"O Monge é memória evangélica para os cristãos e para mundo" (Papa João Paulo II Rivola -Bulgária 27-05-2002)
O Monaquismo,oriental juntamente com o ocidental, constitui um grande dom para toda a Igreja"(Papa João Paulo II Rivola -Bulgária 27-05-2002)
"O Monge é memória evangélica para os cristãos e para mundo" (Papa João Paulo II Rivola -Bulgária 27-05-2002)

Ano: II Edição: Mensal  N°:  XXII           Mês: Agosto de  2005.



Informativo Oficial da Congregação Monástica de Santa Cecilia


Na Web Neste Site 


A palavra do Prior Dom Marcos de Santa Helena osc.
Pastoral Vocacional
Doutrina Católica
Tópicos e Comentários
Gotas de Sabedoria:
coluna intitulada OLHO BIÔNICO. Essa coluna será mais crítica e deverá apontar, sucintamente, vários problemas em todos os níveis da sociedade e da Igreja ou das Igrejas. Aceitaremos sugestões com provas e vamos mencionar o autor com seu Cpf e Rg
Artigos do Bispo + Irineu Sílvio Wilges.
Guia Homilético por Doutora Ir. Deolinda Serralheiro
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
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Resenha


AMIGOS, CLIQUEM  NA  FOTO,  E TOMEM  CONHECIMENTO DO  TERMAS  ITÁ  SC

Leia nesta edição:

Editorial:
- Evangelização da acolhida
Notícias :
Do Mosteiro de Santa Cecilia
A Palavra do Prior:
-Vida fraterna
Pastoral Vocacional:
- O investimento na formação de Sacerdotes
Doutrina Católica:
Quem é o Padre?
Tópicos & Comentários:
-
Profissão de Prostituta
-
Um país de miséria
- Escolinhas de Futebol
-
Mudar as coisas
- Carta Social
-
As multas, para onde vão?
-
Lucro com as estradas
-
“Paguei quero nota”

Gotas de Sabedoria:
1. Adonai quer dizer  Senhor.
2. Meu filho, se acolheres

3. Meu filho, não te esqueças
4. Que teu coração
5. Sejam quais forem os teus caminhos,
6. Feliz do homem que
7. “Tudo que aqui se faz,
8. “Quem tem telhado de


OLHO BIÔNICO
- República corruptiva do Brasil
- Desarmamento: a alegria do crime!

Artigos do Bispo:
- Corrupção. Corrupção.
Guia Homilético:
XIX Tempo  Comun - Ano A
Notícia de última hora:
Turma Recursal condena por unanimidade o Pró-Vida de Anápolis

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz:

Turma Recursal condena por unanimidade o Pró-Vida de Anápolis

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Editorial:

Evangelização da acolhida

“...era peregrino e me acolhestes.(Mt 25,35) E acolher é abraçar o próprio Cristo.
Temos o perfil de uma Pastoral de Acolhida, ou da Evangelização da acolhida, termo que penso ser mais amplo.  Não é fácil acolher peregrinos em nossas casas, quando há uma fenomenal insegurança pelo temor de ladrões e assaltantes. Entretanto as comunidades cristãs devem ser defensoras de um acolhimento embasado no Evangelho e a partir dele. Nesse sentido cada pessoa tem o dever de colaborar para que em sua Igreja se faça cumprir esse desejo de Nosso Senhor Jesus Cristo do qual ele nos pedirá contas no dia do Juízo quando ele voltar em sua glória e com seus anjos. (Cf Mt.25,31)
A palavra acolhida é bastante ampla. Pensando bem, ela não se resume em dar uma simples pousada para um viajante ou para um pobre que ficou a mercê do tempo e sem teto. Acolher ou acolhida é uma cultura ainda a ser criada na espiritualidade da Igreja. Precisamos olhar este e outros aspectos desse tema com uma mente mais aberta ao ser humano.
Há muita gente sem rumo, desnorteada, carecendo de alguém que lhes dê apoio, mesmo que seja com palavras boas, isentas de qualquer laivo de discriminação ou interesses. Há muita gente que procura alguém que lhes escute e para quem possam desabafar, sejam mágoas, sejam seus problemas. Há pessoas que chegam de longe para residir nas cercanias de nossas habitações; elas ficam constrangidas, não conhecem ninguém e, por seu turno, ninguém se aproxima delas, já que impera um espírito individualista em nossa sociedade, fruto do hedonismo exacerbado. Quem acolhe aceita, compromete-se, fica envolvido.
Em muitas paróquias esse serviço funciona bem, e ainda falta gente para essa ação; muitos ainda não estão adestrados suficientemente para sentir a emoção de acolher e a alegria de ser acolhido. Não é só para fazer convite a participar de Missas, menos ainda para associar-se ao dízimo que fazemos uma visita ao recém chegado vizinho, mas para dar sinal de nossa humanidade e fazermos uma ação humanitária de primeira grandeza, fruto de uma cultura da caridade que é reflexo e fagulha de Deus.
Outra acolhida faz referência clara e muito lógica ao comportamento dos lideres da Igreja, que podíamos também chamá-los de “próceres”.
Fica a dolorosa impressão de que tais pessoas desconhecem a palavra “acolhida” a que pregam em alto e bom tom. Assim vejamos: Quanta burocracia se faz para aceitar um novo grupo de pessoas que deseja sinceramente se consagrar a Deus e trabalhar pela Igreja. Nessas horas aparecem leis e interpretações canônicas das mais variadas. Qual é o problema de acolher esses grupos? Não deveria a Igreja, facilitar a sua legalização e buscar para perto de si essas forças? Claro que a resposta é positiva, sim! Entretanto o que se vê se escuta e se percebe é bem diverso. Na Alemanha a escassez de clero é alarmante. Não obstante isso os Alemães se negam ajudar na formação de Padres do exterior, os quais poderiam socorrê-los mediante uma globalização mais consciente da religião e menos bairrismo nacionalista. Os Alemães ajudam obras sociais, pouco se preocupam com vocações. Os homens da Igreja Alemã não estão ainda preocupados com a deficiência clerical nas alas de sua Igreja.
Acolher deve ser sinônimo de agregar pessoas ao redor de um programa, no caso da Igreja, ao redor da Evangelização, expansão e crescimento do Reino de Deus. Mas, em muitos casos torna-se uma maratona fatigante querer prestar esse serviço a Deus na Igreja e ser reconhecido por ela. A rigor, para seguir Jesus ninguém precisa aprovação nem acolhida da Igreja. Entre os monges primitivos, alguns deles, não foram partidários dessa idéia de servir a Deus por meio da Igreja, muito embora tivessem sido eles os baluartes da Igreja. Houve um caso que o Bispo foi ao Mosteiro para Ordenar Sacerdote ao superior da casa e ele se cortou a orelha para que não fosse ordenado. Um outro monge escondeu-se dentro de paredes, no escuro e sem ventilação propriamente, para que o Bispo não lhe ordenasse, mas o Bispo forçou e mandou derrubar a parede e, à força, impôs-lhe as mãos, ordenando-o sacerdote. Essa época, que não foi a mais exemplar nem a melhor da Igreja, destacou-se pelo interesse de forma sensível na divulgação e expansão do reinado de Cristo.
A Evangelização da acolhida está muito estreitamente ligada à mentalidade geral de cristãos e seus próceres. As dificuldades criadas, em nível de Igreja, para oficializar uma nova Instituição de pessoas que desejam se consagrar a Deus no serviço do Evangelho é uma prova inquestionável da carência de um espírito de acolhida por parte da Hierarquia Religiosa, especialmente Católica. Nessas horas, infelizmente, aparecem mil e uma leis que não conhecem exceções. O Direito Canônico toma vulto. Seus cânones são minuciosamente analisados e os canonistas divergem entre si e não conseguem um denominador comum.É um fiasco em termos de acolhida, mas infelizmente é verdade.
Grupos de verdadeiros Religiosos aguardam, ainda, depois de vários anos uma simples aprovação de seu Bispo, para serem reconhecidos na Igreja. Por outro lado grupos laicais, cujos membros têm grande poder aquisitivo, e são bem apadrinhados, de forma inusitada já receberam um titulo de reconhecimento “Direito Pontifício” e ostentam garbosamente em timbres de papéis e pela Internet, exibindo, como se fossem merecedores de grandes méritos por façanhas realizadas, quando se sabe perfeitamente que não é assim, pois não somos bobos nem “trouxas”.
O problema desse tipo de acolhida implica numa desburocratização da lei canônica em favor do Evangelho, que deveria primar acima de qualquer outra ação na Igreja Católica Romana.
Acolher é amar, unir e congregar. É o impulso do amor de Cristo que impele ao acolhimento como prolongação do dom gratuito de Deus em cada um de nós. Rejeitar, complicar e impedir é uma ação má, filha do Pai da mentira e representa o triunfo de Satã na humanidade. Foi por uma dessas que Paulo VI, numa hora inspirada, disse que a “fumaça de satanás entrou na Igreja”.
A união ecumênica das Igrejas só pode ser efetuada num clima de acolhida e para acolher as Igrejas é urgente que aprendamos a acolher os irmãos da nossa Igreja, muitos dos quais são rejeitados sem motivos, talvez pelo temor de um enfrentamento financeiro diante das situações difíceis pelas que, possivelmente, venham a passar esses irmãos. Entretanto não esqueçamos que são de “nosso time” são gente nossa e membros de uma mesma casa e mesma família. Nos foros internos da Igreja Católica há muita divisão. Temos muitos princípios de verdadeiras seitas envolvendo as pessoas mais simples e menos instruídas. Há grupos Católicos que são contra o Papa Bento XVI rotulando-o de anti Cristo. Tais grupos recebem apoio de alguns Bispos e o perigo é iminente. Não seria aconselhada muita preocupação com as políticas internacionais dos paises, por parte da Igreja, mas uma cuidadosa e reticente atenção ao comportamento geral de muitos Bispos e sacerdotes influentes, que procedem de uma forma a que dá margem de interpretarmos que esses tais são meio contra as orientações da Santa Sé; disfarçadamente. Seria bom olhar mais para a Igreja internamente. Não podemos dividir-nos devemos ficar unidos e coesos em torno do Papa e dos ensinamentos de seu Magistério, sob pena de criarmos tantas divisões, que força humana alguma jamais porá em dia. Tudo isso fica bem esclarecido no Evangelho e é Jesus que admoesta-nos: “Pois, se um reino estiver dividido contra si mesmo, não pode durar. E se uma casa estiver dividida contra si mesma, tal casa não pode permanecer.” (Mc. 3,24-25)   As Igrejas que estiverem em situação financeira melhor, devem ajudar as mais pobres e as Congregações Religiosas que tiveram a felicidade de se tornarem ricas, devem auxiliar as novas Congregações que surgem não só com seu exemplo e apoio moral, mas e preferencialmente, com dinheiro para se erguerem e realizarem os projetos de seus respectivos carismas. Pelo visto a situação está assim como diz o velho ditado popular em voga no Sul do Brasil: “Deus para si e diabo para os outros”.  Há Congregações com tanto dinheiro que não sabem o que fazer dele, por isso desmancham paredes para fazê-las novamente, assim gastam o que tem. Outras têm casa demais, prédios enormes fechados e quando outra Congregação fala em alugar ou compra-los, com receio de que desejam uma doação, calam-se, não mais respondem cartas nem e-mails. Simplesmente ficam silenciosos. Isso é um grande egoísmo e falta de amor, já que tais construções foram ajudadas pelo povo para serem erguidas ou pela Alemanha, que também faz com o dinheiro do povo. Acolham, dialoguem, enfrentem e ajudem os outros. Pensem que foi a tônica da Pastoral Apostólica a caridade e “todos tinham tudo em comum”. (At 2,44) Enquanto isso nossa pobre Igreja vai se dividindo e os crentes e membros das seitas chamam e ajudam os irmãos, atraindo muita gente atrás de si. Procure-se o Ecumenismo, mas não se despreze o irmão da mesma fé! Pensem nisto e que Deus abençoe a todos!


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Notícias:                                                                                                     Colunista                   

    Frei Misael da Santíssima Trindade osc.

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1. Dia 8 de Julho comemoramos o aniversário natalício do Noviço, Frei Rodrigo Vieira.
Preparamos-lhe bolo e pasteis. Tudo estava muito delicioso.

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2. No dia 17 de Julho foram aprovados para fazerem os Primeiros Votos os Freis Noviços Murilo e Rodrigo. Igualmente foram aprovados os novos nomes que irão tomar no dia da Profissão, que será em Outubro.

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3. Comemoramos no dia 21 de Julho o 21º aniversário de Ordenação Sacerdotal de nosso Prior.
Achamos um tanto estranho que este ano o Padre Prior não tenha recebido tantas congratulações de velhos amigos, enquanto apareceram novos e inesperados amigos que supriram a falta dos outros.
Diz o ditado popular que quando se tem dinheiro também se tem amigos e como o Prior é pobre e está construindo o Mosteiro, provavelmente alguns amigos lhe escapam levados pelo medo de que lhes peça alguma coisa.

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4. Dia 9 de Julho aconteceu a celebração de uma Missa na casa do Sr. Aristides Müller. Lá cantamos em Canto Gregoriano todas as partes e tocamos peças da Renascença com flautas. Foi emocionante ver até homens derramarem lágrimas de emoção. Que bom que nós podemos emocionar as pessoas pela beleza, quando o mundo se emociona pela tristeza e pela desolação. Isto é uma Pastoral da Beleza.

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5. Tivemos neste mês de Julho uma falha em nosso site que ficou fora do ar por alguns dias.
Pedimos desculpas e ao mesmo tempo ficamos agradecidos com o grande numero de pessoas que reclamaram a ausência do site no ar. Um chegou a dizer “está fazendo falta”.

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6. Os trabalhos em nosso Ateliê Sacro continuam de “vento em popa”. Já temos encomendas de várias partes do Brasil e parece que nem damos conta. Nossa máquina computadorizada trabalha várias horas, além do que seria possível no Mosteiro e mesmo assim parece que não anda. Funcionam também as máquinas a pedal antigas com os trabalhos em que se faz necessário mais delicadeza.

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7. Numa tarde, todos os Monges tiraram seus hábitos e fizeram um fogão crioulo, todo de tijolo e barro, dentro do cenóbio para aquecer, diante das temperaturas baixíssimas que andaram passando por aqui. Ficou muito lindo, apesar de rústico. Nele será instalada a serpentina para o aquecimento central da água nas celas dos Monges. Cada Monge terá não só o chuveiro, mas também na torneira sua água quente. O fogão está dando conta do recado e o cenóbio está aquecido, já que o estilo da construção é de tal forma que o calor vai para todas as celas, estando elas com a porta aberta.
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8.
Registramos, ainda que com atraso, o recebimento do Boletim Informativo de nossos irmãos Monges do Mosteiro de Santa Cruz de Nova Friburgo-RJ. Muito agradecidos, nos congratulamos com vocês e apreciamos tudo o que vem no seu conteúdo. Não esqueçam de mandar o próximo número! 

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Notícia de última hora:

Turma Recursal condena por unanimidade o Pró-Vida de Anápolis

(segundo a Turma, constitui dano moral indenizável referir-se a quem defende o aborto com o adjetivo "abortista")

Na terça-feira, 16 de agosto de 2005, à tarde, a 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do DF negou provimento por unanimidade ao recurso interposto pelo Pró-Vida de Anápolis pedindo a reforma da sentença condenatória do processo 2003.01.1.028376-3 (Débora Diniz x Pe. Luiz Carlos e Pró-Vida de Anápolis) em tramitação no 2° Juizado Especial Cível do DF. O advogado do Pró-Vida de Anápolis fez sustentação oral, assim como o da outra parte. O julgamento demorou cerca de uma hora e foi repleto de acusações contra a Igreja Católica. Pela Turma Julgadora ficou confirmada a proibição de qualificar de “abortista” a quem defende o direito ao aborto.

Sentença condenatória confirmada
      
Ao negar provimento ao recurso, a Turma confirmou integralmente a sentença que havia sido proferida em primeira instância:  a título de indenização por danos morais, o Pró-Vida de Anápolis deverá pagar a "quantia de R$ 4.250,00 (quatro mil, duzentos e cinquenta reais), com juros legais e correção monetária a partir da citação (09/10/2003) a Débora Diniz Rodrigues", além de ser proibido de qualificar de "abortista" a quem defende o direito ao aborto. A censura pode ser verificada em http://www.providaanapolis.org.br/abomoral.htm

Que adjetivo empregar?
Quem defende o divórcio não se ofende com o adjetivo divorcista. Quem torce pelo Flamengo não se ofende ao ser chamado de flamenguista.
Paradoxalmente, quem defende o aborto não pode ser chamado de abortista.
Faltou à Turma Recursal informar à parte condenada qual outra palavra de nossa língua deveria ser usada, com o mesmo significado, mas sem causar danos morais.
O acórdão ainda não foi publicado. Em se tratando de decisão de uma Turma Recursal, não cabe recurso especial para o Superior Tribunal de Justiça. O único recurso possível é o recurso extraordinário para o Supremo Tribunal Federal.
Decisão histórica
Seja ou não reformada pelo STF, a decisão da 1ª Turma Recursal do Distrito Federal é histórica.
Pela primeira vez, um colegiado de juízes condena uma entidade beneficente, sem fins lucrativos, a pagar uma quantia capaz de levá-la à insolvência.
E pela primeira vez, uma decisão colegiada impõe silêncio aos que defendem a vida.
A próxima vítima?
Quem será a próxima entidade a ser perseguida? Algum jornal que ousar criticar o Presidente da República? Alguma revista que usar de adjetivos negativos para com os acusados de corrupção? A CNBB ou ainda outra entidade que vier a se manifestar contra o aborto?
Motivo de alegria:
Bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por causa de mim. Alegrai-vos e regozijai-vos, pois será grande a vossa recompensa nos céus, pois foi assim que perseguiram os profetas que vieram antes de vós” (Mt 5,12).
 
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis
Telefax: 55+62+33210900
Caixa Postal 456
75024-970 Anápolis GO
http://www.providaanapolis.org.br
"Coração Imaculado de Maria, livrai-nos da maldição do aborto"



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(0xx) 55 99 596365 (Operadoras 14 ou 15)


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Cep 96570-000 Caçapava do Sul -RS - Brasil

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Tel.  (0xx) 51 595-7702 (Operadoras 14 ou 21)





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