A
MINHA SANTA IGREJA
“Também
eu te digo que tu és Pedro e sobra esta pedra edificarei A MINHA
IGREJA, e as
portas do inferno nunca prevalecerão contra ela”. (Mt 16, 18).
“Escrevo-te
estas coisas esperando encontrar-te dentro em breve. Todavia,
se
eu tardar, saberás como proceder na casa de Deus, que é a
Igreja do Deus vivo:
coluna e sustentáculo da verdade” (1 Tm 3, 14.15).
Afirma
Santo Inácio (V 107), bispo
de Antioquia e mártir no
Coliseu Romano: “Onde está o Cristo Jesus, está a Igreja
Católica”.
A
verdadeira Igreja do Deus vivo é: “Una, Santa, Católica e
Apostólica”.
É
una porque segue a unidade e comunhão trinitária (Jo
14.26: 17,21; I Jo 5,
7.8). É indivisível em seu Corpo (Ef
4, 3-6). Fiel ao modelo da túnica de Cristo (Jo 19,
23): “Um só Esposo para uma só Esposa”, daí a
plenitude da unidade (Ap 19, 7;
21,9).
É
una porque possui a sucessão apostólica através do
Sacramento da Ordem,
custodia a concórdia fraterna da família de Deus (CIC N.
815).
É
santa aos olhos da fé, indefectivelmente santa. Pois Cristo,
Filho de Deus, que
com Pai e o Espírito Santo é proclamado o ‘único
santo’, amou a Igreja como sua
esposa. Por ela se entregou com o fim de santificá-la. Uniu-a a
si como seu
corpo e cumulou-a com o dom do Espírito Santo, para a
glória de Deus. A Igreja
é, portanto, “o Povo santo de Deus” é seus membros
são chamados “santos” (CIC
N.823).
A
Igreja é santa porque o seu Senhor e Cabeça é
santo (Cl 1, 18).
É
católica porque é enviada para pregar o Santo Evangelho
de Cristo pelo mundo
inteiro (Mt 28, 19; Mc 16, 15-20).
A
palavra “católica” vem do grego Kath’ Holon, que significa “por
toda parte”, ou
seja, universal (Rm 1, 8; At 1, 8; Hb 12, 23).
É
apostólica porque ela foi e continua sendo construída
sobre “o fundamento dos
apostólicos” (Ef 20, 20; At 2, 42; 6, 1-6; 1 Cor 12, 28).
É
apostólica porque ela conserva e transmite com a
diligência do Espírito Santo
que nela habita, o santo ensinamento, o depósito da fé (1
Tm 6, 19.20; 2 Tm 1,
11-14).
A
doutrina apostólica permanece na Igreja Católica
até a volta de Cristo.
A SOBRENATURALIDADE DA
IGREJA
A
verdadeira Igreja de Cristo é aquela que dar a conhecer aos
Principados e às
Autoridades nas regiões celestes, por sua multiforme sabedoria
de Deus (Ef 3,
10).
Escreve
São Paulo Apóstolo: “É grande este
mistério: refiro-me à relação entre Cristo
e
a sua Igreja (Ef 5, 32)”.
Realmente,
grande é esse mistério comprovado na História da
Igreja. Não temos palavras
para descrever a sobrenaturalidade da Santa Madre Igreja.
A
multiforme sabedoria de Deus na Igreja Católica é
indescritível, indiscutível e
indubitável. Tudo na Igreja prova de maneira
incontestável a transcendência
operacional da Santíssima Trindade.
A
verdadeira Igreja do Deus vivo é aquele que tem a Sagrada
Escritura como
revelação de Deus, tem Jesus Cristo como seu fundador e
cabeça, o Espírito
Santo como consolador, guia e suscitador de novos movimentos
estupendos, a
Virgem Maria como bem-aventurada em todas as gerações, O
Papa como sucessor de
Pedro e os bispos como sucessores dos apóstolos, os
mártires e confessores, os
Padres do Deserto, polemistas e apologistas, religiosos e religiosas,
monges,
frades e místicos, cônegos e eremitas, evangelistas e
missionários nos quatro
canto do mundo, filósofos, teólogos, doutores, beatos e
santos incontáveis,
relíquias e estigmas, corpos de santos intactos –
incorruptíveis, milagres
eucarísticos e a pedagogia das aparições de Nossa
Senhoras, romarias e
procissões gigantescas, sinais, prodígios e maravilhas
nos templos e
santuários, devoções e espiritualidades populares
de fé ímpar, colossais
basílicas Marianas e dos Apóstolos, monumentais
mosteiros e conventos, riquezas sem igual como o canto
gregoriano e da
arte sacra, Mestra e fundadora das universidades, guardiã de
obras imortais,
detentora das mais linda e crítica da História
Eclesiástica, com 2000 anos de
história venceu toda crueldade da ideologia humana, têm 21
concílios ecumêmicos, 7
sacramentos, é a maior
instituição em realizações de obras de
caridade, faz a maior campanha do mundo
em defesa da vida, é a Igreja de pedras vivas, raça
eleita, sacerdócio real,
luz maravilhosa, a Igreja do Povo de Deus (1 Pd 2, 4-10 ).
Dizia
São Pio de Pietrelcina (1887-1968): “Mantenha-se sempre muito
unido à Santa
Igreja Católica, pois somente ela pode lhe dar a verdadeira paz,
porque somente
ela possui Jesus sacramentado, que é o verdadeiro
Príncipe da Paz”.
O AMOR, FUNDAMENTO DA
IGREJA
A
essência do cristianismo, à qual todos os membros da
Igreja são chamados, pode
resumir-se na caridade que é unidade. Reafirmou o Papa Paulo VI
no seu
conhecido discurso em Sidney, em dezembro de 1970: “A Igreja é
caridade. A
Igreja é unidade”.
O
Papa Paulo VI tinha um amor colossal à Santa Madre Igreja.
Vejamos o seu
pensamento monumental sobre ela: “A Igreja! Ela é nosso amor
constante, nossa
solicitude, primordial, nosso pensamento fixo! Não se ama Cristo
se não se ama
a Igreja; e não amamos a Igreja se não a amamos como a
amou o Senhor: “Amou a
Igreja e por ela se entregou” (Ef. 5, 25).
O
amor é o fundamento da Igreja. Sem a prática da caridade
não existe
relacionamento entre o homem e Deus, nem com o seu semelhante e nenhum
tipo de
comunidade eclesial.
A
verdadeira Igreja é constituída na virtude do amor e da
verdade.
É
a caridade que nos remete na vida trinitária
pericorética. Afirmava o grande
apologista da fé cristã Tertuliano de Cartago (C. 160- c.
230): “Onde se
encontraram os Três, o Pai, o Filho, e o Espírito Santo,
ali está a Igreja...”.
Comunhão,
amor e verdade são as três principais
características dos seguidores de Jesus
de Nazaré (Jo 8, 32; 14,6; 15, 12; 17, 21).
Poderemos
afirmar que a Igreja, nascida do amor de Deus, é por
excelência caridade: “Todo
o bem que o Povo de Deus, no tempo de sua peregrinação
terrestre, pode prestar
à família dos homens, derivado o fato de ser a Igreja ‘o
sacramento universal
da salvação’, manifestado e ao mesmo tempo operando o
mistério de amor de Deus
para com o homem” (GS n.45).
“A
Igreja como “comunidade de amor” é chamada a refletir a
glória do amor de Deus,
que é a comunhão, e assim atrair as pessoas e os povos
para Cristo. A Igreja
cresce, não por proselitismo, mas por atração:
como Cristo ‘atrai tudo para’
com a força do amor” (DA n.159).
Diz
mais o Documento de Aparecida de forma abissal: “A Igreja é
comunhão no amor.
Esta é sua essência e o sinal através do qual
é chamada a ser reconhecida como
seguidora de Cristo e servidora da humanidade” (DA n. 161).
CRITICADA E
MAL
COMPREENDIDA
Devido
à falta de conhecimento teológico e a má
fé, a Igreja Católica recebe críticas
injustas e comentários maldosos.
A
Igreja nunca errou e jamais errará. Ela é imaculada. Foi
constituída por Deus
para ficar livre do pecado em toda sua peregrinação
terrena.
A
origem e fonte da sua criação e direção
imaculada é o Divino Espírito Santo(At
13,1-4;15,28;20,28;1Cor12,3;Ap2,29).
A
Igreja é o Corpo Imaculado, cujo cabeça é o
Cristo, Cordeiro imaculado, como
pode pecar ou ser pecadora?
Quem
erra e peca são os seus filhos, que são pecadores.
Todavia, são regenerados
pelo batismo (Rm 6, 4; 1 Pd 3, 21). Purificados pela Palavra de Deus
(Jo 15,
3-8). Justificados pela fé em Cristo e pelo seu sangue (Rm 5,
1.9).
Tanto
o batismo como a Palavra e o Corpo de Cristo nos santifica (Jo 17, 17;
1 Cor
12, 13; Hb 10, 10.14).
A
Igreja é radicalmente santa, não é só em
relação aos batizados e aos
escolhidos, mas também na sua dimensão altamente
transcendental, no contexto de
comunhão dos santos, dos anjos e da plenitude Trinitária.
(Mt 22, 14; 28, 19;
Lc 16, 1-31; 23, 42.43: At 5, 19; 10, 1-3; 2 Cor 12, 1-4; 1 Jo 5, 7.8).
Para
o homem que busca a verdade eclesiástica e tem boa vontade,
não se deixará
enganar pela patranha dos inimigos da Igreja de Nosso Senhor e Salvador
Jesus
Cristo.
Disse
o renomado psicanalista francês Jacques Lacan (1901-1981): “A
verdadeira
religião cristã é a romana”.
O
grande intelectual inglês Gilbert K. Chesterton (1874-1936)
afirmou: “A Igreja
Católica é a única coisa que salva o homem da
degradante escravidão de ser um
filho de sua época”.
Chesterton
dizia explicando os caminhos da conversão.
CONCLUSÃO
Diante
de um mundo deteriorado, inseguro e cheio de ideologias perniciosas,
temos a
Santa Madre Igreja como porto seguro, verdade absoluta e fortaleza da
esperança
eterna.
O
centro de nossa santíssima fé é a
Santíssima Trindade.
O
nosso Caminho e Jesus Cristo.
O
nosso Consolador é o Espírito Santo.
O
nosso alimento é a Santíssima Eucaristia.
A
nossa Mãe é a Virgem Maria.
A
nossa Igreja é Católica Romana.
O
nosso exemplo são os santos.
A
nossa missão é evangelizar.
A
nossa prática é o amor.
A
nossa casa é o céu.
BIBLIOGRAFIA
Cechinato,
Luiz. Os vinte séculos de caminhada
da Igreja, Petrópolis, RJ: Vozes, 1996.
Bettencourt, Estêvão. Igreja Católica,
denominações cristãs e correntes religiosas,
Aparecida, SP: Editora Santuário,
1999.
Aquino, Felipe Rinaldo Queiroz de. A minha
Igreja, Lorena, SP: Cléofas, 1997.
Pupo, Rosangela Paciello. ... e Padre Pio disse:
Uma frase de Padre por dia, volume 1, São Paulo: Loyola, 2006.
A Igreja no seu mistério / I. Curso de Teologia,
volume 3. Vários autores, São Paulo: Cidade Nova, 1984.
Valor, quinta, sexta-feira e fim de semana, 20,
21, 22 e 23 de abril de 2006, p.10.
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A EXCELÊNCIA DO AMOR
O grande
místico São João da Cruz (1543-1591), caracteriza
o amor ardentíssimo e
contemplativo ao Senhor Deus por três excelências
principais: Primeiro, ama a
Deus a alma, não de si mesmo, mas por Ele; o que é uma
excelência admirável,
porque ama assim pelo Espírito Santo, como o Pai e o Filho se
amam; o que o
próprio Filho declara no evangelho segundo São
João: “A fim que o amor com que
Tu me amaste, esteja neles, e eu também esteja neles”
(João 17,26).
A
segunda excelência é amar a Deus em Deus; porque nesta
união ardente a alma se
absorve em amor de Deus, e Deus se entrega à alma com grande
veemência. “Como o
cervo brama pelas correntes das águas, assim suspira à
minha alma por ti, ó Deus! (Salmo
42,1).
A
terceira excelência do amor supremo é que a alma ama a
Deus neste estado pelo
que Ele é; quer dizer, ama-o não somente porque Ele se
mostra para com ela
generoso, bom e glorioso, etc., mas muito mais ardentemente, porque Ele
é tudo
isto essencialmente. “... Em tudo Deus seja glorificado por Jesus
Cristo, a quem pertence
a glória e poder para todo o sempre. Amém. (1 Pedro
4,11b).
São
João da Cruz, viveu, ensinou e morreu na excelência do
amor de Deus. Seus
escritos provocam em nós a ousadia do amor ardente à
Deus. Disse ele: “A linguagem
que Deus entende melhor é a suave linguagem do amor”.
Como
devemos amar a Deus com a mesma intensidade que amou São
João da Cruz?
O
escritor Chuck Colson, relata com muita propriedade, como ele descobriu
essa
dificuldade em saber como devemos amar ao Senhor nosso Deus: “Um
aspecto que se
vê em todos os livros da Sagrada Escritura, é claro,
é o amor de Deus pela
humanidade e como Ele demonstra esse amor através do
sacrifício do seu Filho na
cruz. Quanto mais eu lia sobre isso, mais eu queria saber sobre o outro
lado -
ou seja, como fazer para demonstrar o meu amor por Ele. De algum modo,
parecia
ser essa a chave para o que estava faltando na vida cristã. O
maior de todos os
mandamentos, de acordo com Jesus, é “amarás o Senhor, teu
Deus, de todo o teu
coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento”
(Mateus 22,37). Eu
tinha decorado essas palavras, contudo, na verdade, nunca havia pensado
realmente sobre o que significavam em termos práticos; ou seja,
sobre como eu
podia cumprir esse mandamento. Ponderei se outras pessoas não
sentiam a mesma
coisa. Então perguntei a uma porção de
cristão mais experientes de que forma
eles amavam a Deus.
O
efeito cumulativo da minha pesquisa, escreveu Colson, me convenceu de
que a
maioria de nós cristãos professos, não sabemos, de
fato, como amar a Deus. Além
de não termos dedicado tempo para pensar no significado do maior
de todos os
mandamentos no nosso dia-a –dia, também não o temos
obedecido” (extraído de Loving God – “Amando a
Deus” -, de Chuck
Colson, pp.15-16).
Como
devemos fazer para demonstrar o nosso amor ao bondoso Pai Celestial?
É apenas
um sentimento ou uma caminhada pela fé? É uma atitude
racional ou paixão do
coração? Ou um pouco de tudo? Colson escreveu um livro
inteiro acerca do
significado de amor a Deus. O seu estudo o levou a incluir aspectos da
vida
cristã tais como obediência, santidade, arrependimento e
sofrimento.
Nosso
Senhor Jesus Cristo falou muitas vezes: “Se me amais, guardareis os
meus
mandamentos” (João 14,15). Com certeza, a obediência aos
mandamentos do Senhor
Jesus é uma parte importante da implicação
prática de amá-lo. Santidade é o
fator fundamental. Arrependimento é o meio que o bom Deus nos
dá para dar as
costas ao pecado e caminhar em direção a ele. Viver na
obediência á Palavra de
Deus, na confissão de pecados, e na busca da
perfeição, tudo isso são sinais do
nosso amor para Deus nosso Senhor. “Sede vós, pois perfeitos,
como é perfeito o
vosso Pai que está nos céus” (Mateus 5,48).
O
que significa amar a Deus por excelência? Significa querer
ardentemente estar
com Ele na luz da contemplação. Quando amamos uma pessoa,
queremos estar ao seu
lado para sempre.
O
salmista Davi expressou esse amor: “uma coisa pedi ao Senhor, e a
buscarei: que
eu possa morar na casa do Senhor todos os dias da minha vida, para
contemplar a
formosura do Senhor, e inquirir no seu templo” (Salmo 27,4).
A
excelência do amor a Deus é expresso várias vezes
nos Salmos. O Salmo 84 é um
clamor profundo de todo o ser que almeja viver na presença do
Todo Poderoso:
“Quão amáveis são os teus tabernáculos,
Senhor dos Exércitos! A minha alma
suspira e desfalece pelos átrios do Senhor; o meu
coração e a minha carne
exultam pelo Deus vivo” (Salmo 84,1-2).
Cultivar
a excelência do amor a Deus é, em muitos aspectos, igual a
qualquer outro tipo
de relacionamento – leva tempo. Tempo para passar com ele – ouvindo,
dialogando, amando, meditando e saboreando da sua augusta
presença.
Tudo
isso envolve crise e sofrimentos. “O verdadeiro amor – o não
fingido (Romanos
12,9) – tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta e nunca
falha” (I
Coríntios 13,7-8).
São
Pedro Julião Eymard (1811-1868), disse: “O amor não
transfere a ninguém as suas
obrigações. O amor tudo faz por si mesmo, é a sua
glória”. São Pedro Julião de
Eymard, era o santo que nutria um amor apaixonado pela
Santíssima Eucaristia.
Só podia sair do seu coração de amor a Jesus
Eucarístico essas palavras: “Há
pessoas que amam até a loucura os pais, os amigos, e não
sabem amar o bom Deus.
O que se faz com a criatura, é o que se deve fazer com Deus.
Somente ao bom
Deus é preciso amá-lo sem medida, cada vez mais. No
juízo não serão tanto os
nossos pecados que nos aterrorizarão, e nos serão
censurados. Estão
irrevogavelmente perdoados. Mas Nosso Senhor nos censurará por
seu amor:
‘Criaturas, vós não fizestes de mim a felicidade de vossa
vida?! Vós me amastes
bastante para não me ofender mortalmente, mas não para
viver de mim?!’
O
santo do coração eucarístico diz mais: “O amor
só triunfa quando é em nós uma
paixão vital.” Esta paixão vital, nos leva a
excelência do amor adorador ao
Senhor Deus. No amor de adoração, diz o reverendo George
D. Watson: “A alma
deleita-se na luz divina, sorri com seu favor, estremece com ternura
diante de
sua majestade, encanta-se com sua beleza, bebe da sua doçura,
sente-se incapaz
de achar, palavras adequadas para louvá-lo. É o amor que
permanece em silêncio,
contemplando a Deus com santo temor e um profundo apreço pela
pessoa dele”.
São
Paulo apóstolo escreveu: “O amor de Deus está derramado
em nossos corações pelo
Espírito Santo que nos foi dado” (Romanos 5,5).
Iluminados
pelo divino Espírito Santo, tomado pela graça de Jesus
Cristo, tenhamos a
excelência do amor a Deus. Amém
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Pe.
Inácio Jose do Vale
Pároco
da Paróquia São Paulo Apóstolo
Siderlândia-Volta
Redonda-RJ
Professor
de História da Igreja
Faculdade
de Teologia de Volta Redonda
E-mail: pe.inaciojose.osbm@hotmail.com
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