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| Ano: II Edição: Mensal N°: XIV Mês: Dezembro de 2004. | ||||||
| Informativo
Oficial da Congregação Monástica de Santa Cecilia |
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Pastoral
Vocacional: O problema das vocações O problema das vocações, nos
impele a fazer uma revisão das
situações, a guisa de sugestão. Em várias Dioceses o
abandono do Ministério Sacerdotal já está se
tornando algo crítico e começa
a fazer pensar em muitas situações e coisas. Há fiéis que não gostam que
esse problema seja falado em público. Naturalmente, como
é óbvio, o leigo não consegue assimilar a
realidade dos Religiosos e Sacerdotes da mesma forma como é enfocado dentro da Comunidade ou
da Diocese. Assim é que muitas opiniões são
aquelas de “entrar num ouvido e sair no outro”, como diz o
ditado popular. Em primeiro lugar, ao que parece, tudo ficou
muito “manga larga” muito livre. Seria bom uma experiência com um
grupo mais conciso, mais fechado. Nesse sentido os formadores
não deveriam permitir ao
seminarista sair para divertir-se, seria a primeira coisa. Nada de vida
mundana, mas procurar levar uma vida ascética, com
espiritualidade, meditação, leitura espiritual etc.Afinal
o Padre deve ser um homem da oração e nunca o será
se não for formado para isso; acostumado desde o início
dos estudos. Outra iniciativa seria de prolongar as
Ordenações Sacerdotais,
não aos 24 anos de idade, quando ainda são
adolescentes adultos, mas lá pelos 30 anos de idade. Outro ponto altamente positivo seria a guarda do
sexto e nono mandamentos da lei de Deus para os jovens que desejam
chegar ao sacerdócio celibatário. É difícil
engolir que homens pretendentes ao sacerdócio freqüentem
lugares de meretrício o que em muitas partes fazem,
lamentavelmente e nós temos conhecimento. A Ordenação de homens casados no
Ocidente é um fiasco. Conhecemos um Padre que é
viúvo e freqüenta ativamente
as casas de perdição anexas à paróquia.
Todo o povo reclama e a igreja paroquial onde ele trabalha, está
se esvaziando, mas ele coloca a culpa nas seitas. Pobre do Bispo que
não sabe de nada! Claro, pois “os de casa são os
últimos que ficam sabendo” reza o refrão popular. A moral dos pretendentes ao sacerdócio
deve ser muito bem testada no tempo de seminário E os Senhores Bispos, desculpem a franqueza,
devem perder a mania de quererem mostrar que ordenaram tantos Padres,
que crismaram tantos jovens. O Reino de Deus não se faz por
cifras nem números, se
constrói anonimamente como o
grão da mostarda que é pequenino e depois cresce bastante. Parece que há uma espécie de
fraqueza nesse sentido, o desejo de mostrar na visita “Ad limina” o
maior numero possível de ordenações para obter
elogios do Papa ou ficar Arcebispo ou quem sabe Cardeal. As ordenações de jovens imaturos
estão resultando nessa triste constatação e
debandada de Padres.
Rezemos sempre e com mais força para que
Deus por meio de seu Espírito Santo modifique tal
situação, sem dor nem tantos escândalos.
Também seria muito bom que rezássemos pelos Padres que abandonam o Ministério, não para
que eles voltem a exercer, mas para que refaçam suas vidas e possam ser
úteis a si e ao próximo de outra forma que não
necessariamente no Ministério Sacerdotal. ******************************************************************* *******************************************************************
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