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| Ano: IV Edição: Mensal N°: LII Mês: Fevereiro de 2008. | |||||
| Informativo Oficial da Congregação Monástica de Santa Cecilia | |||||
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PALAVRA DO PAPA SOBRE AS SEITAS
“O sucesso das seitas demonstra, por um lado, que
há uma
difundida sede de Deus, uma sede de religião; as pessoas querem
estar próximas
de Deus e procuram entrar em contato com Ele. E naturalmente, por
outro,
aceitam também quem se apresentam a prometer
soluções para os seus problemas de
vida diária. Nós, como Igreja Católica, temos o
dever de praticar precisamente
aquela que á a finalidade de V. Conferência, seja ser mais
missionários e,
portanto mais dinâmicos, Estamos conscientes de que juntamente
com esta
resposta à sede de Deus, devemos ajudá-los a encontrar as
condições de vida
justas quer a nível microeconômico, nas
situações extremamente concretas como
fazem as seitas, quer no plano macroeconômico, pensando inclusive
em todas as
exigências da justiça”. (Entrevista concedida pelo Santo
Padre Bento XVI aos
jornalistas durante o vôo para o Brasil, 09/05/2007).
“Entre os problemas que afligem a vossa solicitude
pastoral está sem dúvida, a questão dos
católicos que abandonaram a vida
eclesial. Parece claro que a causa principal, dentre outras, deste
problema,
possa ser atribuída à falta de uma
evangelização em que Cristo e a sua Igreja
estejam no centro de toda explanação. As pessoas mais
vulneráveis ao
proselitismo agressivo das seitas – que é motivo de justa
preocupação –
incapazes de resistir às investidas do agnosticismo, do
relativismo e do
laicismo são geralmente os batizados não suficientemente
evangelizados,
facilmente influenciáveis porque possuem uma fé
fragilizada e, por vezes,
confusa, vacilante e ingênua, embora conservem uma religiosidade
inata.
É necessário, portanto, encaminhar a
atividade apostólica
como uma verdadeira missão dentro do rebanho que constitui a
Igreja Católica no
Brasil, promovendo uma evangelização metódica e
capilar em vista de uma adesão
pessoal e comunitária a Cristo. Trata-se efetivamente de
não poupar esforços na
busca dos católicos afastados e daqueles que pouco ou nada
conhecem sobre Jesus
Cristo, através de uma pastoral da acolhida que os ajude a
sentir a Igreja como
lugar privilegiado do encontro com Deus e mediante um itinerário
catequético
permanente”.(Discurso do Papa Bento XVI aos bispos do Brasil na
Catedral da Sé,
11/05/2007).
“Percebe-se com tudo um certo enfraquecimento da vida
cristã no conjunto da sociedade e da própria
pertença à Igreja Católica, devido
ao secularismo, ao hedonismo, ao indiferentismo e ao proselitismo de
numerosas
seitas, de religiões animistas e de novas expressões
pseudo-religiosas”.
(Homilia do Papa Bento XVI, na abertura da Conferência de
Aparecida,
13/05/2007).
Como é colossal a explanação que faz
o Papa Bento XVI da Santa Igreja Católica. Realmente, a Igreja
Católica é detentora
de toda riqueza espiritual. Temos tudo na santa Madre Igreja. Seu
patrimônio de
fé é impar. Sua história é única e
abissal. Historiadores jamais podem alcançar
sua profundidade histórica. Sua doutrina é a
construção mais elevada da
dignidade da pessoa humana.
Afirma o Pastor Universal, o Santo
Padre Bento XVI:
“Queridos homem e mulheres da América Latina sei
que
tendes uma grande sede de Deus. Sei que seguis Àquele Jesus, que
disse <<
Ninguém
vai ao Pai senão por
mim >>
(Jo
14,6). Por isso o Papa quer dizer todos A Igreja é nossa casa!
Esta é a nossa
casa! Na Igreja Católica temos tudo o que é de bom, tudo
o que é motivo de
segurança e de consolo! Quem aceita a Cristo: << Caminho, Verdade e Vida>>, em sua totalidade, tem
garantia a paz e
a felicidade, nesta e na outra vida! Por isso, o Papa veio aqui para
rezar e
confessar com todos vós: vale a pena ser fiéis, vale a
pena perseverar na
própria fé! Mas a coerência na fé necessita
também uma sólida formação
doutrinal e espiritual, contribuindo assim à
construção de uma sociedade mais
justa, mais humana e cristã. O Catecismo da Igreja
Católica, inclusive em sua
versão mais reduzida, publicada com o título de
Compêndio, ajudará a ter noções
claras sobre a nossa fé”. (Discurso de Bento XVI após a
Oração do Santo Rosário
com os sacerdotes e religiosos no Santuário de Nossa Senhora
Aparecida,
12/05/2007).
O sucessor de São Pedro Apóstolo, convoca a
todos que
amam a riqueza da Santa Madre Igreja, a propagar a verdade
evangélica com todas
as forças:
“Uma missão evangelizadora que convoque todas as
forças
vivas deste imenso rebanho. Meu pensamento dirige-se, portanto, aos
sacerdotes,
religiosos, religiosas e leigos que se prodigalizam, muitas vezes com
imensas
dificuldades, para a difusão da verdade evangélica.
Dentre eles, muitos
colaboram ou participam ativamente nas Associações, nos
Movimentos e em outras
novas realidades eclesiais que, em comunhão com seus Pastores e
de acordo com
as orientações diocesanas,
levam sua
riqueza espiritual, educativa e missionária ao
coração da Igreja, como preciosa
experiência e proposta de vida cristã”. (Discurso de Bento
XVI aos bispos do
Brasil na Catedral da Sé, 11/05/2007).
Com amor e
incentivo exorta o Santo Padre: “Sede discípulos fiéis,
para ser missionários
valentes e eficazes”. SEITAS: O DESAFIO PARA FÉ CATÓLICA
A religião cristã que mais cresce no mundo
é a
evangélica. No Brasil, seus adeptos representam, hoje 18% da
população – há
duas décadas, essa cifra era de 7%. O crescimento do rebanho
evangélico é
igualmente expressivo em países da Ásia, como
Coréia do Sul, Indonésia e
Cingapura, na América Central e até mesmo no Leste
Europeu. A evidência mais
pujante do avanço dos evangélicos são os
megatemplos construídos nos últimos
anos para sediar seus cultos. Com o objetivo de atender aos ritos
animadíssimos
comandados pelos pastores, os novos templos são verdadeiras
casas de
espetáculos, com sistemas de som e luz semelhantes aos dos shows
de rock e
telões que garantem uma visão perfeita de tudo o que
acontece nos cultos.
Nos Estados Unidos, as correntes evangélicas com
templos
gigantes, como o de Lakewood, em Houston, no Texas, tem capacidade para
abrigar
16000 pessoas e recebe uma média de 40.000 fiéis por
semana. Foram as que mais
cresceram nos últimos cinco anos. Hoje, existem 55
santuários semelhantes ao de
Lakewood no país.
A tendência dos santuários gigantes
também tomou conta de
outros países. Na Guatemala, foi inaugurado recentemente o
templo Mega Fráter,
com capacidade para 12.000 pessoas. Em El Salvador, a Igreja de Cristo
Elim
Central possui um templo gigante instalado na capital do país.
A igreja Elim, em San Salvador, capital de El Salvador,
semanalmente, mais de 100 mil pessoas se ajuntam para os cultos.
As congregações evangélicas
brasileiras não ficam atrás.
A sede da Igreja Universal do Reino de Deus, no Rio de Janeiro, abriga
12.000
fiéis, enquanto o Templo da Glória, da Igreja Pentecostal
Deus É Amor, em São
Paulo, pode receber 60.000 fiéis sentados ou em pé.
Os megatemplos evidenciam a intenção das
congregações de
fazer do local de oração parte do dia-a-dia das pessoas,
e não apenas um lugar
para freqüentar aos domingos. Além das escolas religiosas
infantis,
tradicionais nas Igrejas Evangélicas, os santuários
gigantes oferecem infra-estrutura
que mais se parece com a de um câmpus universitário.
Entre as correntes evangélicas, a que mais cresce
no
mundo é a pentecostal. Na Coréia do Sul, um em cada vinte
moradores da capital,
Seul, pertence à pentecostal Yoido Full Gospel. A igreja, cujos
primeiros
cultos foram realizados numa simples tenda em 1958, hoje possui mais de
830.000
membros e um megatemplo com capacidade para 12.000 pessoas. Boa parte
desse crescimento
pode ser atribuída à transmissão dos cultos pela
TV, recurso recorrente das
igrejas pentecostais. Em Seul, a pregação do pastor David
(Paul) Yonggi Cho,
líder da Yoido, é transmitida para dezenas de
milhões de pessoas no mundo todo
pela TV e pela internet, com tradução simultânea em
oito idiomas. São recursos
como esse que empurram a expansão dos evangélicos (1). Como responder a este desafio?
Nossa missão hoje em dia é formar agentes
multiplicadores
de evangelização e oferecer caminhos aos leigos para que
saibam defender sua
fé. A isto todos somos chamados. Nesta tarefa devemos evitar
extremos, por um
lado à intolerância ou agressividade e, por outro, o
derrotismo e uma passiva
resignação. É difícil definir as seitas.
São muitas variadas. Costumam pregar
uma piedade fácil e desencarnada, e sem nenhuma
relação com os grandes
problemas econômicos, sociais e políticos que afetam nosso
continente. Em suas
pregações costuma estar ausente a denuncia
profética.
Não é assim na Igreja Católica, que
convencida de que não
se pode amar Deus sem o amor prático ao homem concreto, pregou o
compromisso
social e o respeito aos direitos da pessoa humana, motivo pelo qual
sofreu
muitas vezes o menosprezo dos grandes e poderosos deste mundo.
Para citar alguns exemplos de sua expansão,
recordemos
que no Chile, muitos militares abandonaram a Igreja Católica
para aderir às
seitas – com a complacência de Pinochet – por causa do
compromisso da Igreja
com os Direitos Humanos. Na Argentina em 1980 encontravam-se inscritos
no
registro de cultos mais de 800 grupos de seitas. Segundo o Padre Oscar
Quevedo,
SJ, existem no Brasil, mais de 56 mil seitas e religiões.
Na Guatemala, Porto Rico, Honduras e toda América
Central
se duplicou e triplicou a deserção para as seitas. No
Uruguai, o governo
militar deu caminho livre à seita Moon que se instalou no centro
de Montevidéu
com aplicações superiores a 200 milhões de
dólares. Na Bolívia, Garcia Meza
obteve da seita Moon a ajuda para apoderar-se do poder e pouco tempo
depois
todos os oficiais foram chamados a assistir a cursos de
mentalização. Outra
causa da expansão das seitas foi à ignorância
religiosa de muitos católicos.
São muitas as pessoas que não tiveram acesso
a nenhuma
cultura religiosa e à primeira sacudida trocam de
religião. As seitas
aproveitaram além disso os grandes vazios da Igreja
Católica que por falta de
meios e de pessoas se vê obrigada a deixar grandes áreas
com escassa ou nenhuma
atenção religiosa. Eis aqui mais alguns dados sobre o progresso das seitas:
-
Na América Latina a cada hora, 400 pessoas abandonam a Igreja
Católica;
- Na Guatemala 25% da população já
é
evangélica;
- No Salvador cerca de 30% dos
católicos já passaram para as seitas;
- No México em 1970 os evangélicos
eram 880.000, hoje são perto de 5.000.000.
Sem dúvida que um dos maiores desafios que a Igreja
Católica enfrenta é o avanço das seitas que
vão tomando um enorme ritmo de
crescimento.
No México, entre os católicos, tem surgido
um movimento
chamado APÓSTOLOS DA PALAVRA que desde o ano 1983 estão
trabalhando eficientemente
e onde eles estão presentes às seitas não
avançam e está começando um retorno
para a Igreja Católica.
A estratégia consiste num processo que leva a
incorporar
a APOLOGÉTICA em todas as estruturas diocesanas e paroquiais.
Desta forma se
tem conseguido fortalecer a identidades católica de
milhões de católicos
fazendo que cada um conheça a sua Igreja e com a Bíblia
na mão saiba doar uma
resposta aos injustos ataques das seitas. Esta obra é
impulsionada pelo Padre
Flabiano Amatulli e conta com a bênção do Papa (2).
Uma pesquisa feita pelo respeitado Centro de
Políticas
Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV), do Rio
de Janeiro, confirma que os
Evangélicos estão em plena expansão, somando
12,49% de pentecostais e 5,39% dos
tradicionais entre a população. A pesquisa Economia
das religiões: mudanças recentes foi realizadas
a partir dos dados do Censo
de 2000 e da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF, 2003). A
projeção para
este ano, segundo os pesquisadores, é de que o Brasil, com uma
população hoje
de mais de 188 milhões de habitantes, teria 139,4 milhões
de católicos e 43,64
milhões de evangélicos. Esse crescimento
evangélico teria como um dos fatores
motivadores a grande oferta de ministros. Segundo a mesma pesquisa,
há 18 vezes
mais pastores por evangélico do que padres e freiras por
católico – ou uma
proporção de cerca de 3,7 pastores para cada padre.
As estatísticas são inequívocas. De
acordo com o
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),
há mais de 20 anos,
quase 90% da população brasileira se dizia
católica, uma diferença gritante em
relação aos evangélicos. Na virada do
século, o número de crentes já havia
crescido consideravelmente, representando cerca de 16% dos brasileiros.
Atualmente, de acordo com o Instituto Datafolha, os evangélicos
já chegam a 22%
da população, ou seja, cerca de 40 milhões de
pessoas. O Departamento de
Pesquisas da Servindo Pastores e Líderes (Sepal), vai ainda
além. De acordo com
a entidade, sediada em São Paulo, o crescimento atual do
segmento é da ordem de
7.5%, o que, se mantido nas próximas décadas, fará
com que metade do país seja
evangélica em meados deste século.
“O proselitismo agressivo e o fascínio que esses
grupos
despertam fazem com que a Igreja tenha seu rebanho de fiéis cada
vez menor”,
alertou o cardeal Walter Kasper, presidente do Pontifício
Conselho para a
Unidade de Cristãos, em sua passagem por Buenos Aires, na
Argentina, em outubro
passado. (3). Conclusão
“Nas últimas décadas, vemos com
preocupação, por um lado,
que numerosas pessoas perdem o sentido transcendental de suas vidas e
abandonam
as práticas religiosas; e, por outro lado, que significativo
número de
católicos estão abandonando a Igreja para entrar em
outros grupos religiosos.
Ainda que este seja um problema real em todos os países
latino-americanos e
caribenhos, não existe homogeneidade no que se refere a suas
dimensões e sua
diversidade”, (Documento de Aparecida Nº 100 F). Referências (1) Veja, 05/12/2007, pp.128-132. (2) Sureda, Irmã Pilar. Sureda, Pe. Pedro. Sureda, Pe. Miguel Jordá. Saiba Defender Sua Fé Católica, Londrina: Grafmark, 2003, pp.184 e 191. (3) Eclésia, Ano 11, Nº 121, p. 36. Revista Igreja, agosto-setembro de 2007 pp.43 e 47. Bettencourt, Estêvão. Igreja Católica, denominações cristãs e correntes religiosas, Aparecida: Santuário, 1999. COMO RESPONDER OS
ATAQUES DAS SEITAS “Estando
sempre prontos a dar razão da vossa
esperança a todo aquele que vo-la pede”. (1 Pd 3,15). “Não
penses que as heresias são fruto de
mentes obtusas. É necessário uma mente brilhante para
conceber e gerar uma
heresia. Quanto maior o brilho da mente, maiores as suas
aberrações”. Santo
Agostinho (354 - 430) Bispo
e Doutor da Igreja “Nas
últimas décadas, vemos com
preocupação, por um lado, que numerosas pessoas perdem o
sentido transcendental
de suas vidas e abandonam as práticas religiosas; e, por outro
lado, que
significativo número de católicos estão
abandonando a Igreja para entrar em
outros grupos religiosos”. (Documento de Aparecida Nº 100 F). Palestrante Definição
de seitas – Crescimento das seitas – As imagens – Os santos – Maria –
Eucaristia – Batismo de crianças – Purgatório – O
anticristo – A besta e a babilônia
– A reza Católica – O terço – O sábado ou o
domingo – Jesus fundou a Igreja ou
as Igrejas – A Bíblia católica e a protestante – A cruz –
O celibato – A
Tradição e o Magistério – Teologia da Prosperidade
- O dízimo e as ofertas –
São iguais todos as religiões – O ecumenismo – A Nova Era
– A inquisição – O
fim do mundo. Ferramentas para o católico conhecer e defender a sua santíssima fé.
2 –
Compêndio do Catecismo. 3 – Sou
católico – Vivo a minha fé. Publicado
pela CNBB. 4 –
Documento de Aparecida. 5 –
Igreja Católica, denominações cristãs e
correntes religiosas, Dom Estêvão Bettencourt, Ed.
Santuário. 6 –
Falsas Doutrinas, seitas e religiões, Prof. Felipe Aquino, Ed.Cléofas. 7 –
Saiba Defender Sua Fé Católica, Pe. Miguel, Irmã
Pilar e Pe. Pedro,
Ed. Grafmark.
SEITAS: O DESAFIO PARA FÉ CATÓLICA
A
religião cristã que mais cresce no mundo é a
evangélica. No Brasil, seus
adeptos representam, hoje 18% da população – há
duas décadas, essa cifra era de
7%. O crescimento do rebanho evangélico é igualmente
expressivo em países da
Ásia, como Coréia do Sul, Indonésia e Cingapura,
na América Central e até mesmo
no Leste Europeu. A evidência mais pujante do avanço dos
evangélicos são os
megatemplos construídos nos últimos anos para sediar seus
cultos. Com o
objetivo de atender aos ritos animadíssimos comandados pelos
pastores, os novos
templos são verdadeiras casas de espetáculos, com
sistemas de som e luz
semelhantes aos dos shows de rock e telões que garantem uma
visão perfeita de
tudo o que acontece nos cultos.
Nos
Estados Unidos, as correntes evangélicas com templos gigantes,
como o de
Lakewood, em Houston, no Texas, tem capacidade para abrigar 16000
pessoas e
recebe uma média de 40.000 fiéis por semana. Foram as que
mais cresceram nos
últimos cinco anos. Hoje, existem 55 santuários
semelhantes ao de Lakewood no
país.
A
tendência dos santuários gigantes também tomou
conta de outros países. Na
Guatemala, foi inaugurado recentemente o templo Mega Fráter, com
capacidade
para 12.000 pessoas. Em El Salvador, a Igreja de Cristo Elim Central
possui um
templo gigante instalado na capital do país.
A
igreja Elim, em San Salvador, capital de El Salvador, semanalmente,
mais de 100
mil pessoas se ajuntam para os cultos.
As
congregações evangélicas brasileiras não
ficam atrás. A sede da Igreja
Universal do Reino de Deus, no Rio de Janeiro, abriga 12.000
fiéis, enquanto o
Templo da Glória, da Igreja Pentecostal Deus É Amor, em
São Paulo, pode receber
60.000 fiéis sentados ou em pé.
Os
megatemplos evidenciam a intenção das
congregações de fazer do local de oração
parte do dia-a-dia das pessoas, e não apenas um lugar para
freqüentar aos
domingos. Além das escolas religiosas infantis, tradicionais nas
Igrejas
Evangélicas, os santuários gigantes oferecem
infra-estrutura que mais se parece
com a de um câmpus universitário.
Entre
as correntes evangélicas, a que mais cresce no mundo é a
pentecostal. Na Coréia
do Sul, um em cada vinte moradores da capital, Seul, pertence à
pentecostal
Yoido Full Gospel. A igreja, cujos primeiros cultos foram realizados
numa simples
tenda em 1958, hoje possui mais de 830.000 membros e um megatemplo com
capacidade para 12.000 pessoas. Boa parte desse crescimento pode ser
atribuída
à transmissão dos cultos pela TV, recurso recorrente das
igrejas pentecostais.
Em Seul, a pregação do pastor David (Paul) Yonggi Cho,
líder da Yoido, é
transmitida para dezenas de milhões de pessoas no mundo todo
pela TV e pela
internet, com tradução simultânea em oito idiomas.
São recursos como esse que
empurram a expansão dos evangélicos (1). Como responder a este desafio?
Nossa
missão hoje em dia é formar agentes multiplicadores de
evangelização e oferecer
caminhos aos leigos para que saibam defender sua fé. A isto
todos somos
chamados. Nesta tarefa devemos evitar extremos, por um lado à
intolerância ou
agressividade e, por outro, o derrotismo e uma passiva
resignação. É difícil
definir as seitas. São muitas variadas. Costumam pregar uma
piedade fácil e
desencarnada, e sem nenhuma relação com os grandes
problemas econômicos,
sociais e políticos que afetam nosso continente. Em suas
pregações costuma
estar ausente a denuncia profética.
Não
é assim na Igreja Católica, que convencida de que
não se pode amar Deus sem o
amor prático ao homem concreto, pregou o compromisso social e o
respeito aos
direitos da pessoa humana, motivo pelo qual sofreu muitas vezes o
menosprezo
dos grandes e poderosos deste mundo.
Para
citar alguns exemplos de sua expansão, recordemos que no Chile,
muitos
militares abandonaram a Igreja Católica para aderir às
seitas – com a complacência
de Pinochet – por causa do compromisso da Igreja com os Direitos
Humanos. Na
Argentina em 1980 encontravam-se inscritos no registro de cultos mais
de 800
grupos de seitas. Segundo o Padre Oscar Quevedo, SJ, existem no Brasil,
mais de
56 mil seitas e religiões.
Na
Guatemala, Porto Rico, Honduras e toda América Central se
duplicou e triplicou
a deserção para as seitas. No Uruguai, o governo militar
deu caminho livre à
seita Moon que se instalou no centro de Montevidéu com
aplicações superiores a
200 milhões de dólares. Na Bolívia, Garcia Meza
obteve da seita Moon a ajuda
para apoderar-se do poder e pouco tempo depois todos os oficiais foram
chamados
a assistir a cursos de mentalização. Outra causa da
expansão das seitas foi à
ignorância religiosa de muitos católicos.
São
muitas as pessoas que não tiveram acesso a nenhuma cultura
religiosa e à
primeira sacudida trocam de religião. As seitas aproveitaram
além disso os
grandes vazios da Igreja Católica que por falta de meios e de
pessoas se vê
obrigada a deixar grandes áreas com escassa ou nenhuma
atenção religiosa.
Eis aqui mais alguns dados sobre o progresso das seitas:
- Na
América Latina a cada hora, 400 pessoas
abandonam a Igreja Católica;
- Na Guatemala 25% da população já
é
evangélica;
- No Salvador cerca de 30% dos
católicos já passaram para as seitas;
- No México em 1970 os evangélicos
eram 880.000, hoje são perto de 5.000.000.
Sem
dúvida que um dos maiores desafios que a Igreja Católica
enfrenta é o avanço
das seitas que vão tomando um enorme ritmo de crescimento.
No
México, entre os católicos, tem surgido um movimento
chamado APÓSTOLOS DA
PALAVRA que desde o ano 1983 estão trabalhando eficientemente e
onde eles estão
presentes às seitas não avançam e está
começando um retorno para a Igreja
Católica.
A
estratégia consiste num processo que leva a incorporar a
APOLOGÉTICA em todas
as estruturas diocesanas e paroquiais. Desta forma se tem conseguido
fortalecer
a identidades católica de milhões de católicos
fazendo que cada um conheça a
sua Igreja e com a Bíblia na mão saiba doar uma resposta
aos injustos ataques
das seitas. Esta obra é impulsionada pelo Padre Flabiano
Amatulli e conta com a
bênção do Papa (2).
Uma
pesquisa feita pelo respeitado Centro de Políticas Sociais da
Fundação Getúlio
Vargas (FGV), do Rio de Janeiro, confirma que os Evangélicos
estão em plena
expansão, somando 12,49% de pentecostais e 5,39% dos
tradicionais entre a
população. A pesquisa Economia das
religiões: mudanças recentes foi realizadas a partir dos
dados do Censo de 2000
e da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF, 2003). A
projeção para este ano,
segundo os pesquisadores, é de que o Brasil, com uma
população hoje de mais de
188 milhões de habitantes, teria 139,4 milhões de
católicos e 43,64 milhões de
evangélicos. Esse crescimento evangélico teria como um
dos fatores motivadores
a grande oferta de ministros. Segundo a mesma pesquisa, há 18
vezes mais
pastores por evangélico do que padres e freiras por
católico – ou uma proporção
de cerca de 3,7 pastores para cada padre.
As
estatísticas são inequívocas. De acordo com o
Instituto Brasileiro de Geografia
e Estatística (IBGE), há mais de 20 anos, quase 90% da
população brasileira se
dizia católica, uma diferença gritante em
relação aos evangélicos. Na virada do
século, o número de crentes já havia crescido
consideravelmente, representando
cerca de 16% dos brasileiros. Atualmente, de acordo com o Instituto
Datafolha,
os evangélicos já chegam a 22% da
população, ou seja, cerca de 40 milhões de
pessoas. O Departamento de Pesquisas da Servindo Pastores e
Líderes (Sepal),
vai ainda além. De acordo com a entidade, sediada em São
Paulo, o crescimento
atual do segmento é da ordem de 7.5%, o que, se mantido nas
próximas décadas,
fará com que metade do país seja evangélica em
meados deste século.
“O
proselitismo agressivo e o fascínio que esses grupos despertam
fazem com que a
Igreja tenha seu rebanho de fiéis cada vez menor”, alertou o
cardeal Walter
Kasper, presidente do Pontifício Conselho para a Unidade de
Cristãos, em sua
passagem por Buenos Aires, na Argentina, em outubro passado. (3). Conclusão
“Nas
últimas décadas, vemos com preocupação, por
um lado, que numerosas pessoas
perdem o sentido transcendental de suas vidas e abandonam as
práticas
religiosas; e, por outro lado, que significativo número de
católicos estão
abandonando a Igreja para entrar em outros grupos religiosos. Ainda que
este
seja um problema real em todos os países latino-americanos e
caribenhos, não
existe homogeneidade no que se refere a suas dimensões e sua
diversidade”,
(Documento de Aparecida Nº 100 F).
“A
Igreja Católica é a única coisa que salva o homem
da degradante escravidão de
ser um filho de sua época”, dizia esplendidamente o renomado
escritor inglês Gilbert
Keith Chesterton (1874-1936), explicando os caminhos da
conversão. Chesterton
foi um ex-protestante convertido ao Catolicismo.
O
nosso desafio é levar toda verdade da Igreja: Una, Santa,
Católica e Apostólica
ao homem que está escravizado pelas religiões, seitas e
heresias.
A
nossa época é marcada pelo tsunami das seitas e pelo
terremoto das heresias. Só
a Igreja Católica é terra firme de
salvação.
Louvado
seja Nosso Senhor Jesus Cristo...
(2)
Sureda, Irmã Pilar. Sureda, Pe.
Pedro.
Sureda, Pe. Miguel Jordá. Saiba Defender Sua Fé,
Católica, Londrina: Grafmark,
2003, pp.184 e 191. (3)
Eclésia, Ano 11, Nº 121, p. 36. Revista
Igreja, agosto-setembro de 2007 pp.43 e 47. Bettencourt,
Estêvão. Igreja Católica,
denominações cristãs e correntes religiosas,
Aparecida: Ed. Santuário, 1999.
“O Espírito diz expressamente que
nos últimos tempos
alguns renegarão a fé, dando atenção a
espíritos sedutores e a doutrinas
demoníacas” (I Tm 4,1).
Segundo Marilyn McGuire, diretora
executiva da “New Age Publishing and
Retailing Alliance”, existem cerca de 2.500 livrarias sobre
ocultimo nos
Estados Unidos e mais de 3.000 editores de livros e revistas de
ocultismo. As
vendas de livros da Nova Era em essencial são calculados em um
bilhão de
dólares por ano. Isso torna o movimento da Nova Era uma
indústria
multibilionária, e tais indústrias recebem a
atenção das empresas e das
autoridades americanas (1).
Segundo o padre Oscar Quevedo, SJ,
estudioso das seitas, só no Brasil existem mais de 56 mil seitas
e religiões.
O Papa João Paulo II chegou a dizer
a um grupo de Bispos do Brasil em Roma, em 1995, que as seitas, “se
espalham na
América Latina como uma mancha de óleo, ameaçando
fazer ruir as estruturas de
fé de muitas nações” (2).
O especialista O autor do livro ‘Como Responder às
Seitas’, Hubert
F. Beck escreve: “As seitas, portanto, no pior sentido dos termos,
são
cismáticas e heréticas” (3). São as heresias que dão
fundamentos as seitas. O que
é heresia? Doutrina errônea, sustentada voluntária
e obstinadamente, por quem,
já tendo alguma vez admitida a fé cristã, nega
alguma das verdades proposta
pela Igreja como reveladas. TSUNAMI DAS SEITAS
O
diabo é o autor das heresias, dos cismas e das seitas. As seitas
são grandes
mentiras, que tem como pai o diabo (Jo 8,44).
O
diabo inspira três práticas nos líderes
sectários: o poder de ditador, a
ganância pelo dinheiro e a luxúria desenfreada.
O
poder diabólico dos líderes, leva os adeptos ao
fanatismo, intolerância e
escravidão pela lavagem cerebral. A ponto de viverem isolados e
incompatibilizados com a família, amigos e com todo o contexto
social.
Grande
é a manipulação e alienação nos
seguidores das seitas. Nas seitas perdem a
liberdade e a felicidade do corpo e da alma. Os sectários
são escravos do
proselitismo.
A
doutrinação constante nos fiéis sobre o fim do
mundo levam-nos a fuga da
realidade, daí o individualismo e o desprezo pelas
questões sociais.
Quando
os líderes sectários se envolvem na política
partidária, lutam pelos seus próprios
interesses. Praticam uma política
assistencialista, paternalista e até mesmo corrupta.Diga-se de
passagem o
escândalo da sanguessuga.
Esses
líderes são doentes pelo poder terreno. Procuram esse
poder com toda política
maquiavélica, com um único objetivo: derrubar a Igreja
Católica e outras
comunidades sérias.
As
seitas são organizações religiosas, que nos seus
bastidores são verdadeiras
máquinas do crime. A vida pomposa de seus líderes,
não difere dos grandes
mafiosos.
O
Papa João Paulo II disse: “No mundo, há um mal agressivo,
que Satanás guia e
inspira. Vivemos dias tenebrosos e somos assaltados pelo mal”.
No
campo da religião, o mal principal que Satanás inspira
é o engano religioso.
Seus apóstolos assaltam vergonhosamente o povo, não em
seu nome, mas no nome
santo de Deus. É irônico e paradoxal.
Satanás
inspira um poder tão grande nos seus líderes, que muita
gente são roubadas por
eles sem perceberem o rombo na conta bancária, estamos vivendo a
era do tsunami
das seitas. O estrago é terrível, no contexto social,
político, econômico
cultural e principalmente teológico.
O
estrago já foi feito na área da sã doutrina. A
fé foi danificada e a graça
barateada. O que fazer? Quem responde é o Papa Bento XVI: * “A
resposta mais
radical ás seitas passa através “da redescoberta da
identidade católica: é
preciso uma nova evidência, uma nova alegria, se posso dizer,
é preciso mesmo
um novo ‘brio’ (que não contradiz a indispensável
humildade) de sermos
católicos” (4).
Já
é hora do católico conhecer e defender o patrimônio
da fé da única Igreja de
Cristo, Una, Santa, Católica e Apostólica.
O
modelo inspirativo é o Cabeça da Igreja – Jesus Cristo –
os mártires e os
santos.
Disse
o mártir do Coliseu Romano Santo Inácio de Antioquia:
“É preciso não só levar o
nome de cristão, mas ser de fato”. *Na época da resposta era o
Prefeito da Sagrada
Congregação para Doutrina da Fé, Cardeal Joseph
Ratzinger. R E F E RÊ N C I A S
“A
teologia da prosperidade está mesmo funcionando para os líderes, eles, sim, então
cada vez mais ricos”.
Ariovaldo Ramos Ex-Presidente da Visão Mundial no
Brasil.
O poeta alemão, Johann Wolfgang von
Goethe (1949-1832), autor da mais célebre das versões do
mito de Fausto, o
homem que vence sua alma ao demônio em troca da suprema
excelência em sua
profissão, e também por alguns prazeres espécie de
administrador do ducado de
Wilmar durante anos, de modo que quando acrescentou em 1832, no fim da
vida,
alguns capítulos novos de Fausto, que começou a escrever
sessenta anos ante,
aplicou lições que aprendeu em sua experiência como
espécie de autoridade
monetária.
Num desses capítulos novos, há uma
cena antológica, e de exame obrigatório nas escolas de
economia “Mefistófeles
se apresenta ao imperador, numa terça-feira de Carnaval, e o
encanta com as
maravilhas do papel-moeda”. Embevecido, o
imperador ordena a seus artesãos que multipliquem os tais
papéis, que circula,
“rápidos e festivos como raios de primavera”, trazendo
prosperidade
desenvolvendo para o reino, porém, apenas de forma fugaz. Tudo
era falso como as fantasias de
Carnaval e de Mefistófeles. Segue-se a inflação, a
crise e o sofrimento. O
imperador havia sido enganado, com Fausto, ao abdicar de valores
permanente, a
alma, em troca de realizações efêmeras. (1).
Estamos vivendo a era religiosa de
fausto. Muitos líderes religiosos estão vendendo a alma
ao demônio do dinheiro,
da ganância e da fama em troca da luxuria e do poder terreno.
É a inversão dos
valores éticos da teologia Apofática e Teândrica
pela Teologia da Prosperidade.
Nossa era está sendo marcada por uma
prática religiosa escandalosa sem precedente. Estamos vivendo a
era de falsas
teologias, de efêmeras igrejas, de pastores fugazes e de crentes
desvalorizados. Esse tipo de religiosidade é pior que reality
shows.
Como disse Ariovaldo Ramos: “A
Igreja evangélica brasileira está sendo alvo de varias
tentativas de golpe e
não pode capitular à ganância dos maus pastores que
vêem nela um trampolim para
a riqueza, para a fama e para o poder; à ganância dos que
nela vêem um mercado
a ser desenvolvido e explorado”. (2).
O Bispo e teólogo Robinson
Cavalcanti disse: “Creio ter vindo o suficiente para presenciar o
“crescimento
decadente” do protestantismo brasileiro
- seu abandono, quase por completo, das fontes reformadas;
sua adoção e
práticas do pragmatismo secular, a intolerância do
exclusivismo
fundamentalista; e a suprema ironia da adoção de pontos
de vista
católico-romanos, quando mais alta seja a retórica da sua
pregação”. (3). Na
década de 60, surge no Estados Unidos a filosofia da
prosperidade através dos
ensinos budista e taoísta. O filósofo Dr. Essek. W.
Kenyon (1867 -1948), foi o
mentor de transportá-la para o meio cristão. Na
década de A
cantora americana pop-star Madonna disse: “Nós, americanos,
somos obcecados por
valores totalmente errados, como ser bonito, ter dinheiro no banco, ser
bem
sucedido”. O
pensamento de Madonna, define muito bem a teologia da prosperidade. E
de
maneira mais completa a do psicanalista inglês Adam Phillip, “No
século XIV, se
as pessoas fossem perguntadas sobre o que queriam na vida, diriam que
buscavam
a salvação divina. Hoje a resposta é “ser rico e
famoso”. Existe uma espécie de
culto que faz com que as pessoas não consigam enxergar o que
realmente querem
da vida”. O
apostolo São Paulo disse: “Tende cuidado, para que
ninguém vos faça presa sua,
por maio de filosofias e vãs subtilezas, segundo a
tradição dos homens segundo
os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo”. (Cl 2.8). O
ensino da teologia da prosperidade que o crente não adoece e tem
o pode de
conseguir tudo por determinação e decreto, é puro
engano e heresia. Tal ensino
não é segundo Cristo e sim segundo a esperteza de falsos
pastores. (Is 56.11;
Fl 3.2, Ap 21.8). O
ensino do Nosso Senhor Jesus Cristo para os verdadeiros pastores e
cristãos é
segundo o grande teólogo suíço Urs Von Balthasar
(1905-1988). “Uma decisão por
Cristo comporta inelutavelmente a aceitação da morte e do
martírio. O cristão
se engana e é infiel á sua fé se não
concebe a vida como uma resposta de amor
ao amor divino que se manifesta em sua glória através do
Kenosis sobre a cruz.
É a cruz que nos torna plenamente disponível à
missão de estabelecer o reino de
Cristo em meio aos homens”. (4). Para
os verdadeiros seguidores de Jesus Cristo, as beatitudes de Mt. 5.1-12
são
suficientes para a glória do martírio. Estamos
vivendo uma crise moral em todos os contextos sociais. É muito
triste essa
crise na igreja legitimado pela teologia liberal e da prosperidade.
Luiza Nagib
Eluf, procuradora da Justiça e autora de A Paixão no
Banco dos Réus disse:
“Estamos num mundo que valoriza a ostentação, consumismo
desenfreado e
neurotizante. Se não há outros valores que não
sejam o dinheiro e a
gratificação imediata, pelo consumismo ou pelo sexo,
não se pode esperar
respeito por nada ou por ninguém”. (5).
Ultimamente
muitas organizações e até pessoas começaram
a utilizar um método muito
eficiente de proselitismo: o “evangelho do enriquecimento”. Muitas
igrejas,
pregadores, esotéricos e afins dizem: “Vem para cá e tu
ficarás rico”; ou “ouve
os testemunhos”. Então é elencada ostensivamente uma
relação de bens
adquiridos. É
o que Ari Pedro Oro, autor do livro avanço Pentecostal e a
Reação Católica
(Editora Vozes Ltda., Brasil) chama “Teologia da Prosperidade” e de
efeito
multiplicador. A “Teologia da Prosperidade” é uma tática
de proselitismo
extremamente eficiente e tentadora porque vai no ponto
vulnerável: o
consumismo, a vaidade. A industria moderna põe no mercado bens
que a população,
de mentalidade consumista, geralmente não consegue adquirir.
Esta demanda
reprimida é que faz com que os pobres vislumbrem nesta
versão do evangelho uma
possibilidade de satisfação individual, até mesmo
pela influência dos
testemunhos televisionados. É apresentado um Deus mercador da
felicidade, um
Jesus na forma de gênio da lâmpada. A idéia de
“efeito multiplicador”, conforme
chama Ari Pedro Oro, é um chamariz eficientíssimo.
Lembra-nos a prática dos
sacrifícios pagãos, que eram feitos em troca de alguma
vantagem. Este efeito assemelha-se
a uma hipotética aplicação financeira mais
rentável do que as concorrentes: as
pessoas venderiam seus bens para ali aplicar. As Igrejas tradicionais
pediam
dinheiro e estimulavam o dizimo, contudo não criavam nos
contribuintes a
expectativa de que as suas contribuições os fariam ricos.
As novas igrejas
conseguiram conciliar a ganância material dos crentes com seus
anseios
espirituais: o mesmo que faziam os adoradores do Deus pagão
Mamom. As suas
orações e suas ofertas são quase uma
transação comercial. Deram um respaldo
espiritual ao materialismo: estimulando à semelhança de
Satanás que ofereceu o
mundo a Jesus (Mt. 4,8-11). Os testemunhos televisionados, referentes
ao
enriquecimento para estimular a cobiça dos crentes, servem
também para “massagear-lhe
o ego” (dizendo “você merece ficar rico”). (6).
Para uma meditação
abissal: “Mas é grande ganho
a piedade com contentamento. Porque nada trouxemos para este mundo, e
manifesto
é que nada podemos levar dele. Tendo, porém, sustento, e
com que nos cobrimos,
estejamos com isso contentes. Mas os que querem ser ricos caem em
tentação e em
laços, e em muitas concupiscência louca e nociva, que
submergem os homens na
perdição e ruína. Porque o amor ao dinheiro
é a raiz de toda a espécie de
males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e com
muitas dores”. ( I Tm
6.6-10). Referências
2.
Ariovaldo Ramos, Nossa
Igreja Brasileira: uma opinião sobre a história recente, São Paulo: Hagnos, 2002,
pp. 20 e 37. 3.
Robinson Cavalcanti,
Ultimato, Maio –Junho, 2003. p.49. 4. Batista
Mondin, Os
grandes Teólogos do Século Vinte: Teologia Contemporânea, São
Paulo: Editora
Teológica, 2003, p.552. 5. Luiza
Nagib Eluf,
Ultimato, Maio – Junho, 2003, p.22. 6. Dom
Estêvão Bettencourt,
OSB. Boletim Ontem, Hoje, Sempre, Março – Abril, 2003, p.5.
PALAVRA DO
PAPA SOBRE AS SEITAS
“O
sucesso das seitas demonstra, por um lado, que há uma difundida
sede de Deus,
uma sede de religião; as pessoas querem estar próximas de
Deus e procuram
entrar em contato com Ele. E naturalmente, por outro, aceitam
também quem se
apresentam a prometer soluções para os seus problemas de
vida diária. Nós, como
Igreja Católica, temos o dever de praticar precisamente aquela
que á a
finalidade de V. Conferência, seja ser mais missionários
e, portanto mais
dinâmicos, Estamos conscientes de que juntamente com esta
resposta à sede de
Deus, devemos ajudá-los a encontrar as condições
de vida justas quer a nível
microeconômico, nas situações extremamente
concretas como fazem as seitas, quer
no plano macroeconômico, pensando inclusive em todas as
exigências da justiça”.
(Entrevista concedida pelo Santo Padre Bento XVI aos jornalistas
durante o vôo
para o Brasil, 09/05/2007).
“Entre
os problemas que afligem a vossa solicitude pastoral está sem
dúvida, a questão
dos católicos que abandonaram a vida eclesial. Parece claro que
a causa
principal, dentre outras, deste problema, possa ser atribuída
à falta de uma
evangelização em que Cristo e a sua Igreja estejam no
centro de toda
explanação. As pessoas mais vulneráveis ao
proselitismo agressivo das seitas –
que é motivo de justa preocupação – incapazes de
resistir às investidas do
agnosticismo, do relativismo e do laicismo são geralmente os
batizados não
suficientemente evangelizados, facilmente influenciáveis porque
possuem uma fé
fragilizada e, por vezes, confusa, vacilante e ingênua, embora
conservem uma
religiosidade inata.
É
necessário, portanto, encaminhar a atividade apostólica
como uma verdadeira
missão dentro do rebanho que constitui a Igreja Católica
no Brasil, promovendo
uma evangelização metódica e capilar em vista de
uma adesão pessoal e
comunitária a Cristo. Trata-se efetivamente de não poupar
esforços na busca dos
católicos afastados e daqueles que pouco ou nada conhecem sobre
Jesus Cristo,
através de uma pastoral da acolhida que os ajude a sentir a
Igreja como lugar
privilegiado do encontro com Deus e mediante um itinerário
catequético
permanente”.(Discurso do Papa Bento XVI aos bispos do Brasil na
Catedral da Sé,
11/05/2007).
“Percebe-se
com tudo um certo enfraquecimento da vida cristã no conjunto da
sociedade e da
própria pertença à Igreja Católica, devido
ao secularismo, ao hedonismo, ao
indiferentismo e ao proselitismo de numerosas seitas, de
religiões animistas e
de novas expressões pseudo-religiosas”. (Homilia do Papa Bento
XVI, na abertura
da Conferência de Aparecida, 13/05/2007).
Como é colossal a explanação que faz
o Papa Bento XVI da Santa Igreja Católica. Realmente, a Igreja
Católica é
detentora de toda riqueza espiritual. Temos tudo na santa Madre Igreja.
Seu
patrimônio de fé é impar. Sua história
é única e abissal. Historiadores jamais
podem alcançar sua profundidade histórica. Sua doutrina
é a construção mais
elevada da dignidade da pessoa humana.
Afirma o Pastor Universal, o Santo
Padre Bento XVI:
“Queridos
homem e mulheres da América Latina sei que tendes uma grande
sede de Deus. Sei
que seguis Àquele Jesus, que disse << Ninguém vai
ao Pai senão por mim
>> (Jo 14,6). Por isso o Papa quer
dizer todos A Igreja é nossa casa! Esta é a nossa casa!
Na Igreja Católica
temos tudo o que é de bom, tudo o que é motivo de
segurança e de consolo! Quem
aceita a Cristo: << Caminho, Verdade e Vida>>, em sua
totalidade,
tem garantia a paz e a felicidade, nesta e na outra vida! Por isso, o
Papa veio
aqui para rezar e confessar com todos vós: vale a pena ser
fiéis, vale a pena
perseverar na própria fé! Mas a coerência na
fé necessita também uma sólida
formação doutrinal e espiritual, contribuindo assim
à construção de uma
sociedade mais justa, mais humana e cristã. O Catecismo da
Igreja Católica,
inclusive em sua versão mais reduzida, publicada com o
título de Compêndio,
ajudará a ter noções claras sobre a nossa
fé”. (Discurso de Bento XVI após a
Oração do Santo Rosário com os sacerdotes e
religiosos no Santuário de Nossa
Senhora Aparecida, 12/05/2007).
O
sucessor de São Pedro Apóstolo, convoca a todos que amam
a riqueza da Santa
Madre Igreja, a propagar a verdade evangélica com todas as
forças:
“Uma
missão evangelizadora que convoque todas as forças vivas
deste imenso rebanho.
Meu pensamento dirige-se, portanto, aos sacerdotes, religiosos,
religiosas e
leigos que se prodigalizam, muitas vezes com imensas dificuldades, para
a
difusão da verdade evangélica. Dentre eles, muitos
colaboram ou participam
ativamente nas Associações, nos Movimentos e em outras
novas realidades
eclesiais que, em comunhão com seus Pastores e de acordo com as
orientações diocesanas,
levam sua
riqueza espiritual, educativa e missionária ao
coração da Igreja, como preciosa
experiência e proposta de vida cristã”. (Discurso de Bento
XVI aos bispos do
Brasil na Catedral da Sé, 11/05/2007).
Com amor e incentivo exorta o Santo Padre:
“Sede discípulos fiéis, para ser missionários
valentes e eficazes”. Coca-cola e seitas são dois produtos mais exportados dos Estados Unidos. América do Norte é marcada pela invasão militar, pelo preconceito racial, pela indústria cinematográfica, pelo capitalismo, pelo gasto de 7 bilhões de dólares por ano em material pornográfico (1) e pelo celeiro gigantesco das seitas. O livro ‘A Peste das Almas – Histórias de Fanatismo’ de Marcos Antonio Lopes e Marcos Lobato Martins, afirmam que nos Estados Unidos em particular, “prosperam seitas cristãs irracionais e excêntricas”. Citam o exemplo da Igreja do Manuseio da Cobra, no Tennessee, que congrega cristãos puritanos, praticantes do manuseio de cascavéis como teste de pureza. E, ainda, a Igreja Americana Nativa, fundada em 1918, que encoraja o uso do peito asteca para fortalecer, em seus seguidores, “sua capacidade de atração”. (2). Os Estados Unidos têm uma história terrível de sangue devido o fanatismo religioso. A intolerância das seitas tem levado muita gente à desvinculação familiar, ao desemprego, às drogas, à marginalização, à depressão, à loucura e a morte. O fundamentalismo das seitas leva ao radicalismo dos fiéis ao enfrentamento com qualquer coisa que venha contra o seu ensinamento doutrinário. O fundamentalismo cega a inteligência dos sectários. A radicalidade apaga o raciocínio de ver no outro um amigo, um irmão. Dentro desse contexto, os sectários não aceitam o diferente. Tudo está errado, só eles estão certos, só eles têm a verdade, Deus e o céu. Só eles têm o Livro Sagrado, só eles sabem interpretar a Bíblia Sagrada e só eles tem visões e revelações do “Espírito Santo”. A jornalista Patti Waldmeir do Financial Times, de Washington escreve que a “diversidade religiosa cria problemas para companhias americanas”. “Mais trabalhadores estão expressando suas visões religiosas no trabalho (...) e mais empregadores estão trazendo sua religião para o local de trabalho”, afirmou Peggy Mastroianni, assessora jurídica da Equal Employment Opportunity Commision (EEOC), a comissão reguladora do setor trabalhista nos Estados Unidos. As reclamações de discriminação religiosa recebidas pela comissão aumentaram em 27% desde 2000. O mestre hindu Swami Vivekananda chega aos Estados Unidos em 1893, pregando a doutrina da reencarnação. O ocidente recebeu muito bem a doutrina do carma, do darma, da meditação, yoga e do pensamento positivo. O hinduísmo, budismo, xintoísmo e confucionismo adentraram nos Estados Unidos aglomerando muitos adeptos. Dizia Buda: “Tudo o que somos é resultado do que pensamos”. Estudiosos da filosofia do pensamento positivo, poder da mente e da prosperidade, criaram literaturas de auto-ajuda. O principal mentor desta literatura foi o poeta e ensaísta americano Ralph W. Emerson que publicou o livro Autoconfiança em 1841. Escreveu ele: “Acreditar que aquilo que é verdadeiro no seu coração é verdadeiro para todos os homens - isto é o gênio”. Emerson é considerado o precursor de toda literatura de auto-ajuda. Outro americano mestre da auto-ajuda foi Dale Carnegie que publicou um clássico deste ramo em plena crise econômica – a Grande Depressão dos anos 30. “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas”, foi publicado em 1936. Carnegie escreveu: “Acredite que você pode mudar sua vida e isso se concretizará”. Nessa empreitada surgem dois pastores protestantes: Essek W. Kenyon e Norma Vincent Peale, ambos americanos. Doutor Kenyon, como é conhecido, foi metodista, batista e depois um pregador pentecostal itinerante. Dr. Kenyon escreveu dezoito pequenos livros, nos quais enaltece a força do espírito e da mente sobre a matéria, e afirma que as doenças se originam na esfera metafísica e que a cura é resultado da ação da mente sobre o corpo. Ensinava: “Andar como Jesus andou, sem qualquer consciência de inferioridade em relação a Deus... ter uma fé que abalará o mundo”. Outro pastor metodista é mais conhecido devido seu livro que é outro clássico da literatura de auto-ajuda, Peale lança em 1952, o livro ‘O Poder do Pensamento Positivo’. O livro carrega características da fé bíblica positivista. Esse livro marca uma nota de diferente dos demais, devido sua ênfase na fé, na Bíblia e na oração. Pelae escreveu: “A fé pode conseguir qualquer coisa”. A trilogia do seu pensamento é: “Ore, imagine e realize”. Este pensamento é seguido a risca pelo pastor coreano Paul Yonggi Cho, que tem a maior denominação protestante do mundo. No final da década de 50 e início da década de 60, os gurus hindus do oriente, como o iogue Maharishi Mahesh, Baba Muktananda, Yogananda, iogue Bhajan, Vivekananda e muitos outros, ficaram muito felizes de saber que, através da popularização do uso das drogas psicodélicas, milhões de ocidentais estavam descobrindo uma realidade não-fisíca cuja existência a ciência ocidental vinha negando por muito tempo. Eles perceberam rapidamente que estava se abrindo no Ocidente um amplo mercado para suas doutrinas. Nascia o movimento da Nova Era. Os ensinos da filosofia da prosperidade ocidental, as literaturas de auto-ajuda e o movimento da Nova Era, penetraram nas igrejas cristãs americanas detonando a dogmática bíblica e deixando um oceano de heresias Dr. Kenyon foi mentor de transportar para o meio evangélico a filosofia da prosperidade em teologia da prosperidade. Esta se tornou o fundamento do ministério do pastor Kenneth Hagin. Hagin é conhecido como o Pai do Movimento da Fé. Ele se tornou o maior pregador e publicador da teologia da prosperidade e junto com Dr. Kenyon é o mentor das igrejas neopentecostais. Dentro desse contexto está incluso a falsa doutrina psicológica nas igrejas americanas que se espalha para o mundo inteiro. Diz o pastor T. A. McMahon, diretor executivo do ministério The Berean Call: “Na história da igreja atual não houve nada que mais induzisse os crentes a abandonarem sua fé na suficiência da Palavra de Deus do que a pseudociência do aconselhamento psicológico. Considere o seguinte: nos EUA, a igreja evangélica é um dos principais serviços que indicam e encaminham casos para psicólogos e psiquiatras”. (3) T.A. Mcnahon denuncia que muitas igrejas e livros são fundamentados em tais ensinos. Diz ele: “Um exemplo típico seria o da igreja americana de Wilow Creek, do Pastor Bill Hybels. Hybels não apenas ensina princípios psicológicos, mas também utiliza princípios psicológicos como parâmetros de interpretação na sua exegese das Escrituras”. “O livro de Rick Warren, recordista de vendas, The Purpose – Driven life [publicado em português com o titulo Uma vida com Propósitos] promove a aceitação da psicologia na igreja ao incluir expressões psicologizadas”. Com tanta negação da Palavra de Deus por muitas igrejas americanas e a nação tomada por religiões, seitas e heresias, o especialista no assunto, o escritor americano Dave Hunt chega dizer: “Antigamente, os EUA eram conhecidos como uma nação cristã. Mas hoje poderíamos muito bem dizer que este país é uma nação anticristã. Símbolos cristãos como a cruz e os Dez Mandamentos não podem mais ser exibido em lugares públicos”. (4) O americano Edwin Kagin, de 66 anos, filho de um pastor presbiteriano cuja linhagem remonta ao reformador escocês John Knox. Kagin e sua esposa Helen fundaram em 1996, nas proximidades de Clarksville, em Ohio, o primeiro acampamento ateísta da América, o Acampamento Quest. Todo o seu trabalho será para provar que Deus não existe. Tem como objetivo catequizar as crianças. (5) CONCLUSÃO Nos Estados Unidos, o Movimento da Auto-Ajuda movimentou 8,5 bilhões de dólares em 2004 e cresceu 50% nos últimos cinco anos (no Brasil, foram 2,9 milhões de livros vendidos em 2003, último dado disponível). “Tudo o que esse mercado deseja é que as pessoas não resolvam seus problemas – e continuem devorando livros, vídeos, palestras e outros produtos. Qual a resposta da auto-ajuda quando seus métodos falham? É simples: consuma mais auto-ajuda”, afirma o jornalista Steve Salermo autor da obra: ‘Como o Movimento de Auto-Ajuda Deixou a América Desamparada’. (6) Já dizia a Sentença Latina: “Vulgus vut décipi – O povo que ser enganado”. Escreve São Paulo Apóstolo: “Quanto aos homens maus e impostores, eles progredirão no mal, enganando e sendo enganados” (2 Tm 3,13). Vivemos numa era bastante propícia para o engano. Muita gente desesperada, solitária, depressiva, desempregada e não amada. Vem o supermercado das religiões para piorar a situação. A crise financeira e o conflito pessoal levam qualquer pessoa sem fundamento da santíssima fé cristã a navegar em qualquer barco furado. A pós-modernidade é marcada por pessoas que estão com mente cheia de silicone, o coração lotado com cacos de vidros, a alma toda cortada com bisturi e o corpo dominado pelo luxo do lixo da moda. Quem se envolve com seitas, por mais alto conhecimento científico e tecnológico que possa ter, torna-se inútil diante da manipulação e alienação das seitas, ou seja, a pessoas é um objeto, um boneco de marionete na mão do líder ou do grupo que lidera. Espero que muitos cristãos sinceros americanos se levantem contra o engano da serpente e preguem a verdade de Cristo que tem todo o poder de libertar muito americano das seitas e heresias. “Feliz a nação cujo Deus é o Senhor, o povo que escolheu para si como herança” (Sl 33,12. REFERÊNCIAS Pe.
Inácio José do Vale
Pároco da Paróquia São Paulo Apóstolo Professor de História da Igreja Faculdade de Teologia de Volta Redonda Email: pe.inaciojose.osbm@hotmail.com ***************************************************************** |
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