Doutrina
Católica:
Colunista
Dom Elias do
Espírito Santo osc
O
TERCEIRO MANDAMENTO:
LEMBRA-TE DE
SANTIFICAR AS FESTAS
450. Por que Deus “abençoou o dia do sábado e o
santificou” (Ex 20,11)?
Porque no dia de sábado se faz
memória do repouso de Deus no sétimo dia da
criação, bem como da libertação de Israel
da escravidão do Egito e da Aliança que Deus sancionou
com o seu povo. 2168-2172 2189
451. Como se comporta Jesus em
relação ao sábado?
Jesus reconhece a santidade do
sábado e, com autoridade divina, dá a sua
interpretação autêntica: “O sábado foi feito para o homem, e
não o homem para o sábado” (Mc 2,27). 2172
452. Por qual motivo, para os
cristãos, o sábado foi substituível pelo domingo?
Porque o domingo é o dia da
Ressurreição de Cristo. Como “primeiro dia da semana” (Mc 16,2),
ele lembra a primeira criação; como “oitavo dia”, que segue o
sábado, significa a nova criação inaugurada pela
Ressurreição de Cristo. Tornou-se assim, para os
cristãos, o primeiro de todos os dias e de todas as festas: o dia
do Senhor, no qual ele, com sua Páscoa, leva
a termo a verdade espiritual do sábado hebraico e anuncia o
repouso eterno do homem em Deus. 2174-2176 2190-2191
453. Como se santifica o domingo?
Os cristãos santificam o
domingo e as outras festas de preceito participando da Eucaristia do
Senhor e abstendo-se também daquelas atividades que impedem de
prestar culto a Deus e perturbam a alegria própria do dia do
Senhor ou o necessário descanso da mente e do corpo. São
permitidas as atividades ligadas a necessidades familiares ou a
serviços de grande utilidade social, desde que não criem
hábitos prejudiciais à santificação do
domingo, à vida de família e à saúde. 2177-2185
2192-2193
454. Por que é importante
reconhecer civilmente o domingo como dia festivo?
Para que a todos seja dada real
possibilidade de gozar de suficiente repouso e de tempo livre que lhes
permitam cuidar da vida religiosa, familiar, cultural e social; de
dispor de um tempo propício para a meditação, a
reflexão, o silêncio e o estudo; de dedicar-se às
obras de bem, em particular em favor dos doentes e dos idosos. 2186-2188
2194-2195
Fonte:
“Compêndio
do Catecismo da Igreja Católica”. Promulgado por Sua
Santidade, o Papa Bento XVI mediante o “Motu Próprio” de
28 de Junho de 2005.
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