadores obstinados é a Paixão
de Nosso Senhor Jesus
Cristo. Eu converti por esse meio os mais empedercidos pecados e
ladrões, enfim
toda a espécie de pessoas perversas, e tão sincero era o
arrependimento que, ao
confessá-lo mais tarde, não encontrava matéria de
absolvição. É que tinha sido
fiéis aos conselhos que lhes dera de meditarem os sofrimentos de
Jesus” (1). É
muito relevante ressaltar que o tempo vivido por São Paulo da
Cruz,
era dominado pelo iluminismo, com seu culto à razão e
pelo materialismo. Realmente,
nada resiste o amor da Paixão de Jesus. Seja: tempos
tenebrosas ou corações de pedras.
“Deus ama
tanto a cada um de nós como se não existisse
ninguém mais a
quem Ele pudesse dar Seu amor”. Santo
Agostinho de Hipona (354-430) Bispo e
Doutor da Igreja A obra que
Jesus veio executar neste mundo era a reconciliação do
pecador com Deus. Pelo pecado original de Adão e pelos pecados
pessoais, que os
homens de todos os tempos têm cometido, afastou-se o homem de
Deus ocorreu, por
um pecado, num débito infinito que lhe era absolutamente
impossível saldar. Por
sua desobediência, Adão perdeu para si e para todos seus
descendentes a vida
divina da graça, que Deus lhe dera como um presente. Este
presente , a graça,
acrescentava uma finalidade sobrenatural à vida do homem. O
pecado original
perdeu esta vida da graça para o homem e tornou-o absolutamente
incapaz de
recuperá-la. Ora, Deus
podia ter desprezado o pecado do homem, ignorado sua falta e
tê-lo reintegrado completamente no seu amor e amizade. Mas seria
impossível
conciliar-se uma tal ação com a infinita justiça
de Deus que devia requerer
alguma reparação pela rebelião voluntária
do homem. Por outro lado, Deus
poderia ter simplesmente condenado toda a raça humana à
perda do gozo eterno do
céu para o qual criara o homem e ainda condená-la aos
tormentos eternos do
inferno mesmo que por um único pecado mortal. Mas seria
difícil de se conceber
como conciliar um tal plano com a misericórdia divina, embora
viesse satisfazer
completamente a justiça divina. A infinita
sabedoria de Deus encontrou perfeita solução e a este
dilema. Deus necessitava de uma expiação pelo pecado do
homem, pelo menos
equivalente à ofensa. A ofensa do homem contra Deus é
infinita, pois a
gravidade de todas as ofensas ou insultos se mede pela dignidade do
ofendido,
no caso, Deus. O homem, sendo finito ou limitado, não podia
oferecer reparação
proporcional. Por isto, o próprio Deus tornou-se homem para
sofrer e morrer
pelos pecadores. Deus
tornou-se homem para sofrer e morrer pelos pecadores. O valor de
sua ação, sofrimento e morte é infinito, (Pois o
valor de uma ação meritória se
medem pela dignidade do que a prática). Só Cristo,
portanto podia oferecer e de
fato ofereceu completa e adequada satisfação pelo
débito do homem com Deus
tornando-se “obediente até a morte e morte de cruz” (Fl 2, 8).
Esta foi a
essência da obra em razão da qual Deus se fez homem pela
Igreja que Ele fundou.
Para completar a eficiência de sua obra, Jesus também
ensinou os homens
verdades religiosas e apresentou em sua própria vida o exemplo
da vida humana.
Um dos mais fiel seguidor do exemplo de
Cristo foi São Paulo Apóstolo, ao ponto de afirmar: “Sede
meus imitadores, como
eu mesmo sou de Cristo” (1 Cor 11,1). |