"A igreja Universal tem uma grande dívida de gratidão para com todos os O Monaquismo,oriental juntamente com o ocidental, constitui um grande dom para toda a Igreja"(Papa João Paulo II Rivola -Bulgária 27-05-2002). "O Monge é memória evangélica para os cristãos e para mundo" (Papa João Paulo II Rivola -Bulgária 27-05-2002)

Ano: III Edição: Mensal N°:  XXXVI  Mês: Outubro de 2006.

Informativo Oficial da Congregação Monástica de Santa Cecilia

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Doutrina Católica:
O brilho e beleza mística de um trabalho resplandecem nas mãos de quem o faz orando.

Doutrina Católica:     
      Colunista                
Dom Elias do Espírito Santo osc

Amarás o Senhor teu Deus de todo o coração, de toda a alma e de todo o entendimento

 

O PRIMEIRO MANDAMENTO: EU SOU O

SENHOR TEU DEUS. NÃO TERÁS OUTROS

DEUSES ALÉM DE MIM

 

442. O que implica a afirmação de Deus: “Eu sou o Senhor teu Deus” (Ex 20,2)?
Implica, para o fiel, guardar e praticar as três virtudes teologais e evitar os pecados que a elas se opõem. A crê em Deus e rejeita o que lhe é contrário, como, por exemplo, a dúvida voluntária, a incredulidade, a heresia, a apostasia, o cisma. A esperança espera com confiança a bem-aventurada visão de Deus e a sua ajuda, evitando o desespero e a presunção. A caridade ama a Deus acima de tudo: recusam-se, portanto, a indiferença, a ingratidão, a tibieza, a acídia ou preguiça espiritual, o ódio de Deus, que nasce do orgulho. 2083-2094 2133-2134

443. O que comporta a Palavra do Senhor: “Adorarás o Senhor, teu Deus, e só a ele prestarás culto” (Mt 4,10)?
Comporta: adorar a Deus como Senhor de tudo o que existe; prestar-lhe o culto devido individual e comunitariamente; orar a ele com expressões de louvor, de agradecimento e de súplica; oferecer-lhe sacrifícios, sobretudo o espiritual, da nossa vida, unido ao sacrifício perfeito de Cristo; manter as promessas e os votos feitos a Ele.
2095-2105 2135-2136

444. De que modo a pessoa exerce o próprio direito de prestar culto a Deus na verdade e na liberdade?
Todo homem tem direito e o dever moral de procurar a verdade, especialmente no que diz respeito a Deus e à sua Igreja e, uma vez conhecida, abraçá-la e guardá-la fielmente, prestando a Deus um culto autêntico. Ao mesmo tempo, a dignidade da pessoa humana exige que em matéria religiosa ninguém seja forçado a agir contra a própria consciência nem impedido, nos justos limites da ordem pública, de agir em conformidade com a sua consciência, de modo privado ou público, de forma individual ou associada.
 
2104-2109 2137

445. O que proíbe Deus quando manda: “Não terás outros deuses além de mim” (Ex 20,2)?
Esse mandamento proíbe:
O politeísmo e a idolatria que diviniza uma criatura, o poder, o dinheiro, até o demônio; a superstição, que é um desvio do culto devido ao verdadeiro Deus e se exprime também nas várias formas de adivinhação, magia, feitiçaria e espiritismo; a irreligião, que se exprime em tentar a Deus com palavras ou atos, no sacrilégio, que profana pessoas ou coisas sagradas, sobretudo a Eucaristia, na simonia, que pretende adquirir ou vender as realidades espirituais; o ateísmo, que rejeita a existência de Deus, fundando-se muitas vezes numa falsa concepção da autonomia humana; o agnosticismo, para o qual nada se pode saber sobre Deus, e que compreende o indiferentismo e o ateísmo prático.  2110-2128 2138-2140

446. O mandamento de Deus: “Não farás para ti imagens esculpidas...” (Ex 20,3) proíbe o culto das imagens?
No Antigo Testamento, esse mandamento proíbe representar o Deus absolutamente transcendente. A partir da Encarnação do Filho de Deus, o culto cristão das sagradas imagens é justificado (como afirma o Segundo Concílio de Nicéia, de 787), pois se fundamenta no Mistério do Filho de Deus feito homem, no qual o Deus transcendente se torna visível. Não se trata de uma adoração da imagem, mas de uma veneração de quem nela é representado: Cristo, a Virgem, os Anjos e os Santos. 2129-2132 2141

 
O SEGUNDO MANDAMENTO: NÃO

PRONUNCIARÁS O NOME DE DEUS EM VÃO

 

447. Como se respeita a santidade do Nome de Deus?
Respeita-se invocando o Nome santo de Deus, bendizendo-o, louvando-o e glorificando-o. Portanto, deve ser evitado o abuso de apelar para o Nome de Deus para justificar um crime e qualquer uso inconveniente do seu Nome, como a blasfêmia, que por sua natureza é um pecado grave, as pragas e a infidelidade às promessas feitas em Nome de Deus. 2142-2149 2160-2162

448. Por que é proibido o juramento falso?
Porque assim se invoca a Deus, que é a própria verdade, como testemunha de uma mentira. 2150-2151 2163-2164

Fonte:

“Compêndio do Catecismo da Igreja Católica”. Promulgado por Sua Santidade, o Papa Bento XVI mediante o “Motu Proprio” de 28 de Junho de 2005.

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