"O Monge é memória evangélica para os cristãos e para mundo" (Papa João Paulo II Rivola -Bulgária 27-05-2002)
O Monaquismo,oriental juntamente com o ocidental, constitui um grande dom para toda a Igreja"(Papa João Paulo II Rivola -Bulgária 27-05-2002)
"O Monge é memória evangélica para os cristãos e para mundo" (Papa João Paulo II Rivola -Bulgária 27-05-2002)

Ano: I Edição: Mensal  N°:  V           Mês: Maio de  2004.


Informativo Oficial da Congregação Monástica de Santa Cecilia


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A palavra do Prior Dom Marcos de Santa Helena osc














A palavra de Dom Prior

  Usura – Calúnias e Insultos.

Na quarta feira dia 4 de fevereiro de 2004 o Santo Padre João Paulo II, em sua alocução semanal, pediu que banissem a usura, as calúnias e os insultos contra pessoas. Foi ótima essa alocução, pena que não tenha vindo antes, mas ainda tem muito efeito e sempre vem bem, nunca é tarde para a verdade.
Percorrendo as páginas do Dicionário Aurélio, encontrei as seguintes definições, que repito à guisa de informação para quem não  seja muito familiarizado com sinônimos.
Usura= lucro exagerado, avareza, ambição, emprestar com juros altos.
Avareza= apego demasiado e sórdido ao dinheiro.
Insulto= afronta, ofensa, injúria.
Calúnia=Atribuir, falsamente, a alguém um fato definido como crime, difamar, fazer acusações falsas.
Agora vamos por partes:
A usura é conseqüência da fúria consumista que invadiu as gerações do pós-guerra. Todos querem ganhar muito, por vezes trabalhando pouco, ou às custas do holocausto de subalternos necessitados, muitos deles pessoas de pouca cultura, sem argumentos nem defesa. Não é demais salientar que o governo é o mais ambicioso e usurpador dos pobres impondo-lhes cargas tributárias que ultrapassam os limites de seus lucros. Prestemos bem a atenção na dificuldade de sobrevivência de um pequeno empresário, enforcado nos impostos ele, vendo-se impotente, obriga-se a fechar sua produção. Um país onde não andam as micro empresas é uma nação fadada a grandes e insolucionáveis problemas econômicos que redundam nos empréstimos do exterior, sempre com sofrimentos para os cidadãos. Ative-se as pequenas empresas, reduza-se a carga tributária e o pais ficará rico.
A avareza é o segundo vício capital. O avaro“chora de barriga cheia”(adágio popular) É difícil aceitar que se tenha dinheiro para farras, perdição, bailes, carnaval, sexo e outros desvarios e não se tenha para favorecer o crescimento de sua comunidade, amparar quem precisa, apoiar as Artes, a beleza e a cultura. Aos Católicos, é bom que se diga, é inacreditável como negam ajuda a Igreja e sonegam até o dízimo que é determinado por Deus. Isto é um mal,  necessitamos corrigir tais falhas e abrir mais a mão. Sabemos por experiência, que na medida em que se dá,  mais dinheiro vem para nossas mãos. Não devemos ajudar vagabundos, mas nem todos o são, e ainda vale dar uma esmola para Deus retribuir em dobro  ao doador.
O Santo Padre falou dos insultos que hoje em dia se fazem e pediu que parassem com isso. Hoje se insulta pela Internet, com Provedores gratuitos dos Estados Unidos e outros paises, com nomes falsos e outras manobras sórdidas e imorais. Alguns insultam e ainda se dizem cristãos. Insultam por inveja, ciúmes e por picuinhas de pouca importância e para aparecerem. Cria-se uma “cultura da maloca”, onde ninguém respeita ninguém, pois todos são de baixo calibre. Insultar é um pecado, mas é, também, uma falta de educação. Pondera-se como mais grave quando o insulto é injusto e não se fundamenta no respeito nem na verdade, às vezes são puramente calúnias Vê-se  Religiosos insultando outros cristãos. Motivo: perda de terreno e de poder de dominação. Que ridículo!
Calúnia, segundo o Catecismo é quem prejudica a reputação dos outros por meio de palavras (ou escritos) contrários à verdade e com isto dão ocasião de falsos juízos contra  alguém.Em geral esses falsos juízos são provenientes de alguma raiva não vingada. É bom saber que o ser humano antes de ser polido e bem lapidado é vingativo.A propósito, o Catecismo menciona o que Santo Inácio diz nos seus “exercícios espirituais”: “Todo o bom cristão deve estar mais inclinado a desculpar as palavras do próximo do que a condená-las. Se não é possível desculpá-las, deve-se perguntar-lhe como as entende; e se ele as entende mal, que seja corrigido com amor; e se isso não bastar, que se procurem todos os meios apropriados para que, compreendendo-as corretamente, seja poupado”.
A calúnia, normalmente, se origina na inveja que é um vício capital. O invejoso se alegra com o mal e a desgraça do outro. No mundo místico da Antigüidade, alegrar-se com o mal dos outros atrai o mal para si mesmo.Odiar inimigo atrai para si o mal que é desejado a ele, por isso Jesus mandou amar os inimigos para atrair o bem a si e o mal voltar para o inimigo.
Caso inusitado de calúnia aconteceu com um sacerdote, para não dizer de tantos outros que se sabe, o qual foi caluniado na sua paróquia  por roubo e manutenção da chamada “Caixa 2”.Diga-se, para ilustrar o fato, que o mencionado Sacerdote havia construído um grande salão paroquial com 1500 metros quadrados de construção, reformou o telhado e pintou a Igreja Matriz e as dependências de funções catequéticas, construiu capelas e salões paroquiais de capelas, tudo isso em seis anos de atividades. A calúnia levou ao afastamento do pobre pároco, inexoravelmente destruído em sua moral de homem e de Padre. Outro sacerdote, mais jovem, foi substituí-lo e nem por isso a dita paróquia ficou mais rica, pelo contrário, empobreceu; nem esse e nenhum outro conseguiu, até hoje, fazer alguma coisa de vulto nessa paróquia. Se o antigo pároco tinha caixa  2 e fez tudo aquilo, com a presença de um outro sacerdote “mais sério” essa Igreja Matriz deveria estar nadando na pujança financeira. Com isto ficou provado a mentira, a calúnia e a difamação do Sacerdote. E agora, quem aparece para levantar-lhe a moral, para desmentir e desfazer a má reputação do padre, destruída por tais e infundadas acusações. Ele tem direito a boa reputação. Seus autores estão quietinhos, abandonaram o Padre, que foi se arranjar como pode e, como diz o salmista: “Eles não querem saber nem compreender, andam nas trevas”.(Sl 81,5)
Se o Santo Padre soubesse quem e quais os autores de tal maldade, que não diria? Pergunta-se, onde está a consciência cristã dessas criaturas insólitas e insidiosas? Talvez estejam passando por “santinhas” mas, diante de Deus, sua culpa clama por vingança como o episódio de Cain e Abel (Cf. Gn. 4,8) Lembrem-se que “Deus tarda, mas não falha” (provérbio popular)
É preciso passar um pente fino nessa situação precária e já se tornando bastante corriqueira, na Igreja Católica, principalmente aqui no Brasil.  Vamos parar de prejudicar Sacerdotes! Clamam por vocações e deixam se perder as que já estão firmes. Isto é uma vergonha! Que tais Padres correspondam  bem, ou não muito bem, pouco importa, foram chamados e sentiram  a doçura do convite amoroso de Jesus para segui-lo. Cabe-nos ajuda-los para que sejam mais santos ao invés de critica-los, difama-los e faltarmos, tão rudemente, com os direitos elementares do ser humano. Não é certo se prevalecer da condição Canônica de um pobre Padre, para oprimi-lo.Certamente que o Direito Canônico está para ajudar e não para punir e nessas horas deveria aparecer. Conheço muitos Presbíteros Católicos que  estão deprimidos e desalentados pela incompreensão de seus superiores e colegas.  Muitos desses Padres foram grandes vítimas de soberanas calúnias e aguardam, na sala de espera da eternidade, a Justiça de Deus.  
O Papa João Paulo II foi muito oportuno com essa admoestação, pois sua Nova Evangelização ainda está truncada por uma dessas e tantas outras, que se perdem nesse universo de inovações, que só servem de subterfúgio para acobertar esse tipo de pecado e desmesurada falta de caridade, solidariedade e espírito cristão.
Caluniar é despejar no outro um pouco daquilo que v.tem com abundância dentro de si.Caluniar, muitas vezes também é, desviar as atenções de um mal  que v. possui, para outro indivíduo.
Que o Papa tenha longa vida na terra para “meter o dedo na moleira” de muita gente, peixinhos miúdos e dourados. Na quarta feira dia 4 de fevereiro de 2004 o Santo Padre João Paulo II, em sua alocução semanal, pediu que banissem a usura, as calúnias e os insultos contra pessoas. Foi ótima essa alocução, pena que não tenha vindo antes, mas ainda tem muito efeito e sempre vem bem, nunca é tarde para a verdade.
Percorrendo as páginas do Dicionário Aurélio, encontrei as seguintes definições, que repito à guisa de informação para quem não  seja muito familiarizado com sinônimos.
Usura= lucro exagerado, avareza, ambição, emprestar com juros altos.
Avareza= apego demasiado e sórdido ao dinheiro.
Insulto= afronta, ofensa, injúria.
Calúnia=Atribuir, falsamente, a alguém um fato definido como crime, difamar, fazer acusações falsas.
Agora vamos por partes:
A usura é conseqüência da fúria consumista que invadiu as gerações do pós-guerra. Todos querem ganhar muito, por vezes trabalhando pouco, ou às custas do holocausto de subalternos necessitados, muitos deles pessoas de pouca cultura, sem argumentos nem defesa. Não é demais salientar que o governo é o mais ambicioso e usurpador dos pobres impondo-lhes cargas tributárias que ultrapassam os limites de seus lucros. Prestemos bem a atenção na dificuldade de sobrevivência de um pequeno empresário, enforcado nos impostos ele, vendo-se impotente, obriga-se a fechar sua produção. Um país onde não andam as micro empresas é uma nação fadada a grandes e insolucionáveis problemas econômicos que redundam nos empréstimos do exterior, sempre com sofrimentos para os cidadãos. Ative-se as pequenas empresas, reduza-se a carga tributária e o pais ficará rico.
A avareza é o segundo vício capital. O avaro“chora de barriga cheia”(adágio popular) É difícil aceitar que se tenha dinheiro para farras, perdição, bailes, carnaval, sexo e outros desvarios e não se tenha para favorecer o crescimento de sua comunidade, amparar quem precisa, apoiar as Artes, a beleza e a cultura. Aos Católicos, é bom que se diga, é inacreditável como negam ajuda a Igreja e sonegam até o dízimo que é determinado por Deus. Isto é um mal,  necessitamos corrigir tais falhas e abrir mais a mão. Sabemos por experiência, que na medida em que se dá,  mais dinheiro vem para nossas mãos. Não devemos ajudar vagabundos, mas nem todos o são, e ainda vale dar uma esmola para Deus retribuir em dobro  ao doador.
O Santo Padre falou dos insultos que hoje em dia se fazem e pediu que parassem com isso. Hoje se insulta pela Internet, com Provedores gratuitos dos Estados Unidos e outros paises, com nomes falsos e outras manobras sórdidas e imorais. Alguns insultam e ainda se dizem cristãos. Insultam por inveja, ciúmes e por picuinhas de pouca importância e para aparecerem. Cria-se uma “cultura da maloca”, onde ninguém respeita ninguém, pois todos são de baixo calibre. Insultar é um pecado, mas é, também, uma falta de educação. Pondera-se como mais grave quando o insulto é injusto e não se fundamenta no respeito nem na verdade, às vezes são puramente calúnias Vê-se  Religiosos insultando outros cristãos. Motivo: perda de terreno e de poder de dominação. Que ridículo!
Calúnia, segundo o Catecismo é quem prejudica a reputação dos outros por meio de palavras (ou escritos) contrários à verdade e com isto dão ocasião de falsos juízos contra  alguém.Em geral esses falsos juízos são provenientes de alguma raiva não vingada. É bom saber que o ser humano antes de ser polido e bem lapidado é vingativo.A propósito, o Catecismo menciona o que Santo Inácio diz nos seus “exercícios espirituais”: “Todo o bom cristão deve estar mais inclinado a desculpar as palavras do próximo do que a condená-las. Se não é possível desculpá-las, deve-se perguntar-lhe como as entende; e se ele as entende mal, que seja corrigido com amor; e se isso não bastar, que se procurem todos os meios apropriados para que, compreendendo-as corretamente, seja poupado”.
A calúnia, normalmente, se origina na inveja que é um vício capital. O invejoso se alegra com o mal e a desgraça do outro. No mundo místico da Antigüidade, alegrar-se com o mal dos outros atrai o mal para si mesmo.Odiar inimigo atrai para si o mal que é desejado a ele, por isso Jesus mandou amar os inimigos para atrair o bem a si e o mal voltar para o inimigo.
Caso inusitado de calúnia aconteceu com um sacerdote, para não dizer de tantos outros que se sabe, o qual foi caluniado na sua paróquia  por roubo e manutenção da chamada “Caixa 2”.Diga-se, para ilustrar o fato, que o mencionado Sacerdote havia construído um grande salão paroquial com 1500 metros quadrados de construção, reformou o telhado e pintou a Igreja Matriz e as dependências de funções catequéticas, construiu capelas e salões paroquiais de capelas, tudo isso em seis anos de atividades. A calúnia levou ao afastamento do pobre pároco, inexoravelmente destruído em sua moral de homem e de Padre. Outro sacerdote, mais jovem, foi substituí-lo e nem por isso a dita paróquia ficou mais rica, pelo contrário, empobreceu; nem esse e nenhum outro conseguiu, até hoje, fazer alguma coisa de vulto nessa paróquia. Se o antigo pároco tinha caixa  2 e fez tudo aquilo, com a presença de um outro sacerdote “mais sério” essa Igreja Matriz deveria estar nadando na pujança financeira. Com isto ficou provado a mentira, a calúnia e a difamação do Sacerdote. E agora, quem aparece para levantar-lhe a moral, para desmentir e desfazer a má reputação do padre, destruída por tais e infundadas acusações. Ele tem direito a boa reputação. Seus autores estão quietinhos, abandonaram o Padre, que foi se arranjar como pode e, como diz o salmista: “Eles não querem saber nem compreender, andam nas trevas”.(Sl 81,5)
Se o Santo Padre soubesse quem e quais os autores de tal maldade, que não diria? Pergunta-se, onde está a consciência cristã dessas criaturas insólitas e insidiosas? Talvez estejam passando por “santinhas” mas, diante de Deus, sua culpa clama por vingança como o episódio de Cain e Abel (Cf. Gn. 4,8) Lembrem-se que “Deus tarda, mas não falha” (provérbio popular)
É preciso passar um pente fino nessa situação precária e já se tornando bastante corriqueira, na Igreja Católica, principalmente aqui no Brasil.  Vamos parar de prejudicar Sacerdotes! Clamam por vocações e deixam se perder as que já estão firmes. Isto é uma vergonha! Que tais Padres correspondam  bem, ou não muito bem, pouco importa, foram chamados e sentiram  a doçura do convite amoroso de Jesus para segui-lo. Cabe-nos ajuda-los para que sejam mais santos ao invés de critica-los, difama-los e faltarmos, tão rudemente, com os direitos elementares do ser humano. Não é certo se prevalecer da condição Canônica de um pobre Padre, para oprimi-lo.Certamente que o Direito Canônico está para ajudar e não para punir e nessas horas deveria aparecer. Conheço muitos Presbíteros Católicos que  estão deprimidos e desalentados pela incompreensão de seus superiores e colegas.  Muitos desses Padres foram grandes vítimas de soberanas calúnias e aguardam, na sala de espera da eternidade, a Justiça de Deus.  
O Papa João Paulo II foi muito oportuno com essa admoestação, pois sua Nova Evangelização ainda está truncada por uma dessas e tantas outras, que se perdem nesse universo de inovações, que só servem de subterfúgio para acobertar esse tipo de pecado e desmesurada falta de caridade, solidariedade e espírito cristão.
Caluniar é despejar no outro um pouco daquilo que v.tem com abundância dentro de si.Caluniar, muitas vezes também é, desviar as atenções de um mal  que v. possui, para outro indivíduo.
Que o Papa tenha longa vida na terra para “meter o dedo na moleira” de muita gente, peixinhos miúdos e dourados.

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