"A igreja Universal tem uma grande dívida de gratidão para com todos os Monges" O Monaquismo,oriental juntamente com o ocidental, constitui um grande dom para toda a Igreja"(Papa João Paulo II Rivola -Bulgária 27-05-2002). "O Monge é memória evangélica para os cristãos e para mundo" (Papa João Paulo II Rivola -Bulgária 27-05-2002)

Ano: IV Edição: Mensal  N°:  LVI           Mês: Junho de  2008.

Informativo Oficial da Congregação Monástica de Santa Cecilia

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Doutrina Católica:
O brilho e beleza mística de um trabalho resplandecem nas mãos de quem o faz orando.

Doutrina Católica:

Colunista             
Dom Elias do Espírito Santo osc

50. O que significa que Deus é todo-poderoso?
Deus se revelou como “Forte e Poderoso” (Sl 24,8), aquele ao qual “nada é impossível” (Lc 1,37). A sua onipotência é universal, misteriosa, e se manifesta ao criar o mundo do nada e o homem por amor, mas, sobretudo na Encarnação e na Ressurreição do Seu Filho, no dom da adoração filial e no perdão dos pecados. Por isso a Igreja dirige a sua oração ao “Deus todo-poderoso e eterno” (“Omnipotens sempiterne Deus...”).

 
51. Por que é importante afirmar: “Deus criou o céu e a terra” (Gn 1,1)?
Porque a criação é o fundamento de todos os divinos desígnios salvíficos; manifesta o amor onipotente e sapiente de Deus; é o primeiro passo para a Aliança do único Deus com o seu povo; é o início da história da salvação que culmina em Cristo; é uma primeira resposta às interrogações fundamentais do homem acerca da própria origem e do próprio fim.

52. Quem criou o mundo?
O Pai, o Filho e o Espírito Santo são o princípio único e indivisível do mundo, ainda que a obra da criação do mundo seja particularmente atribuída a Deus Pai.

53. Para que o mundo foi criado?
O mundo foi criado para a glória de Deus, que quis manifestar e comunicar a sua bondade, verdade e beleza. O fim último da criação é que Deus, em Cristo, possa ser “tudo em todos” (1Cor 15,28), para a sua glória e para a nossa felicidade.

 

A glória de Deus é o homem vivo e a vida do homem é a visão de Deus”. (Santo Ireneu).

 
Fonte:
“Compêndio do Catecismo da Igreja Católica”, promulgado por Sua Santidade o Papa Bento XVI, mediante o “Motu Proprio” de 28 de Junho de 2005.

 
Comentário Catequético

 
Deus, plenitude do ser e em Si felicíssimo, nada pode procurar e desejar fora de Si mesmo: se aos outros seres ele dá existência, é a Sua vontade livre e infinitamente boa que deseja torná-los felizes, a que faz existir.

A fé nos revela que Deus é o Criador do céu e da terra, isto é, de todo o universo visível e invisível, de tudo o que está fora Dele, Deus.

Criar é fazer alguma coisa do nada, ou seja, com simples ato da vontade dar existência ao que antes não existia.

Dessa forma, criar é atributo exclusivo de Deus, porque, tendo Ele a plenitude do ser e não sendo limitado em Suas obras, pôde comunicar a outros seres a existência.


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