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Pastoral Vocacional:
Novidades para os vocacionados e
seminaristas.
O Sínodo
dos Bispos que aconteceu recentemente em Roma, trouxe muitas novidades
para os vocacionados e seminaristas. Entre
essas novidades consta um aperto maior e um pouco mais de rigidez nos
candidatos ao sacerdócio, inclusive estudo de latim e Canto
Gregoriano.
Certamente que o “aperto” se assim se pode dizer, implica numa
vivência Eucarística mais intensa, uma piedade mais
voltada para o Mistério da Eucaristia que é
fundamentalmente, a base do Sacerdote. A celebração da
Santa Missa é uma festa mas
não ao modo profano, ou como as festas mundanas. Entenda-se que
uma festa espiritual assume a intensidade altura e grau do
espírito humano em sua escalada em espiral rumo a casa da Pátria Celeste. Transformar a
Missa num festival de música popular não é certo,
como não o é quando se assemelha a um bailão. Deus
não pode ser chamado aos gritos como se fosse surdo. As
danças e as coreografias são um verdadeiro atentado a
Liturgia quando não ao pudor, pois meninas são vistas
dançando diante do Altar com vestidos que ao moverem-se mostram
as nádegas. Vocês acham que isso é certo na
Liturgia? Nossa Senhora a Virgem pura por excelência muitas vezes
é homenageada por
moças e meninas em atitudes quase indecentes ao exibirem
deslavadamente seu corpo diante do público que veio para venerar
e não para pecar mais ainda por pensamentos mundanos e
indecentes contra a moral cristã e os bons costumes. Essas tais
de celebrações pecaminosas deverão ser erradicadas
quando o clero e os seminaristas tiverem mais cultura religiosa e
ascética. Eis que o Sínodo dos Bispos tratou do assunto
em boa hora. Nós perguntamos: afinal estão
indo numa Missa ou num “Show”? Não se pode confundir um com o
outro.
Mas, que dizer dos vocacionados apegados a
“mamãezinha”? Pois é, mas são muitos e extrapolam,
com isso, a limpidez do chamado de Jesus e do abandono da
família. Quem tem vocação verdadeira não
mede os quilômetros nem o tempo nem o espaço. O chamado de
Jesus não tem distâncias e o vigor Missionário da
Igreja após o Sínodo concita a todos os que se sentem
chamado à vida Religiosa ou Presbiteral
ao espírito missionário que não conhece fronteiras, nem olha
para traz depois de assumir a missão.
Jovens convidados a ingressarem em nosso Mosteiro
alegaram ser muito longe. Que pena tais moços não
têm noção de seu ideal e de sua
vocação. Quem deseja seguir Jesus vai aos confins da
terra de olhos fechados confiando na ternura de seu chamado e no amor
de sua proposta. Outros perguntaram quais os diplomas
universitários que iriam ganhar sendo Monges Cecilianos. Muitos estudantes que, avidamente
desejaram um diploma de Filosofia, não ficaram padres, pois quem
não via que o desejo deles era obter um diploma e depois”abrir os panos?”. Eles, na maioria colonos
ou vileiros, encontram nos
seminários estudo gratuito, sem trabalhar, tratamento
dentário, assistência de saúde e outros
benefícios sem nunca terem tido a intenção de
serem Sacerdotes. Muitos desses terminaram seus estudos, deixaram o
seminário e “zarpam” para o mundo muitos deles tornando-se
fiéis da Nova Era e falam mal da Igreja e difamaram o clero.
Raros são os que se tornam bons Católicos e ficam
fiéis à Igreja.
Filhos mimados em demasia nunca serão bons religiosos nem
sacerdotes confiáveis. Diga-se o mesmo daqueles pobres e
infelizes, criados como uns brutos, sem sentimentos nem alma nem
coração. Muitos já quase prontos na sua Teologia,
ainda exclamam: “minha gente” para seus familiares. Os seminaristas e
candidatos a Padres ou Monges e Monjas devem prestar bem
atenção e ler atentamente aquilo que Jesus diz: “Eis
aqui minha mãe e meus irmãos Todo aquele que faz a
vontade de meu Pai que está nos céus, esse é meu
irmão e minha irmã e minha mãe”. O fanatismo familiar não é bom indicativo de
uma vocação séria e madura.
(Mt 12,49-50) Se pretendem seguir Jesus devem
imitá-lo e não por alto nem fazendo de conta, mas de
verdade e “pra valer”. Importa que essas
pessoas seguidores de tão grande Mestre se identifiquem com ele,
sem disfarces nem maquiagens de cristãos pois,
seria uma palhaçada para fazer abobados rirem.
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