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Pastoral Vocacional:
Nossa vida de monge.
Vivemos isolados do mundo, somos alegres
com isso. Reconhecidos ou não pelos hereges, nós somos
monges no legítimo termo da palavra. Levamos vida oculta sem
participar do mundo cão que nos cerca, estamos escondidos com
Cristo em Deus.
Entre as grandes
declarações feitas pelo Papa João Paulo II bem no
ocaso de sua existência, inclui-se os elogios à vida
monástica. Curiosamente ele fez tais declarações
em Rívolla num mosteiro ortodoxo. Isto para que ficasse bem
claro que:
1)
Existem várias organizações monásticas
mesmo no ocidente que trazem a marca do mérito de uma vida
inteiramente consagrada a Deus. Não é privilégio
só dos filhos de São Bento o fato de ser monge. Embora
eles sejam considerados nossos irmãos mais velhos e decanos da
vida monástica ocidental.
2) A
maneira de ser monge na atualidade é diferente daquela que foi
conhecida na época de ouro do monaquismo a partir do oriente. O
Concilio Vaticano II trouxe novos estímulos a esse tipo de vida,
sem deixar que ela perdesse seu valor tão antigo e sempre
renovado.
3) Monge
é sempre Monge e sua característica principal é o
afastamento do mundo guardando a castidade, ao fazer-se eunuco por
causa do reino do céu, como Jesus mesmo afirmou (Cf. Mt 13,12) e
praticando a pobreza como sinal daquele Deus “que sendo rico se fez
pobre” (II Cor. 8,9) nascendo em Belém e na obediência
“obediente até a morte e morte de Cruz” (Fl. 2,8).
Se os
hereges das seitas modernas não aceitam que os Monges renunciem
o casamento, eles também estão rejeitando os ensinamentos
do Novo Testamento e tudo o que Jesus Cristo disse e pregou. Estudem
mais queridos irmãos, antes de emitir vossas críticas
tão pobres quanto vossa inteligência e conhecimento
Bíblico.
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