"A igreja Universal tem uma grande dívida de gratidão para com todos os Monges" O Monaquismo,oriental juntamente com o ocidental, constitui um grande dom para toda a Igreja"(Papa João Paulo II Rivola -Bulgária 27-05-2002). "O Monge é memória evangélica para os cristãos e para mundo" (Papa João Paulo II Rivola -Bulgária 27-05-2002)

Ano: IV Edição: Mensal  N°:  LVI           Mês: Junho de  2008.

Informativo Oficial da Congregação Monástica de Santa Cecilia

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Pe. Inácio José do Vale - Professor de História da Igreja e da Teologia
O brilho e beleza mística de um trabalho resplandecem nas mãos de quem o faz orando.

A MINHA SANTA IGREJA

 

            “Também eu te digo que tu és Pedro e sobra esta pedra edificarei A MINHA IGREJA, e as portas do inferno nunca prevalecerão contra ela”. (Mt 16, 18).
            “Escrevo-te estas coisas esperando encontrar-te dentro em breve. Todavia, se eu tardar, saberás como proceder na casa de Deus, que é a Igreja do Deus vivo: coluna e sustentáculo da verdade” (1 Tm 3, 14.15).
            Afirma Santo Inácio (
V 107), bispo de Antioquia e mártir no Coliseu Romano: “Onde está o Cristo Jesus, está a Igreja Católica”.
            A verdadeira Igreja do Deus vivo é: “Una, Santa, Católica e Apostólica”.
          É una porque segue a unidade e comunhão trinitária (Jo 14.26: 17,21; I Jo 5, 7.8). É indivisível em seu Corpo (Ef 4, 3-6). Fiel ao modelo da túnica de Cristo (Jo 19, 23): “Um só Esposo para uma só Esposa”, daí a plenitude da unidade (Ap 19, 7; 21,9).
            É una porque possui a sucessão apostólica através do Sacramento da Ordem, custodia a concórdia fraterna da família de Deus (CIC N. 815).
            É santa aos olhos da fé, indefectivelmente santa. Pois Cristo, Filho de Deus, que com Pai e o Espírito Santo é proclamado o ‘único santo’, amou a Igreja como sua esposa. Por ela se entregou com o fim de santificá-la. Uniu-a a si como seu corpo e cumulou-a com o dom do Espírito Santo, para a glória de Deus. A Igreja é, portanto, “o Povo santo de Deus” é seus membros são chamados “santos” (CIC N.823).
            A Igreja é santa porque o seu Senhor e Cabeça é santo (Cl 1, 18).
            É católica porque é enviada para pregar o Santo Evangelho de Cristo pelo mundo inteiro (Mt 28, 19; Mc 16, 15-20).
            A palavra “católica” vem do grego Kath’ Holon, que significa “por toda parte”, ou seja, universal (Rm 1, 8; At 1, 8; Hb 12, 23).
            É apostólica porque ela foi e continua sendo construída sobre “o fundamento dos apostólicos” (Ef 20, 20; At 2, 42; 6, 1-6; 1 Cor 12, 28).
           É apostólica porque ela conserva e transmite com a diligência do Espírito Santo que nela habita, o santo ensinamento, o depósito da fé (1 Tm 6, 19.20; 2 Tm 1, 11-14).
            A doutrina apostólica permanece na Igreja Católica até a volta de Cristo.

 

A SOBRENATURALIDADE DA IGREJA

 

            A verdadeira Igreja de Cristo é aquela que dar a conhecer aos Principados e às Autoridades nas regiões celestes, por sua multiforme sabedoria de Deus (Ef 3, 10).
             Escreve São Paulo Apóstolo: “É grande este mistério: refiro-me à relação entre Cristo e a sua Igreja (Ef 5, 32)”.
           Realmente, grande é esse mistério comprovado na História da Igreja. Não temos palavras para descrever a sobrenaturalidade da Santa Madre Igreja.
          A multiforme sabedoria de Deus na Igreja Católica é indescritível, indiscutível e indubitável. Tudo na Igreja prova de maneira incontestável a transcendência operacional da Santíssima Trindade.
            A verdadeira Igreja do Deus vivo é aquele que tem a Sagrada Escritura como revelação de Deus, tem Jesus Cristo como seu fundador e cabeça, o Espírito Santo como consolador, guia e suscitador de novos movimentos estupendos, a Virgem Maria como bem-aventurada em todas as gerações, O Papa como sucessor de Pedro e os bispos como sucessores dos apóstolos, os mártires e confessores, os Padres do Deserto, polemistas e apologistas, religiosos e religiosas, monges, frades e místicos, cônegos e eremitas, evangelistas e missionários nos quatro canto do mundo, filósofos, teólogos, doutores, beatos e santos incontáveis, relíquias e estigmas, corpos de santos intactos – incorruptíveis, milagres eucarísticos e a pedagogia das aparições de Nossa Senhoras, romarias e procissões gigantescas, sinais, prodígios e maravilhas nos templos e santuários, devoções e espiritualidades populares de fé ímpar, colossais basílicas Marianas e dos Apóstolos, monumentais  mosteiros e conventos, riquezas sem igual como o canto gregoriano e da arte sacra, Mestra e fundadora das universidades, guardiã de obras imortais, detentora das mais linda e crítica da História Eclesiástica, com 2000 anos de história venceu toda crueldade da ideologia humana, têm 21 concílios  ecumêmicos, 7 sacramentos, é a maior instituição em realizações de obras de caridade, faz a maior campanha do mundo em defesa da vida, é a Igreja de pedras vivas, raça eleita, sacerdócio real, luz maravilhosa, a Igreja do Povo de Deus (1 Pd 2, 4-10 ).
            Dizia São Pio de Pietrelcina (1887-1968): “Mantenha-se sempre muito unido à Santa Igreja Católica, pois somente ela pode lhe dar a verdadeira paz, porque somente ela possui Jesus sacramentado, que é o verdadeiro Príncipe da Paz”.

          
 

O AMOR, FUNDAMENTO DA IGREJA

 

            A essência do cristianismo, à qual todos os membros da Igreja são chamados, pode resumir-se na caridade que é unidade. Reafirmou o Papa Paulo VI no seu conhecido discurso em Sidney, em dezembro de 1970: “A Igreja é caridade. A Igreja é unidade”.
            O Papa Paulo VI tinha um amor colossal à Santa Madre Igreja. Vejamos o seu pensamento monumental sobre ela: “A Igreja! Ela é nosso amor constante, nossa solicitude, primordial, nosso pensamento fixo! Não se ama Cristo se não se ama a Igreja; e não amamos a Igreja se não a amamos como a amou o Senhor: “Amou a Igreja e por ela se entregou” (Ef. 5, 25).
            O amor é o fundamento da Igreja. Sem a prática da caridade não existe relacionamento entre o homem e Deus, nem com o seu semelhante e nenhum tipo de comunidade eclesial.
            A verdadeira Igreja é constituída na virtude do amor e da verdade.
            É a caridade que nos remete na vida trinitária pericorética. Afirmava o grande apologista da fé cristã Tertuliano de Cartago (C. 160- c. 230): “Onde se encontraram os Três, o Pai, o Filho, e o Espírito Santo, ali está a Igreja...”.
            Comunhão, amor e verdade são as três principais características dos seguidores de Jesus de Nazaré (Jo 8, 32; 14,6; 15, 12; 17, 21).
            Poderemos afirmar que a Igreja, nascida do amor de Deus, é por excelência caridade: “Todo o bem que o Povo de Deus, no tempo de sua peregrinação terrestre, pode prestar à família dos homens, derivado o fato de ser a Igreja ‘o sacramento universal da salvação’, manifestado e ao mesmo tempo operando o mistério de amor de Deus para com o homem” (GS n.45).
            “A Igreja como “comunidade de amor” é chamada a refletir a glória do amor de Deus, que é a comunhão, e assim atrair as pessoas e os povos para Cristo. A Igreja cresce, não por proselitismo, mas por atração: como Cristo ‘atrai tudo para’ com a força do amor” (DA n.159).
            Diz mais o Documento de Aparecida de forma abissal: “A Igreja é comunhão no amor. Esta é sua essência e o sinal através do qual é chamada a ser reconhecida como seguidora de Cristo e servidora da humanidade” (DA n. 161).

 

CRITICADA E MAL COMPREENDIDA

 

            Devido à falta de conhecimento teológico e a má fé, a Igreja Católica recebe críticas injustas e comentários maldosos.
            A Igreja nunca errou e jamais errará. Ela é imaculada. Foi constituída por Deus para ficar livre do pecado em toda sua peregrinação terrena.
            A origem e fonte da sua criação e direção imaculada é o Divino Espírito Santo(At 13,1-4;15,28;20,28;1Cor12,3;Ap2,29).
            A Igreja é o Corpo Imaculado, cujo cabeça é o Cristo, Cordeiro imaculado, como pode pecar ou ser pecadora?
           
Quem erra e peca são os seus filhos, que são pecadores. Todavia, são regenerados pelo batismo (Rm 6, 4; 1 Pd 3, 21). Purificados pela Palavra de Deus (Jo 15, 3-8). Justificados pela fé em Cristo e pelo seu sangue (Rm 5, 1.9).
            Tanto o batismo como a Palavra e o Corpo de Cristo nos santifica (Jo 17, 17; 1 Cor 12, 13; Hb 10, 10.14).
            A Igreja é radicalmente santa, não é só em relação aos batizados e aos escolhidos, mas também na sua dimensão altamente transcendental, no contexto de comunhão dos santos, dos anjos e da plenitude Trinitária. (Mt 22, 14; 28, 19; Lc 16, 1-31; 23, 42.43: At 5, 19; 10, 1-3; 2 Cor 12, 1-4; 1 Jo 5, 7.8).
            Para o homem que busca a verdade eclesiástica e tem boa vontade, não se deixará enganar pela patranha dos inimigos da Igreja de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
            Disse o renomado psicanalista francês Jacques Lacan (1901-1981): “A verdadeira religião cristã é a romana”.
            O grande intelectual inglês Gilbert K. Chesterton (1874-1936) afirmou: “A Igreja Católica é a única coisa que salva o homem da degradante escravidão de ser um filho de sua época”.
            Chesterton dizia explicando os caminhos da conversão.

 
CONCLUSÃO

 
            Diante de um mundo deteriorado, inseguro e cheio de ideologias perniciosas, temos a Santa Madre Igreja como porto seguro, verdade absoluta e fortaleza da esperança eterna.
           
O centro de nossa santíssima fé é a Santíssima Trindade.
            O nosso Caminho e Jesus Cristo.
            O nosso Consolador é o Espírito Santo.
            O nosso alimento é a Santíssima Eucaristia.
            A nossa Mãe é a Virgem Maria.
            A nossa Igreja é Católica Romana.
            O nosso exemplo são os santos.
            A nossa missão é evangelizar.
            A nossa prática é o amor.
            A nossa casa é o céu.

 BIBLIOGRAFIA

 

 Cechinato, Luiz. Os vinte séculos de caminhada da Igreja, Petrópolis, RJ: Vozes, 1996.
Bettencourt, Estêvão. Igreja Católica, denominações cristãs e correntes religiosas, Aparecida, SP: Editora Santuário, 1999.
Aquino, Felipe Rinaldo Queiroz de. A minha Igreja, Lorena, SP: Cléofas, 1997.
Pupo, Rosangela Paciello. ... e Padre Pio disse: Uma frase de Padre por dia, volume 1, São Paulo: Loyola, 2006.
A Igreja no seu mistério / I. Curso de Teologia, volume 3. Vários autores, São Paulo: Cidade Nova, 1984.
Valor, quinta, sexta-feira e fim de semana, 20, 21, 22 e 23 de abril de 2006, p.10.

 

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A EXCELÊNCIA DO AMOR

            O grande místico São João da Cruz (1543-1591), caracteriza o amor ardentíssimo e contemplativo ao Senhor Deus por três excelências principais: Primeiro, ama a Deus a alma, não de si mesmo, mas por Ele; o que é uma excelência admirável, porque ama assim pelo Espírito Santo, como o Pai e o Filho se amam; o que o próprio Filho declara no evangelho segundo São João: “A fim que o amor com que Tu me amaste, esteja neles, e eu também esteja neles” (João 17,26).
            A segunda excelência é amar a Deus em Deus; porque nesta união ardente a alma se absorve em amor de Deus, e Deus se entrega à alma com grande veemência. “Como o cervo brama pelas correntes das águas, assim suspira à minha  alma por ti, ó Deus! (Salmo 42,1).
            A terceira excelência do amor supremo é que a alma ama a Deus neste estado pelo que Ele é; quer dizer, ama-o não somente porque Ele se mostra para com ela generoso, bom e glorioso, etc., mas muito mais ardentemente, porque Ele é tudo isto essencialmente. “... Em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence a glória e poder para todo o sempre. Amém. (1 Pedro 4,11b).
            São João da Cruz, viveu, ensinou e morreu na excelência do amor de Deus. Seus escritos provocam em nós a ousadia do amor ardente à Deus. Disse ele: “A linguagem que Deus entende melhor é a suave linguagem do amor”.
            Como devemos amar a Deus com a mesma intensidade que amou São João da Cruz?
            O escritor Chuck Colson, relata com muita propriedade, como ele descobriu essa dificuldade em saber como devemos amar ao Senhor nosso Deus: “Um aspecto que se vê em todos os livros da Sagrada Escritura, é claro, é o amor de Deus pela humanidade e como Ele demonstra esse amor através do sacrifício do seu Filho na cruz. Quanto mais eu lia sobre isso, mais eu queria saber sobre o outro lado - ou seja, como fazer para demonstrar o meu amor por Ele. De algum modo, parecia ser essa a chave para o que estava faltando na vida cristã. O maior de todos os mandamentos, de acordo com Jesus, é “amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento” (Mateus 22,37). Eu tinha decorado essas palavras, contudo, na verdade, nunca havia pensado realmente sobre o que significavam em termos práticos; ou seja, sobre como eu podia cumprir esse mandamento. Ponderei se outras pessoas não sentiam a mesma coisa. Então perguntei a uma porção de cristão mais experientes de que forma eles amavam a Deus.
            O efeito cumulativo da minha pesquisa, escreveu Colson, me convenceu de que a maioria de nós cristãos professos, não sabemos, de fato, como amar a Deus. Além de não termos dedicado tempo para pensar no significado do maior de todos os mandamentos no nosso dia-a –dia, também não o temos obedecido” (extraído de Loving God – “Amando a Deus” -, de Chuck Colson, pp.15-16).
            Como devemos fazer para demonstrar o nosso amor ao bondoso Pai Celestial? É apenas um sentimento ou uma caminhada pela fé? É uma atitude racional ou paixão do coração? Ou um pouco de tudo? Colson escreveu um livro inteiro acerca do significado de amor a Deus. O seu estudo o levou a incluir aspectos da vida cristã tais como obediência, santidade, arrependimento e sofrimento.
            Nosso Senhor Jesus Cristo falou muitas vezes: “Se me amais, guardareis os meus mandamentos” (João 14,15). Com certeza, a obediência aos mandamentos do Senhor Jesus é uma parte importante da implicação prática de amá-lo. Santidade é o fator fundamental. Arrependimento é o meio que o bom Deus nos dá para dar as costas ao pecado e caminhar em direção a ele. Viver na obediência á Palavra de Deus, na confissão de pecados, e na busca da perfeição, tudo isso são sinais do nosso amor para Deus nosso Senhor. “Sede vós, pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus” (Mateus 5,48).
            O que significa amar a Deus por excelência? Significa querer ardentemente estar com Ele na luz da contemplação. Quando amamos uma pessoa, queremos estar ao seu lado para sempre.
            O salmista Davi expressou esse amor: “uma coisa pedi ao Senhor, e a buscarei: que eu possa morar na casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a formosura do Senhor, e inquirir no seu templo” (Salmo 27,4).
            A excelência do amor a Deus é expresso várias vezes nos Salmos. O Salmo 84 é um clamor profundo de todo o ser que almeja viver na presença do Todo Poderoso: “Quão amáveis são os teus tabernáculos, Senhor dos Exércitos! A minha alma suspira e desfalece pelos átrios do Senhor; o meu coração e a minha carne exultam pelo Deus vivo” (Salmo 84,1-2).
            Cultivar a excelência do amor a Deus é, em muitos aspectos, igual a qualquer outro tipo de relacionamento – leva tempo. Tempo para passar com ele – ouvindo, dialogando, amando, meditando e saboreando da sua augusta presença.
            Tudo isso envolve crise e sofrimentos. “O verdadeiro amor – o não fingido (Romanos 12,9) – tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta e nunca falha” (I Coríntios 13,7-8).
            São Pedro Julião Eymard (1811-1868), disse: “O amor não transfere a ninguém as suas obrigações. O amor tudo faz por si mesmo, é a sua glória”. São Pedro Julião de Eymard, era o santo que nutria um amor apaixonado pela Santíssima Eucaristia. Só podia sair do seu coração de amor a Jesus Eucarístico essas palavras: “Há pessoas que amam até a loucura os pais, os amigos, e não sabem amar o bom Deus. O que se faz com a criatura, é o que se deve fazer com Deus. Somente ao bom Deus é preciso amá-lo sem medida, cada vez mais. No juízo não serão tanto os nossos pecados que nos aterrorizarão, e nos serão censurados. Estão irrevogavelmente perdoados. Mas Nosso Senhor nos censurará por seu amor: ‘Criaturas, vós não fizestes de mim a felicidade de vossa vida?! Vós me amastes bastante para não me ofender mortalmente, mas não para viver de mim?!’
            O santo do coração eucarístico diz mais: “O amor só triunfa quando é em nós uma paixão vital.” Esta paixão vital, nos leva a excelência do amor adorador ao Senhor Deus. No amor de adoração, diz o reverendo George D. Watson: “A alma deleita-se na luz divina, sorri com seu favor, estremece com ternura diante de sua majestade, encanta-se com sua beleza, bebe da sua doçura, sente-se incapaz de achar, palavras adequadas para louvá-lo. É o amor que permanece em silêncio, contemplando a Deus com santo temor e um profundo apreço pela pessoa dele”.
            São Paulo apóstolo escreveu: “O amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado” (Romanos 5,5).

            Iluminados pelo divino Espírito Santo, tomado pela graça de Jesus Cristo, tenhamos a excelência do amor a Deus. Amém

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 Pe. Inácio Jose do Vale
Pároco da Paróquia São Paulo Apóstolo
Siderlândia-Volta Redonda-RJ
Professor de História da Igreja
Faculdade de Teologia de Volta Redonda
E-mail: pe.inaciojose.osbm@hotmail.com



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