"A igreja Universal tem uma grande dívida de gratidão para com todos os Monges" O Monaquismo,oriental juntamente com o ocidental, constitui um grande dom para toda a Igreja"(Papa João Paulo II Rivola -Bulgária 27-05-2002). "O Monge é memória evangélica para os cristãos e para mundo" (Papa João Paulo II Rivola -Bulgária 27-05-2002)

Ano: IV Edição: Mensal N°:  XLIII  Mês: Maio de 2007.

Informativo Oficial da Congregação Monástica de Santa Cecilia

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Artigos do Bispo + Irineu Sílvio Wilges.
O brilho e beleza mística de um trabalho resplandecem nas mãos de quem o faz orando.

Artigos do Bispo:                                                                                     Colunista:                        

  Revmo.Sr. Dom  Irineu Sílvio Wilges ofm

Conversando com o povo de Deus(330)  Bento XVI,

Seja bem-vindo. A bênção.

 
            Viajei dia 30 de abril a Itaici e lá eu ficarei até o dia 10 de maio, participando com outros 300 bispos do Brasil da 45ª Assembléia Geral da CNBB(Conferência Nacional dos Bispos do Brasil). Itaici é um bairro da cidade de Indaiatuba, SP, perto de Campinas, onde fica a casa de retiros e encontros dos Padres Jesuítas. O tema central é: “Rumo à Conferência de Aparecida”. Será votado também o documento sobre a Evangelização da Juventude. Teremos muitos relatórios de diversas Comissões Episcopais, análise da conjuntura sócio-econômica-política e eclesial, alteração nos Estatutos Civis da CNBB, no Estatuto Canônico e Regimento da CNBB. Trataremos de assuntos de Liturgia, da Campanha da Fraternidade, da Pastoral da Sobriedade e de outros assuntos. Haverá eleições para a Presidência da CNBB. Trabalho não falta! A Assembléia será encerrada dia 9 de maio, ao meio dia. Dia 10 nos deslocaremos para a cidade de SP, onde ficaremos até o dia 12, voltando então para casa. Dali veremos o Papa pela TV como vocês.

            Dia 9 de maio, quarta-feira, acontecerá a vinda do Papa. Chegada prevista ao aeroporto de Guarulhos, SP, às 16h30 com a cerimônia das boas vindas e o discurso do Papa. De lá se deslocará de helicóptero até o Campo de Marte onde será saudado pelas autoridades locais. Depois segue em papamóvel ao Mosteiro de S. Bento e onde da sacada saudará e abençoará o povo. Note, que o Papa é Bento XVI, vai se hospedar com os monges beneditinos, que celebram missa em latim e cantam o canto gregoriano. Isto não nos diz nada?

Dia 10, quinta-feira, o Papa celebrará a missa em caráter privado. Às 11h fará uma visita de cortesia ao Presidente Lula no Palácio dos Bandeirantes em SP. De volta, terá um breve encontro com representantes de outras religiões e confissões cristãs no Mosteiro, onde almoçará com a Presidência da CNBB. Às 18h, acontecerá o encontro desejado pelo Papa com os jovens, no Pacaembu. Cachoeira do Sul estará representada por cerca de 50 jovens. Em virtude do espaço limitado do estádio só poderão entrar os credenciados, os demais poderão acompanhar tudo por telões colocados fora do estádio.

Dia 11, sexta-feira, às 9h30, no Campo de Marte, o Papa celebrará a missa e canonizará o primeiro santo brasileiro, Frei Galvão. Às 16h, encontro do Papa com os bispos do Brasil, que são uns 400, na Catedral de São Paulo. Está previsto o discurso do Santo Padre. Estou curioso para saber o que ele nos dirá. É um discurso bem pensado, bem elaborado e que vai orientar a ação pastoral dos bispos no Brasil. Às 18h, o Papa voa para Aparecida do Norte, onde será recebido pelas autoridades. Hospedar-se-á no Seminário Bom Jesus. Isto não diz nada? Certamente, o Papa quer apoiar a formação séria dos novos padres.

Dia 12, sábado, o Papa celebrará a missa em caráter privado e depois, às 9h30, visitará a Fazenda Boa Esperança de dependentes químicos, em Guaratinguetá. O Papa quer mostrar que a Igreja é solidária com os irmãos dependentes e as suas famílias. Quer mostrar que, aquilo que fazemos a eles, fazemos a Cristo. Que sem a caridade a fé é morta. Na volta, no Seminário, almoçará com a Presidência do CELAM (Conferência do Episcopado Latino Americano e do Caribe). Às 18h, ele reza o santo rosário no Santuário de Aparecida e terá um encontro com os sacerdotes, diáconos, religiosos(as) e seminaristas. Dia 13, domingo, às 10h a missa na Praça do Santuário. Às 16h, o Papa fará o seu discurso, inaugurando a V Conferência, que vai até o dia 31 de maio e que marcará a caminhada da Igreja na América Latina para os próximos anos. Ela tem como tema: “Discípulos e missionários de Jesus Cristo, para que nele os nosso povos tenham vida”. Estarão participando cerca de 300 bispos, representando os seus países. O Brasil terá 22 representantes, eleitos pelos bispos em Itaici no ano passado e confirmados pelo Papa. O RS terá como representantes D. Dadeus, arcebispo de POA e D. Jaime de Pelotas, ex-presidente da CNBB. Em seguida, o Papa volta a Roma. “Bento XVI, seja bem-vindo! A bênção”.

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Conversando com o povo de Deus (329)

 Os re-casados são uma praga? Não.

 Foi Deus que instituiu o casamento, quando criou o homem e a mulher e disse: “Crescei e multiplicai-vos e enchei a face da terra”. Deus não criou dois homens ou duas mulheres, mas um homem e uma mulher. O casamento monogâmico foi corrompido pela poligamia: um homem com diversas mulheres. Foi corrompido pelo divórcio. A alguns fariseus que perguntaram a Jesus, se era permitido separar-se da mulher por qualquer motivo, disse que não. Os que se casam formam uma só carne. “Portanto, não separe o homem o que Deus uniu”. Os fariseus dizem: “Mas Moisés permitiu o divórcio! Sim, responde Jesus, mas foi por causa da dureza de vosso coração. Mas no início não foi assim”. Por isso, quem se divorciar de sua mulher... e casar com outra comete adultério”.(Mt 19s). Se a mulher se divorciar de seu marido e casar com outro homem ela cometerá adultério”(Mc 10,12).  O que diz o Papa na Exortação Apostólica, nº 29 sobre a indissolubilidade do matrimônio?

            “Se a Eucaristia exprime a irreversibilidade do amor de Deus em Cristo pela sua Igreja, compreende-se por que motivo a mesma implique, relativamente ao sacramento do Matrimônio, aquela indissolubilidade a que todo o amor verdadeiro não pode deixar de anelar. Por isso, é mais que justificada a atenção pastoral que o Sínodo reservou às dolorosas situações em que se encontram não poucos fiéis que, depois de ter celebrado o sacramento do Matrimônio, se divorciaram e contraíram novas núpcias. Trata-se dum problema pastoral espinhoso e complexo, uma verdadeira praga do ambiente social contemporâneo que vai progressivamente corroendo os próprios ambientes católicos. Os pastores, por amor da verdade, são obrigados a discernir bem as diferentes situações, para ajudar espiritualmente e de modo adequado os fiéis implicados. O Sínodo dos Bispos confirmou a prática da Igreja, fundada na Sagrada Escritura (Mc 10, 2-12), de não admitir aos sacramentos os divorciados re-casados, porque o seu estado e condição de vida contradizem objetivamente aquela união de amor entre Cristo e a Igreja que é significada e realizada na Eucaristia. Todavia os divorciados re-casados, não obstante a sua situação, continuam a pertencer à Igreja, que os acompanha com especial solicitude na esperança de que cultivem, quanto possível, um estilo cristão de vida, através da participação na Santa Missa ainda que sem receber a comunhão, da escuta da palavra de Deus, da adoração eucarística, da oração, da cooperação na vida comunitária, do diálogo franco com um sacerdote ou um mestre de vida espiritual, da dedicação ao serviço da caridade, das obras de penitência, do empenho na educação dos filhos.

Nos casos em que surjam legitimamente, dúvidas sobre a validade do Matrimônio sacramental contraído, deve fazer-se tudo o que for necessário para verificar o fundamento das mesmas. Há que assegurar, pois, no pleno respeito do direito canônico, a presença no território dos tribunais eclesiásticos, o seu caráter pastoral, a sua atividade correta e pressurosa; é necessário haver, em cada diocese, um número suficiente de pessoas preparadas para o solícito  funcionamento dos tribunais eclesiásticos. Recordo que “é uma obrigação grave tornar a atuação institucional da Igreja nos tribunais cada vez mais acessível aos fiéis”. No entanto, é preciso evitar que a preocupação pastoral seja vista como se estivesse em contraposição com o direito; ao contrário, deve-se partir do pressuposto que o ponto fundamental de encontro entre direito e pastoral é o amor pela verdade: com efeito, esta nunca é abstrata, “mas integra-se no itinerário humano e cristão de cada fiel”. Enfim, caso não seja reconhecida a nulidade do vínculo matrimonial e se verifiquem condições objetivas que tornam realmente irreversível a convivência, a Igreja encoraja estes fiéis a esforçarem-se por viver a sua relação segundo as exigências da lei de Deus, como amigos, como irmão e irmã; deste modo poderão novamente abeirar-se de mesa eucarística, com os cuidados previstos por uma comprovada prática eclesial. Para que tal caminho se torne possível e dê frutos, deve ser apoiado pela ajuda dos pastores e por adequadas iniciativas eclesiais, evitando, em todo o caso, de abençoar estas relações para que não surjam entre os fiéis confusões acerca do valor matrimônio”.

O Papa não diz que os divorciados re-casados são uma praga ou uma chaga, mas diz que o divórcio é sim uma chaga do ambiente social contemporâneo. Nenhum divórcio acontece sem dor, sem deixar feridas. O Papa acentua a preocupação com os re-casados: eles continuam filhos da Igreja. Ele espera que participem da missa, da escuta da palavra, da adoração eucarística, da oração, da vida da comunidade, do serviço da caridade e se dediquem à educação dos filhos. Pede que haja tribunais nas dioceses para julgar os casos de nulidade de matrimônio. A nossa diocese está organizando a Pastoral dos Casais de 2ª União, que já existe em outras.

 
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Conversando com o povo de Deus(328)

Vamos ter de novo missa em latim?

 
“Bispo, é verdade que o Papa mandou celebrar a missa de novo em latim? O canto na missa deve ser de novo em latim? Os seminaristas deverão estudar de novo o latim?” Por que esta pergunta? Porque a mídia informou mal. Os leitores acreditaram, ao menos muitos. Se a mídia escreveu ou falou, então é verdade! Aqueles que perguntaram, ao menos, desconfiaram de que podia não ser bem assim. Parabéns. Devemos ser críticos. Devemos procurar o texto original do Papa. Eis o nº  62 da Exortação Apostólica de Bento XVI, a língua latina:

“O que acabo de afirmar não deve, porém, ofuscar o valor destas grandes liturgias; penso neste momento, em particular, às celebrações que têm lugar durante encontros internacionais, cada vez mais freqüentes, hoje, e que devem justamente ser valorizadas. A fim de exprimir melhor a unidade e a universalidade da Igreja, quero recomendar o que foi sugerido pelo Sínodo dos Bispos, em sintonia com as diretrizes do Concílio Vaticano II: executando as leituras, a homilia e a oração dos fiéis, é bom que tais celebrações sejam em língua latina; sejam igualmente recitadas em latim as orações mais conhecidas da tradição da Igreja e, eventualmente, entoadas algumas partes em canto gregoriano. A nível geral peço que os futuros sacerdotes sejam preparados, desde o tempo do seminário, para compreender e celebrar a missa em latim, bem como para usar textos latinos e entoar o canto gregoriano; nem se transcure a possibilidade de formar os próprios fiéis para saberem em latim, as orações mais comuns e cantarem, em gregoriano, determinadas partes da liturgia”.

Eis o texto. Em primeiro lugar volto a insistir que a própria Exortação é uma exortação, não uma imposição. Escreve que para “exprimir melhor a unidade e a universalidade da Igreja” em encontros internacionais ele recomenda, diz que é bom nestas ocasiões usar o latim. Isso não é coisa dele, mas foi sugerido pelo Sínodo dos Bispos (de outubro de 2005) e isso está em sintonia com o Vaticano II. O Papa recomenda toda a missa em latim, nas ocasiões de encontros internacionais? Não, excetuem-se as leituras, a homilia e a oração dos fiéis. “Sejam também recitadas em latim as orações mais conhecidas... e eventualmente, entoadas algumas partes em canto gregoriano”. Em que orações o Papa estava pensando? Penso que no Pater Noster (Pai Nosso) Salve Regina (Salve Rainha) Regina Coeli (Rainha do céu). Canto gregoriano, o que é? É o canto da Igreja Católica do Ocidente, essencialmente monódico, chamado também de canto chão, era cultivado principalmente nos mosteiros e em missas solenes. É um canto meditativo, contemplativo, de interiorização. É muito difícil explicar, se você nunca escutou dificilmente vai entender a minha explicação.

Bem quanto ao clero o Papa pede que os futuros padres sejam preparados para compreender e celebrar em latim. Claro, sem compreender, como vai celebrar? Como vão usar textos em latim e cantar o canto gregoriano?  Além disso, o Papa pede que se tenha cuidado (os bispos) para que os fiéis possam saber em latim orações e cantar em gregoriano. Penso que no Brasil vai ser muito difícil seguir este pedido do Papa. Mas, eu encontrei muitos idosos de origem italiana, lá por 1950, que rezavam o Pai Nosso, a Ave Maria, até o Anjo do Senhor em latim. Que sabiam a ladainha de todos os santos em latim. Eu, como coroinha, sabia todas as respostas da missa em latim. Eu mesmo, como padre novo, rezei a missa em latim. Que beleza o canto gregoriano! Mas vamos então voltar ao latim simplesmente? Não, mas como seria bonito que em alguma igreja, aos domingos, houvesse uma missa, em parte em latim, com canto gregoriano! Você não gostaria também?

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Conversando com o povo de Deus (327)

O celibato, segundo Bento XVI

 
            “Senhor bispo, o que você diz sobre a Encíclica do Papa? O jornal deu que ele proibiu o casamento dos padres, os divorciados não podem comungar e a missa vai ser em latim. Puxa que Papa conservador?” Em primeiro lugar eu acredito na mídia com um pé atrás. Com um espírito crítico. Eu me pergunto: os jornalistas leram todo o escrito, que são 138 páginas? Muitas vezes, eles lêem o que querem e pinçam o que lhes interessa e da maneira que lhes interessa. Estão na deles. Nem sempre a verdade vem em primeiro lugar. Por isso, não é verdade simplesmente porque o jornal deu, porque a revista tal afirmou que, por exemplo, que D. Ivo, apoiou bandos armados. Porque a TV deu que o bispo ou padre tal praticou assédio sexual. Quero dizer que todos nós nos devemos educar para o espírito crítico. Os pais, a escola, a Igreja devem educar os jovens para o espírito crítico diante da mídia e deste mundo do consumo, diante da mentira política e diante da pornografia. Voltando à Encíclica do Papa, em primeiro lugar não é uma encíclica, nem uma declaração dogmática, nem um decreto, mas é uma Exortação Apostólica. Uma exortação, sim, com força apostólica, pós-sinodal. O papa a escreveu, usando o resultado do último sínodo dos bispos acontecido em outubro de 2005 sobre a Eucaristia. Ela não é só do Papa, mas também dos bispos. Vejamos o nº 24 da Exortação.

“Os padres sinodais (bispos) quiseram sublinhar como o sacerdócio ministerial requer, através da ordenação, a plena configuração a Cristo. Embora respeitando a prática e tradição oriental diferente, é necessário reiterar o sentido profundo do celibato sacerdotal, justamente considerado uma riqueza inestimável e confirmado também pela prática oriental de escolher os bispos apenas de entre aqueles que vivem no celibato, indício da grande honra em que ela tem a opção do celibato, feita por numerosos presbíteros. Com efeito, nesta opção do sacerdote encontram expressão peculiar a dedicação que o conforma a Cristo e a oferta exclusiva de si mesmo pelo Reino de Deus. O fato de o próprio Cristo, eterno sacerdote, ter vivido a sua missão até ao sacrifício da cruz no estado de virgindade constitui o ponto segundo de referência para perceber o sentido da tradição da Igreja Latina a tal respeito. Assim, não é suficiente compreender o celibato sacerdotal em termos meramente funcionais; na realidade constitui uma especial conformação ao estilo de vida do próprio Cristo. (Comentário meu: o padre não casa porque quer ser como Cristo que não casou). Antes de mais, semelhante opção é esponsal: a identificação com o coração de Cristo Esposo que dá a vida pela sua Esposa. Em sintonia com a grande tradição eclesial, com o Concílio Vaticano II e com os Sumos Pontífices, meus predecessores, corroboro a beleza e a importância duma vida sacerdotal no celibato como sinal expressivo de dedicação total e exclusiva  a Cristo, à Igreja e ao Reino de Deus. E, conseqüentemente, confirmo a sua obrigatoriedade para a tradição latina. O celibato sacerdotal, vivido com maturidade, alegria e dedicação, é uma bênção enorme para a Igreja e para a própria sociedade”.

Bem, este é o texto. Depois de conhecê-lo, podemos analizá-lo, criticá-lo. A posição sobre o celibato na Igreja Católica Latina é dos bispos e do Papa. Quem sou eu para criticá-los? Dizer que são retrógrados, pouco inteligentes, quadrados! A Igreja tem 2007 anos de existência e eu 70 ou menos. Que experiência! Não é um texto dogmático.

“Mas o problema da falta de padres não se resolveria com a abolição do celibato? Não, a realidade das outras igrejas não confirma isso”. “Mas o casamento não evitaria a pedofilia, o homossexualismo, a infidelidade dos padres? Não. Há homens casados que também cometem tais pecados, talvez até em maior número”. “Mas a Igreja Latina não deveria impor? Deveria deixar a liberdade. Sim, poderia assumir o costume da Igreja Oriental: casado pode ser padre, mas padre não pode casar. Os monges não casam e os bispos são eleitos entre os celibatários. Mas o Papa e os bispos do sínodo, guiados pelos Espírito Santo, pensam diferente: o celibato é uma bênção e é a plena configuração a Cristo”.

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