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Usura – Calúnias e Insultos.
Na quarta feira
dia 4 de fevereiro de 2004 o Santo Padre João Paulo II, em sua
alocução semanal, pediu
que banissem a usura, as calúnias e os insultos contra pessoas.
Foi
ótima essa alocução, pena que não tenha
vindo
antes, mas ainda tem muito efeito e sempre vem bem, nunca é
tarde
para a verdade.
Percorrendo as páginas do Dicionário Aurélio,
encontrei as seguintes definições, que repito à
guisa de informação para quem não seja muito
familiarizado com sinônimos.
Usura= lucro exagerado,
avareza, ambição, emprestar com juros altos.
Avareza= apego demasiado e
sórdido ao dinheiro.
Insulto= afronta, ofensa,
injúria.
Calúnia=Atribuir,
falsamente, a alguém um fato definido como crime, difamar, fazer
acusações falsas.
Agora vamos por partes:
A usura é
conseqüência da fúria consumista que invadiu as
gerações do pós-guerra. Todos querem ganhar muito,
por vezes trabalhando pouco, ou às custas do holocausto de
subalternos necessitados, muitos deles pessoas de pouca
cultura, sem argumentos nem defesa. Não é demais
salientar
que o governo é o mais ambicioso e usurpador dos pobres
impondo-lhes
cargas tributárias que ultrapassam os limites de seus lucros.
Prestemos
bem a atenção na dificuldade de sobrevivência de um
pequeno
empresário, enforcado nos impostos ele, vendo-se impotente,
obriga-se
a fechar sua produção. Um país onde não
andam
as micro empresas é uma nação fadada a grandes e
insolucionáveis
problemas econômicos que redundam nos empréstimos do
exterior,
sempre com sofrimentos para os cidadãos. Ative-se as pequenas
empresas,
reduza-se a carga tributária e o pais ficará rico.
A avareza é o segundo
vício capital. O avaro“chora de barriga cheia”(adágio
popular) É difícil aceitar que se tenha dinheiro
para farras, perdição, bailes, carnaval, sexo e outros
desvarios e não se tenha para favorecer o crescimento de sua
comunidade, amparar quem precisa, apoiar as Artes,
a beleza e a cultura. Aos Católicos, é bom que se diga,
é inacreditável como negam ajuda a Igreja e sonegam
até o dízimo que é determinado por Deus. Isto
é um mal, necessitamos corrigir tais falhas e abrir mais a
mão. Sabemos por experiência, que na medida em que se
dá, mais dinheiro vem para nossas mãos. Não
devemos ajudar vagabundos, mas nem todos o são, e ainda vale dar
uma esmola para Deus retribuir em dobro ao doador.
O Santo Padre falou dos insultos
que hoje em dia se fazem e pediu que parassem com isso. Hoje se insulta
pela
Internet, com Provedores gratuitos dos Estados Unidos e outros paises,
com
nomes falsos e outras manobras sórdidas e imorais. Alguns
insultam
e ainda se dizem cristãos. Insultam por inveja, ciúmes e
por
picuinhas de pouca importância e para aparecerem. Cria-se uma
“cultura
da maloca”, onde ninguém respeita ninguém, pois todos
são
de baixo calibre. Insultar é um pecado, mas é,
também,
uma falta de educação. Pondera-se como mais grave quando
o
insulto é injusto e não se fundamenta no respeito nem na
verdade,
às vezes são puramente calúnias Vê-se
Religiosos
insultando outros cristãos. Motivo: perda de terreno e de poder
de
dominação. Que ridículo!
Calúnia, segundo o
Catecismo é quem prejudica a reputação dos outros
por meio de
palavras (ou escritos) contrários à
verdade
e com isto dão ocasião de falsos juízos
contra
alguém.Em geral esses falsos juízos são
provenientes
de alguma raiva não vingada. É bom saber que o ser humano
antes
de ser polido e bem lapidado é vingativo.A propósito, o
Catecismo
menciona o que Santo Inácio diz nos seus “exercícios
espirituais”: “Todo o bom cristão deve estar mais
inclinado a desculpar as palavras do próximo do que a
condená-las. Se não é possível
desculpá-las, deve-se perguntar-lhe como as entende; e se ele as
entende mal, que seja corrigido com amor; e se isso não bastar,
que
se procurem todos os meios apropriados para que, compreendendo-as
corretamente,
seja poupado”.
A calúnia, normalmente, se origina na inveja que é um
vício capital. O invejoso se alegra com o mal e a
desgraça do outro. No
mundo místico da Antigüidade, alegrar-se com o mal dos
outros
atrai o mal para si mesmo.Odiar inimigo atrai para si o mal que
é
desejado a ele, por isso Jesus mandou amar os inimigos para atrair o
bem
a si e o mal voltar para o inimigo.
Caso inusitado de calúnia aconteceu com um sacerdote, para
não dizer de tantos outros que se sabe, o qual foi caluniado na
sua paróquia por roubo e manutenção da
chamada “Caixa 2”.Diga-se, para ilustrar o fato, que o
mencionado Sacerdote havia construído
um grande salão paroquial com 1500 metros quadrados de
construção, reformou o telhado e pintou a Igreja Matriz e
as dependências de funções catequéticas,
construiu capelas e salões paroquiais de capelas, tudo isso em
seis anos de atividades. A calúnia levou ao afastamento do pobre
pároco, inexoravelmente destruído em sua moral de
homem e de Padre. Outro sacerdote, mais jovem, foi substituí-lo
e
nem por isso a dita paróquia ficou mais rica, pelo
contrário,
empobreceu; nem esse e nenhum outro conseguiu, até hoje, fazer
alguma
coisa de vulto nessa paróquia. Se o antigo pároco tinha
caixa
2 e fez tudo aquilo, com a presença de um outro sacerdote “mais
sério” essa Igreja Matriz deveria estar nadando na
pujança
financeira. Com isto ficou provado a mentira, a calúnia e a
difamação do Sacerdote. E agora, quem aparece para
levantar-lhe a moral, para desmentir e desfazer a má
reputação do padre, destruída por tais e
infundadas acusações. Ele tem direito a boa
reputação. Seus autores estão quietinhos,
abandonaram o Padre, que foi se arranjar como pode e, como diz o
salmista: “Eles não querem saber nem compreender, andam
nas trevas”.(Sl 81,5)
Se o Santo Padre soubesse quem e quais os autores de tal maldade, que
não diria? Pergunta-se, onde está a consciência
cristã dessas criaturas insólitas e insidiosas? Talvez
estejam passando por “santinhas” mas, diante de Deus, sua culpa
clama por vingança como o episódio de Cain e Abel (Cf.
Gn. 4,8) Lembrem-se que “Deus tarda, mas não falha”
(provérbio popular)
É preciso passar um pente fino nessa situação
precária e já se tornando bastante corriqueira, na Igreja
Católica,
principalmente aqui no Brasil. Vamos parar de prejudicar
Sacerdotes!
Clamam por vocações e deixam se perder as que já
estão
firmes. Isto é uma vergonha! Que tais Padres correspondam
bem,
ou não muito bem, pouco importa, foram chamados e sentiram
a
doçura do convite amoroso de Jesus para segui-lo. Cabe-nos
ajuda-los
para que sejam mais santos ao invés de critica-los, difama-los e
faltarmos,
tão rudemente, com os direitos elementares do ser humano.
Não
é certo se prevalecer da condição Canônica
de
um pobre Padre, para oprimi-lo.Certamente que o Direito Canônico
está
para ajudar e não para punir e nessas horas deveria aparecer.
Conheço
muitos Presbíteros Católicos que estão
deprimidos
e desalentados pela incompreensão de seus superiores e
colegas.
Muitos desses Padres foram grandes vítimas de soberanas
calúnias
e aguardam, na sala de espera da eternidade, a Justiça de
Deus.
O Papa João Paulo II foi muito oportuno com essa
admoestação, pois sua Nova Evangelização
ainda está truncada por
uma dessas e tantas outras, que se perdem nesse universo de
inovações, que só servem de subterfúgio
para acobertar esse tipo de pecado e desmesurada falta de caridade,
solidariedade e espírito cristão.
Caluniar é despejar no outro um pouco daquilo que v.tem com
abundância dentro de si.Caluniar, muitas vezes também
é, desviar as atenções de um mal que v.
possui, para outro indivíduo.
Que o Papa tenha longa vida na terra para “meter o dedo na
moleira” de muita gente, peixinhos miúdos e dourados. Na
quarta feira dia 4 de fevereiro de 2004 o Santo Padre João Paulo
II, em sua alocução semanal, pediu
que banissem a usura, as calúnias e os insultos contra pessoas.
Foi
ótima essa alocução, pena que não tenha
vindo
antes, mas ainda tem muito efeito e sempre vem bem, nunca é
tarde
para a verdade.
Percorrendo as páginas do Dicionário Aurélio,
encontrei as seguintes definições, que repito à
guisa de informação para quem não seja muito
familiarizado com sinônimos.
Usura= lucro exagerado,
avareza, ambição, emprestar com juros altos.
Avareza= apego demasiado e
sórdido ao dinheiro.
Insulto= afronta, ofensa,
injúria.
Calúnia=Atribuir,
falsamente, a alguém um fato definido como crime, difamar, fazer
acusações falsas.
Agora vamos por partes:
A usura é
conseqüência da fúria consumista que invadiu as
gerações do pós-guerra. Todos querem ganhar muito,
por vezes trabalhando pouco, ou às custas do holocausto de
subalternos necessitados, muitos deles pessoas de pouca
cultura, sem argumentos nem defesa. Não é demais
salientar
que o governo é o mais ambicioso e usurpador dos pobres
impondo-lhes
cargas tributárias que ultrapassam os limites de seus lucros.
Prestemos
bem a atenção na dificuldade de sobrevivência de um
pequeno
empresário, enforcado nos impostos ele, vendo-se impotente,
obriga-se
a fechar sua produção. Um país onde não
andam
as micro empresas é uma nação fadada a grandes e
insolucionáveis
problemas econômicos que redundam nos empréstimos do
exterior,
sempre com sofrimentos para os cidadãos. Ative-se as pequenas
empresas,
reduza-se a carga tributária e o pais ficará rico.
A avareza é o segundo
vício capital. O avaro“chora de barriga cheia”(adágio
popular) É difícil aceitar que se tenha dinheiro
para farras, perdição, bailes, carnaval, sexo e outros
desvarios e não se tenha para favorecer o crescimento de sua
comunidade, amparar quem precisa, apoiar as Artes,
a beleza e a cultura. Aos Católicos, é bom que se diga,
é inacreditável como negam ajuda a Igreja e sonegam
até o dízimo que é determinado por Deus. Isto
é um mal, necessitamos corrigir tais falhas e abrir mais a
mão. Sabemos por experiência, que na medida em que se
dá, mais dinheiro vem para nossas mãos. Não
devemos ajudar vagabundos, mas nem todos o são, e ainda vale dar
uma esmola para Deus retribuir em dobro ao doador.
O Santo Padre falou dos insultos
que hoje em dia se fazem e pediu que parassem com isso. Hoje se insulta
pela
Internet, com Provedores gratuitos dos Estados Unidos e outros paises,
com
nomes falsos e outras manobras sórdidas e imorais. Alguns
insultam
e ainda se dizem cristãos. Insultam por inveja, ciúmes e
por
picuinhas de pouca importância e para aparecerem. Cria-se uma
“cultura
da maloca”, onde ninguém respeita ninguém, pois todos
são
de baixo calibre. Insultar é um pecado, mas é,
também,
uma falta de educação. Pondera-se como mais grave quando
o
insulto é injusto e não se fundamenta no respeito nem na
verdade,
às vezes são puramente calúnias Vê-se
Religiosos
insultando outros cristãos. Motivo: perda de terreno e de poder
de
dominação. Que ridículo!
Calúnia, segundo o
Catecismo é quem prejudica a reputação dos outros
por meio de
palavras (ou escritos) contrários à
verdade
e com isto dão ocasião de falsos juízos
contra
alguém.Em geral esses falsos juízos são
provenientes
de alguma raiva não vingada. É bom saber que o ser humano
antes
de ser polido e bem lapidado é vingativo.A propósito, o
Catecismo
menciona o que Santo Inácio diz nos seus “exercícios
espirituais”: “Todo o bom cristão deve estar mais
inclinado a desculpar as palavras do próximo do que a
condená-las. Se não é possível
desculpá-las, deve-se perguntar-lhe como as entende; e se ele as
entende mal, que seja corrigido com amor; e se isso não bastar,
que
se procurem todos os meios apropriados para que, compreendendo-as
corretamente,
seja poupado”.
A calúnia, normalmente, se origina na inveja que é um
vício capital. O invejoso se alegra com o mal e a
desgraça do outro. No
mundo místico da Antigüidade, alegrar-se com o mal dos
outros
atrai o mal para si mesmo.Odiar inimigo atrai para si o mal que
é
desejado a ele, por isso Jesus mandou amar os inimigos para atrair o
bem
a si e o mal voltar para o inimigo.
Caso inusitado de calúnia aconteceu com um sacerdote, para
não dizer de tantos outros que se sabe, o qual foi caluniado na
sua paróquia por roubo e manutenção da
chamada “Caixa 2”.Diga-se, para ilustrar o fato, que o
mencionado Sacerdote havia construído
um grande salão paroquial com 1500 metros quadrados de
construção, reformou o telhado e pintou a Igreja Matriz e
as dependências de funções catequéticas,
construiu capelas e salões paroquiais de capelas, tudo isso em
seis anos de atividades. A calúnia levou ao afastamento do pobre
pároco, inexoravelmente destruído em sua moral de
homem e de Padre. Outro sacerdote, mais jovem, foi substituí-lo
e
nem por isso a dita paróquia ficou mais rica, pelo
contrário,
empobreceu; nem esse e nenhum outro conseguiu, até hoje, fazer
alguma
coisa de vulto nessa paróquia. Se o antigo pároco tinha
caixa
2 e fez tudo aquilo, com a presença de um outro sacerdote “mais
sério” essa Igreja Matriz deveria estar nadando na
pujança
financeira. Com isto ficou provado a mentira, a calúnia e a
difamação do Sacerdote. E agora, quem aparece para
levantar-lhe a moral, para desmentir e desfazer a má
reputação do padre, destruída por tais e
infundadas acusações. Ele tem direito a boa
reputação. Seus autores estão quietinhos,
abandonaram o Padre, que foi se arranjar como pode e, como diz o
salmista: “Eles não querem saber nem compreender, andam
nas trevas”.(Sl 81,5)
Se o Santo Padre soubesse quem e quais os autores de tal maldade, que
não diria? Pergunta-se, onde está a consciência
cristã dessas criaturas insólitas e insidiosas? Talvez
estejam passando por “santinhas” mas, diante de Deus, sua culpa
clama por vingança como o episódio de Cain e Abel (Cf.
Gn. 4,8) Lembrem-se que “Deus tarda, mas não falha”
(provérbio popular)
É preciso passar um pente fino nessa situação
precária e já se tornando bastante corriqueira, na Igreja
Católica,
principalmente aqui no Brasil. Vamos parar de prejudicar
Sacerdotes!
Clamam por vocações e deixam se perder as que já
estão
firmes. Isto é uma vergonha! Que tais Padres correspondam
bem,
ou não muito bem, pouco importa, foram chamados e sentiram
a
doçura do convite amoroso de Jesus para segui-lo. Cabe-nos
ajuda-los
para que sejam mais santos ao invés de critica-los, difama-los e
faltarmos,
tão rudemente, com os direitos elementares do ser humano.
Não
é certo se prevalecer da condição Canônica
de
um pobre Padre, para oprimi-lo.Certamente que o Direito Canônico
está
para ajudar e não para punir e nessas horas deveria aparecer.
Conheço
muitos Presbíteros Católicos que estão
deprimidos
e desalentados pela incompreensão de seus superiores e
colegas.
Muitos desses Padres foram grandes vítimas de soberanas
calúnias
e aguardam, na sala de espera da eternidade, a Justiça de
Deus.
O Papa João Paulo II foi muito oportuno com essa
admoestação, pois sua Nova Evangelização
ainda está truncada por
uma dessas e tantas outras, que se perdem nesse universo de
inovações, que só servem de subterfúgio
para acobertar esse tipo de pecado e desmesurada falta de caridade,
solidariedade e espírito cristão.
Caluniar é despejar no outro um pouco daquilo que v.tem com
abundância dentro de si.Caluniar, muitas vezes também
é, desviar as atenções de um mal que v.
possui, para outro indivíduo.
Que o Papa tenha longa vida na terra para “meter o dedo na
moleira” de muita gente, peixinhos miúdos e dourados.
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