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Missão do Monge
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Questionário explicativo sobre a Congregação Monástica de Santa Cecillia.
Etapas Monásticas e estudos dos Monges Cecilianos.
Porque os Religiosos de Ordem mudam o nome!
Compêndio da Ascética Ceciliana - Discernimentos.
Compêndio da Ascética Ceciliana - Discernimento n° 1.
Compêndio da Ascética Ceciliana - Discernimento n° 2.
Compêndio da Ascética Ceciliana - Discernimento n° 3.
Compêndio da Ascética Ceciliana - Discernimento n° 4.
Compêndio da Ascética Ceciliana - Discernimento n° 5.
Compêndio da Ascética Ceciliana - Discernimento n° 6.

 A missão do Monge é a oração constante e o louvor divino.

Ele realiza essa missão na doação de si mesmo a Deus a que ele manifesta cada dia na prática das virtudes essenciais do Evangelho. Tais virtudes são manifestadas por meio da vida dele consagrada pelos votos e pela vivência, como tal, daquilo que exteriormente ele demonstra ser. A pobreza, que o torna econômico, cuidadoso com as coisas do Mosteiro e de seu uso pessoal, que o faz zelar para que durem mais, que sejam limpas e bem cuidadas. Renúncia ao supérfluo, aos artigos melhores e mais bonitos ou da moda. Optando pela simplicidade tendo as coisas necessárias como se não fossem suas e como se não as tivesse, desprendido do material e do passageiro, para não dizer fútil. A obediência que ele pratica cumprindo os deveres, especialmente a Santa Regra, dando anuência às ordens dos superiores, com respeito, educação e boa vontade, sorrindo na dor e no sofrimento para vencer o orgulho, sem revoltas e manifestações de despeito. A castidade com a qual ele se torna oferenda pura e agradável a Deus, semelhante aos anjos e dominando as paixões e o Eros. Com a castidade do corpo e do pensamento o Monge se torna espelho do Deus Santo, vivo e verdadeiro. Ele não deve se deter e dar atenções ao próprio sexo, deve encarar a volúpia como meio mais fácil de ser  presa de satanás.Aquilo que Deus criou em santidade e justiça, para reproduzir a raça humana, para o Monge, é tropeço e degradação. Ele renunciou o prazer da carne por amor ao próprio Deus que a criou assemelhando-se ao Cristo casto e puro, sendo virgem como a Mãe de Jesus e como o apóstolo, para tomar parte do coro dos eleitos segundo descreve São João no Apocalipse 14, 3-5. Por esse motivo na Congregação Monástica de Santa Cecília damos prioridade para os jovens puros, mancebos, ainda virgens. O Catecismo da Igreja Católica prescreve aos moços que vão casar que cheguem virgens ao altar. Se isto acontece com quem vai se casar, quanto mais deve ser aos que vão se consagrar para sempre na castidade perfeita por causa do reino dos céus. Jovens que se apresentam contando experiências sexuais como façanhas, não servem para nós. A virgindade neste caso é fator importante na aceitação de um moço para ser Monge.  Conforme a pregação do Papa João Paulo II, “ser Monge é último estágio do ser humano” (Papa João Paulo II em Rivola-Bulgária 27.05.2002). Só é possível realizar semelhante façanha no Espírito Santo; pois é o Espírito Santo que, morando no interior do coração, deve dar vida e esplendor ao corpo na glorificação do último dia.
O louvor divino é realizado pelo Monge através do canto das Horas. Sua vida pura, e o pensamento voltado às coisas de Deus, o sacrifício de seu corpo casto, tudo isso também é um hino de louvor a Deus. É o Espírito Santo quem realiza e dá força para o Monge concretizar esse ideal.
O Monge é um sinal do louvor, um signo de contradição numa humanidade depravada e pecadora, tendo ele mesmo que lutar, ao longo da vida, contra o mal que assola sua casa interior e dar lugar a luz de Deus.


Compêndio da Ascética Cecilia - Contemplações.
Contemplação - I - Oração Mental.
Contemplação - II - Meditação.
Contemplação - III - Exercício piedoso.
Contemplação - IV - Contemplação de Deus no mundo.
Contemplação - V Começa na admiração e exatação da Obra de Deus.
Contemplação - VI - Retirar-te ao secreto de teu coração.
Contemplação - VII - Sobre a Meditação e oração mental.
Fim do Manual do Vocacionado Ceciliano.

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