"A igreja Universal tem uma grande dívida de gratidão para com todos os Monges" O Monaquismo,oriental juntamente com o ocidental, constitui um grande dom para toda a Igreja"(Papa João Paulo II Rivola -Bulgária 27-05-2002). "O Monge é memória evangélica para os cristãos e para mundo" (Papa João Paulo II Rivola -Bulgária 27-05-2002)

Ano: IV Edição: Mensal N°:  XL  Mês: Fevereiro de 2007.

Informativo Oficial da Congregação Monástica de Santa Cecilia

Google
Busca na Web www.ordemdesantacecilia.org
www.atelier.sacro.ordemdesantacecilia.org www.mosteiro.ordemdesantacecilia.org

Artigos do Bispo + Irineu Sílvio Wilges.
O brilho e beleza mística de um trabalho resplandecem nas mãos de quem o faz orando.

Artigos do Bispo:                                                                                     Colunista:                        

  Revmo.Sr. Dom  Irineu Sílvio Wilges

Conversando com o povo de Deus(319)

Jesus o profeta

             Profeta é em primeiro lugar aquele que fala em nome de Deus e não aquele que prediz o futuro. Assim Jesus afirma que a sua palavra é a palavra do Pai. “A palavra que vocês escutam não é minha, mas é a palavra do Pai que me enviou”. Aliás, quando surgiu Jesus o povo se admirava de sua palavra e de seus milagres e disse: “Um grande profeta surgiu entre nós”.

            Mas como os profetas do AT também Jesus prediz acontecimentos a respeito de sua pessoa, dos apóstolos, de sua Igreja, dos judeus. Vejamos:

             A respeito de sua pessoa: “O Filho do homem será entregue aos príncipes dos sacerdotes, aos escribas e aos anciãos, e o condenarão à morte, e o entregarão aos gentios; e o escarnecerão, cuspirão nele, açoitá-lo-ão, e o hão de matar, mas no terceiro dia ressuscitará”.

            A respeito dos apóstolos: “Em verdade vos afirmo que um de vós me há de entregar”. (Judas). “Todos vós vos haveis de escandalizar de mim esta noite” (Prediz a fuga dos discípulos). “Se me perseguiram, também vos hão de perseguir a vós”. “Eles vos expulsarão das sinagogas”. Jesus prediz a perseguição. “E ele lhes disse: ‘ receberei a virtude do Espírito Santo, que descerá sobre vós”. Jesus predisse a vinda do Espírito Santo, que aconteceu no dia de Pentecostes.

            A respeito da Igreja: “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”. Os reinos e os impérios, os seus inimigos passam, mas a sua Igreja não passará. Esta profecia é verdadeira até o dia de hoje.

            A respeito dos pagãos: “Digo-vos que muitos virão do Oriente e Ocidente, e que terão lugar com Abraão, Isaac e Jacó no reino dos céus”. Jesus veio para salvar a todos os homens e não só os judeus.

            A respeito de seu povo, a sua rejeição: “Por isso vos declaro, o reino de Deus vos será tirado e será dado a um povo, que dará os frutos dele”. Os judeus, na sua maioria, rejeitaram Jesus como o Messias. Resultado, o reino será dado aos gregos e romanos.

            A respeito da destruição do templo: “Vês todos estes grandes edifícios? Não se deixará pedra sobre pedra que não seja destruída”

            A respeito da destruição da cidade de Jerusalém: “E ao ver a cidade, chorou sobre ela dizendo... E derrubar-te-ão por terra a ti e a teus filhos que estiverem dentro de ti, e não deixarão em ti pedra sobre pedra”. Os cristãos, por ocasião do cerco de Jerusalém, lá pelo ano 70 d.C., realizado pelo General Tito, lembrando-se das palavras de Jesus fugiram para a cidade de Pela, além do rio Jordão.

              Jesus predisse fatos que não podem ser conhecidos naturalmente, pois dependem da livre vontade de muitas pessoas e mesmo do próprio Deus. Por que Jesus usou o método de predizer? Ele mesmo responde: “Desde agora vo-lo digo, antes que suceda, para que, quando suceder, acrediteis que eu sou (o Messias)”. Jesus é profeta enquanto prediz, enquanto fala em nome de Deus, enquanto denuncia também o pecado, as estruturas injustas e os males deste mundo.

             Todo batizado participa do múnus profético de Jesus. Por isso, deve ser um pessoa de Deus pela fé e pela vida, para que possa falar em nome de Deus. Deve predizer o futuro usando as predições de Jesus. Deve denunciar as injustiças deste mundo, a corrupção, a violência e suas causas, desrespeito pela terra, pela água, pelo ar, pela vida.


_____________________________________

Conversando com o povo de Deus(318)

 Jesus proclamou-se Deus?

 

            Podemos falar em proclamação implícita e explícita. Implicitamente Jesus arrogando-se direitos e privilégios que nenhum legado divino jamais cogitou possuir e que de sua natureza, competem exclusivamente a Deus. Primeiro Jesus afirma-se maior do que todas as criaturas; maior do que o profeta Jonas, os reis Salomão, e Davi que o chama de Senhor; maior do que Moisés, Elias e João Batista; maior que os anjos que o servem e são seus.

Exige dos que o ouvem e querem segui-lo sentimentos que se devem só a Deus: “Quem amar o pai e a mãe mais do que a mim, não é digno de mim”. “Quem perder a sua vida por minha causa, achá-la-á”.

            Fala como supremo legislador. “Foi dito aos antigos... não matarás, eu, porém, vos digo também o que se irar contra o irmão será castigado” “Foi dito aos antigos: Não cometerás adultério, eu porém vos digo: Todo aquele que olhar para uma mulher desejando-a já cometeu adultério”. Proíbe o divórcio tolerado por Moisés. Ele se declara o como Senhor do Sábado.

            Jesus realiza sinais e milagres em seu próprio nome. Assim ele diz ao paralítico: “Levanta-te e anda”. E este se levantou, tomou a sua maca e voltou para casa. Perdoa pecados, coisa que só Deus pode fazer. Ele diz ao mesmo paralítico: “Os teus pecados te são perdoados”.

            Explicitamente, Jesus se proclama Filho de Deus no sentido estrito da palavra, no sentido próprio. Pedro confessa, quando Jesus pergunta aos apóstolos quem é ele: “Tu és o Cristo, Filho de Deus vivo” e Jesus responde: “Feliz és, Simão, filho de Jonas, porque não te revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus”. Pedro o chama de Filho de Deus e Jesus o confirma chamando Pedro de feliz e dizendo que o seu Pai (Deus) está nos céus”.

            No hino de júbilo de Jesus, ele diz: “Tudo me foi entregue por meu Pai(Deus). E ninguém conhece o Filho senão o Pai e ninguém conhece o Pai senão o Filho e a quem o Filho o quiser revelar”. Há aqui a proclamação de uma igualdade de conhecimento entre o Pai e o Filho.

            Na sua afirmação solene diante do sinédrio (conselho judaico). Perguntou-lhe o sumo sacerdote: “Conjuro-te por Deus vivo que nos diga: se és o Cristo, o Filho de Deus?” Jesus respondeu: “Sim sou. Além disso, eu vos declaro que vereis o Filho do Homem sentar-se à direita do Todo-Poderoso, e voltar sobre as nuvens do céu”.

            Na festa da Dedicação em Jerusalém Jesus afirma: “Eu e o Pai somos um”.

            Jesus não é um megalômano? (Maníaco de grandeza). Ele não se enganou? Jesus não se enganou, nem nos quis enganar. A prova de que Jesus tinha razão, de que não nos enganou é a sua ressurreição. Esta é o acontecimento central da vida de Jesus. Fundamental. Sem, a sua ressurreição comamos e bebamos, que amanhã vai morrer todos. E nós os cristãos somos os mais miseráveis de todos os homens. Mas Cristo ressuscitou! Aleluia!
           

___________________________________________________________

Conversando com o povo de Deus(317)

Jesus tinha mesmo consciência de ser o Messias?

             Os cristãos, os seus seguidores, crêem que Jesus de Nazaré é o Messias prometido pelos profetas do AT. Encontramos, no NT, em Jesus, esta consciência? Foi ele mesmo que se proclamou Messias ou foram os cristãos que o proclamaram? Em primeiro lugar, a palavra “Messias” significa o ungido. Os sacerdotes eram ungidos com óleo, assim também os reis. Assim surgiu a idéia do Messias Rei. Do Messias Sacerdote. Depois o Messias Profeta. A palavra Messias foi traduzida para o grego para Cristo. Os judeus no tempo de Jesus acentuavam de maneira especial a concepção política do Messias, um Messias libertador do jugo romano, que estenderia a dominação temporal sobre todas as nações e então se estabeleceria um reino de paz e justiça. Como Jesus de Nazaré não realizou esta idéia a maioria do povo não aceitou Jesus como o Messias e assim é até hoje. Jesus foi aos poucos corrigindo esta idéia, insistindo que o Messias devia padecer primeiro e que o reino era antes de tudo espiritual em que os dons seriam espirituais: perdão e remissão dos pecados com a respectiva justificação e reconciliação com Deus. Um reduzido número, como os apóstolos e o povo simples principalmente, aceitaram Jesus como o libertador do pecado. Como salvador espiritual por sua morte na cruz. São os que acreditavam num Messias Sacerdote, num Messias Profeta.

            Jesus se proclamou Messias. Assim no início do seu ministério na sinagoga de Nazaré, lendo aos seus concidadãos as palavras do profeta Isaías acerca do Messias: “O espírito do Senhor está sobre mim porque me ungiu e enviou-me para anunciar aos pobres boa nova. Para publicar o ano da graça do Senhor”, ele se sentou e disse que hoje, nele se realizou esta profecia messiânica.

            Quando João Batista manda perguntar se ele é o Messias ou se precisam esperar por um outro, Jesus respondeu com a profecia de Isaías a respeito da vinda do Messias: ”Ide anunciai a João Batista... os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados”.

            Na conversa com a mulher samaritana. ”Sei que o Messias vem”, diz ela. Jesus respondeu: “Sou eu, o que fala contigo”.

            No fim do seu ministério: “Então, pediu a seus discípulos que a ninguém dissessem que ele era o Messias”. Aliás, Jesus pede o mesmo às pessoas que ele curou. Que não espalhem.  Porque não quer que as pessoas apliquem a ele uma falsa imagem de Messias.

            Na sua entrada triunfal em Jerusalém, o povo o aclamava: “Hosana o filho de Davi: bendito o que vem em nome do Senhor; Hosana nas alturas”. Hosana significa : salva-nos. Os fariseus se escandalizam com esta aclamação messiânica e pedem que diga ao povo não chamá-lo assim e Jesus responde: “Digo-vos que se estes se calarem, logo as pedras clamarão”.

            Diante do sinédrio (conselho dos mais altos magistrados do povo judeu): “Digo-vos, porém, que vereis em breve o filho do Homem assentado à direita da majestade divina, e vindo sobre as nuvens do céu” (É uma alusão ao profeta Daniel, 7,13, que é uma profecia messiânica).

            Após a ressurreição, explicando as Escrituras aos dois discípulos de Emaús, ele disse: “Porventura não convinha que o Cristo (o Messias), padecesse estas coisas e entrasse na sua glória”.

            Sim, Jesus tinha plena consciência de sua missão de Messias. Quem é Jesus para mim? O Messias? O Cristo? Que Messias? Tenho consciência que ele quer continuar a exercer a sua messianidade através de mim?
 _______________________________________

Conversando com o povo de Deus(315) 

Jesus existiu mesmo?

 
            Jesus de fato existiu. Não é uma mera invenção. Temos em primeiro lugar as fontes cristãs. Temos os 4 Evangelhos. Os Atos dos Apóstolos. As cartas de S. Paulo, em número de 14. A carta de S. Tiago. As cartas de S. Pedro, 2. As cartas de S. João, 3. A carta de S. Judas e o Apocalipse. Estes escritos falam a favor da veracidade da existência de Jesus pela maneira simples de narrar os fatos, a confissão sinceras das próprias faltas, o conhecimento exato dos lugares e circunstâncias da época. É toda a Galiléia e Judéia anterior ao ano 70 d. C, que torna à superfície. Personagens históricos, partidos políticos conhecidos pela história profana desfilam diante de nossos olhos: João Batista, Herodes, Os saduceus, os fariseus e publicanos. Os dados históricos foram narrados por cristãos que acreditavam, a partir de sua fé na ressurreição de Jesus, que ele era o Cristo, isto é o Messias prometido. Não são uma biografia. O tempo que intermedeia entre os 12 anos e os 30 não interessa, porque não tem interesse religioso. O NT é um livro religioso em primeiro lugar.

            Temos também fontes pagãs que nos falam da existência de Jesus e de seus seguidores. Assim o escritor romano Tácito, em 116 d.C. em seus livro os “Anais” conta que o imperador Nero, para acabar com a conversa do povo de que ele teria mandado incendiar Roma, acusou os cristãos. Tácito afirma que o fundador desta seita(O cristianismo naquele tempo era considerado uma seita judaica) era um tal de Cristo (Christus), condenado à morte no tempo do imperador Tibério. Suetônio (120 d.C), outro escritor romano, narra que no tempo do imperador Cláudio houve fortes perturbações entre os judeus de Roma, por causa de Cristo. Uns diziam que Jesus de Nazaré era o Cristo e os outros se opunham. Resultado foi que o imperador, para haver paz, expulsou os judeus de Roma. Plínio o Moço (112 d.C.), governador da Ásia Menor (hoje Turquia) escreve uma carta ao imperador Trajano informando que o cristianismo se está propagando rapidamente. O culto dos cristãos consiste em cantarem em honra de um certo Cristo, como se faz quando se quer honrar a Deus.  Pede então ao imperador o que fazer com os cristãos. e o imperador responde que não devem ser procurados, mas se denunciados devem ser castigados.

            Temos uma fonte judaica. É o livro de Flávio Josefo, “As Antiguidades Judaicas”, que publicou o seu livro em grego, os outros livros citados antes foram escritos em latim, em 93 d.C. Tive o privilégio de lê-lo. É impressionante a sua narração do cerco e da tomada de Jerusalém no ano 70. Mas o que nos interessa aqui é o seu testemunho sobre a existência de Jesus. Jesus é chamado o Cristo, o Messias. E designa Tiago o Menor como o irmão de Jesus.

            Para mim, pessoalmente, a maior prova da existência de Jesus é a existência do cristianismo. Não se pode entender o cristianismo sem o seu fundador. O cristianismo não pode surgir do nada. Não há efeito sem causa.

            A fé dos apóstolos em Jesus como o Cristo, só pode entender pela sua ressurreição. Pela sepultura aberta e as aparições. Foi esta experiência mística que os fez fundar o cristianismo e dar a sua vida por ele.

            Este Jesus ressuscitado continua vivo e presente no meio de seu povo. Pela sua palavra. Pela Eucaristia. Presente onde dois ou três se reúnem em seu nome. Quem fizer a experiência mística do encontro com Jesus num retiro, num encontro não tem mais dúvida sobre a existência histórica de Jesus. “Ele existe eu o experimento todos os dias”.

___________________________________

Conversando com o povo de Deus(314) 

Quem é Jesus de Nazaré?

 
            Para os cristãos Jesus é Filho de Deus que se fez gente em Maria, Tomou o nosso rosto. Verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Nosso Salvador, nosso Redentor. Pagou a dívida que nós devíamos pagar por nossos pecados. Ele é o Messias, o Cristo, prometido. Por isso, a história da humanidade se divide em antes e depois de Cristo. Estamos no ano 2007 depois de Cristo. A civilização ocidental é uma civilização cristã. Os seguidores de Cristo somam cerca de dois bilhões. Os muçulmanos um bilhão e pouco. Milhares de cristãos deram e continuam a dar sua vida para testemunhar a sua fé em Jesus.

            Quem é Jesus? Para os judeus ao máximo Ele é um profeta. Mas não é o Messias. Pois este eles o esperam ainda. O Messias ainda está por vir. Para os Muçulmanos Ele é um profeta, nascido de Maria virgem, de maneira milagrosa. O primeiro profeta foi Moisés, depois veio Jesus de Nazaré e por fim veio o maior de todos os profetas Maomé. Para os espíritas kardecistas Jesus não é Deus Filho. É um espírito que através de muitas reencarnações conseguiu a escala final das perfeições. Cristo é um médium incomparável. Para a maçonaria, Deus é um Deus uno, chamado de Grande Arquiteto do Universo. Para muitos modernos é um grande personagem, que marcou a história da humanidade como foram também Buda, Moisés, Maomé, Gândi, Luter King e outros. Ou ainda foi um homem de qualidade superior. Nunca houve igual, nem haverá. Outros ainda o vêem como um pregador de uma moral admirável: “Amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a si mesmo”. “Faça ao outro o que quiseres que ele te faça”. Ou então foi um grande doutor da Lei, que acentuou uma religião interna contra uma religião legalista. Para outros ainda, menos respeitosos, Ele foi um simples rabino que morreu por seu povo. Ou ainda um aventureiro político que fracassou. Ou um iluminado que pregou a vinda próxima do Reino, mas o coitado, dizem eles, se enganou. Um megalômeno. Um doente mental. Até isso, imagina! E o que diz o livro e o filme “O Código da Vinci”? Jesus casou com Maria Madalena. Teve filhos.

            Mas há também os que simplesmente negam a própria existência de Jesus. Sim, até estes existem. Afirmam que Jesus é uma figura mítica como os deuses da Babilônia, da Grécia, do Egito e de Roma. Os deuses não existem, assim também Jesus. Ele é uma personificação das esperanças messiânicas. É algo subjetivo inerente às mentes dos fiéis. É bom ter escutado tudo isso. Saber que estas afirmações existem. Que há gente que pensa assim. Para mim pessoalmente, Jesus é tudo aquilo que eu afirmei dele no primeiro parágrafo. Gostaria de acrescentar o seguinte. Jesus é meu amigo. Há 70 anos que eu sou amigo de Jesus. Ele nunca me fez mal. Sempre me deu muito mais do que eu poderia sonhar. Ele é o meu caminho, a minha verdade e a minha vida. Uma das coisas que mais me impressiona, mais me toca é quando Jesus diz aos Apóstolos: “Não vos chamo mais discípulos, mas amigos”. Emocionante. Quem não gosta de ser amigo de uma pessoa importante? Quem não gosta de contar no supermercado, no ônibus, no cabeleireiro que, uma pessoa importante, é amiga sua, vai comer na sua casa! Pois Jesus é o meu amigo. Aquele que deu a sua vida por mim. “Não há maior amor do que dar a sua vida por alguém”. Como amor com amor se paga, Jesus pede a minha amizade. Pede que eu abra o coração de minha casa para que Ele me visite. Quer me transformar nele. Quer me tornar mais feliz, mais cheio de paz e alegria. Gosto do atual Papa porque ele acentua muito esta amizade com Jesus. Boas férias, meus amigos!

          

*****************************************************************





Voltar e Atualiza o Jornal Ceciliano Voltar para o Jornal Ceciliano Próxima página.

Para contatos E-mail: monges@farrapo.com.br






© Copyright. Congregação Monástica de Santa Cecilia