"A igreja Universal tem uma grande dívida de gratidão para com todos os Monges" O Monaquismo,oriental juntamente com o ocidental, constitui um grande dom para toda a Igreja"(Papa João Paulo II Rivola -Bulgária 27-05-2002). "O Monge é memória evangélica para os cristãos e para mundo" (Papa João Paulo II Rivola -Bulgária 27-05-2002)

Ano: IV Edição: Mensal  N°:  LIV           Mês: Abril de  2008.

Informativo Oficial da Congregação Monástica de Santa Cecilia

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Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
O brilho e beleza mística de um trabalho resplandecem nas mãos de quem o faz orando.

O embrião humano: pessoa ou coisa?

(no banco dos réus do STF, ele poderá ser condenado à morte)

Em 1996: “Morte de inocentes”

No dia 1º de agosto de 1996, uma notícia comoveu o mundo: a Inglaterra destruiu mais de 3000 embriões humanos. Eram embriões “excedentes”, originados pelo processo de fertilização “in vitro”. Estavam congelados, à espera de serem eventualmente implantados no útero de suas mães. A lei britânica determinava que, se os genitores não se pronunciassem sobre eles no prazo de cinco anos, tais embriões deveriam ser descongelados e mortos.

Houve casais que se ofereceram para adotá-los, mas o governo britânico alegou que, segundo a lei, a adoção só seria possível com o consentimento dos pais. A organização pró-vida “Life” pediu inutilmente uma prorrogação de seis meses, para permitir o contato com os pais e a procura de casais dispostos à adoção. Nenhuma estratégia para salvar a vida dos pequeninos foi bem sucedida. Foram descongelados, mortos com uma gota de álcool ou água, e depois incinerados junto com outros materiais hospitalares.

A imprensa brasileira se mostrou perplexa. O Correio Braziliense publicou em primeira página: “Morte de inocentes”

* * *

Em 2005: “Câmara libera pesquisa com células-tronco”

No dia 2 de março de 2005, o plenário da Câmara dos Deputados aprovava a Lei de Biossegurança (Lei 11.105/2005), que seria sancionada pelo presidente Lula em 24 de março. Essa lei permite em seu artigo 5º a destruição de embriões humanos. Desta vez a eliminação dos “excedentes” foi apresentada como um “avanço”, um “progresso” e uma “esperança”. Por quê? Porque já se havia encontrado um pretexto nobre para matá-los: a pesquisa e a terapia com células-tronco a serem extraídas deles. No dia seguinte, o Correio Braziliense trazia na capa a manchete “Câmara libera pesquisa com células-tronco”, trazendo ao lado uma fotografia do aplauso dos deficientes em cadeiras de rodas.

O massacre continuava o mesmo, mas agora seria feito “com boa intenção”. O fim bom, desta vez, parecia justificar o uso de um meio que, anos atrás, era inadmissível: a morte de inocentes.

Células-tronco embrionárias: mais de 25 anos de fracasso.

O que houve nesse intervalo de 1996 a 2005? Em 1998, Jamie Thomson isolou, pela primeira vez, as células-tronco de embriões humanos. Tais células já eram conhecidas há muito tempo. Sua descoberta se deu em 1981, quando foram isoladas células-tronco de embriões de camundongo. Em 2006, a revista Nature comemorava 25 anos de pesquisa com células-tronco embrionárias. Uma história feita de fracassos. Pois até agora, nem sequer em animais se obteve qualquer resultado seguro o bastante para se experimentar tal terapia em pessoas. Essas células crescem rapidamente, formam tumores e são rejeitadas pelo organismo receptor. Mas ainda que, por hipótese, elas trouxessem algum benefício, sua obtenção requereria a destruição de, não milhares, mas milhões de embriões humanos. Um número imensamente superior ao de embriões atualmente congelados.

Propaganda enganosa

Quando estava para ser votada a Lei de Biossegurança (que estranhamente misturava soja transgênica com embriões humanos), os meios de comunicação social apresentaram curas maravilhosas obtidas a partir de células-tronco. O que eles sistematicamente omitiam é que todas essas curas haviam sido obtidas através de células-tronco adultas. Induzia-se a população a crer que a regeneração de tais tecidos ou órgãos havia sido obtida com células-tronco embrionárias (aquelas isoladas por Thomson em 1998). E criava-se a expectativa – falsa – de que a aprovação do descarte de embriões humanos traria grandes progressos para a medicina. Vários deficientes físicos em cadeiras de roda foram instrumentalizados para a aprovação daquele dispositivo.

“Um certo sensacionalismo faz parte do jogo”

Leiamos um artigo de Dra. Lygia da Veiga Pereira, uma ardente defensora do uso de embriões humanos, com o título sugestivo “Por enquanto, apenas um fio de esperança”:

“Dra. Lygia, com a aprovação do Projeto de Lei de Biossegurança pela Câmara dos Deputados, quantos pacientes sairão das filas de transplantes?” Gelei com a pergunta feita em entrevista ao vivo, no dia seguinte à aprovação do uso de embriões humanos para a extração de células-tronco (CTs) embrionárias. Ela sintetizava toda a expectativa que a luta por essa aprovação gerou no último ano. Respirei fundo e respondi: “Nenhum...”. Nenhum hoje, nenhum até mesmo nos próximos anos. Mas quem sabe muitos no longo prazo, agora que podemos trabalhar com CTs embrionárias humanas no Brasil. Talvez um certo sensacionalismo faça parte do jogo e tenha sido importante para mobilizar a sociedade e os parlamentares e levar à aprovação do PL de Biossegurança[5].

“A gente tenta dourar um pouquinho a pílula”

O trecho a seguir foi proferido por Dra. Mayana Zatz, outra defensora do uso de embriões humanos, em resposta à advertência do cientista Marcelo Leite sobre as promessas mirabolantes feitas acerca do Projeto Genoma Humano. Ouçamos com atenção:

"Quem coloca a mão na massa sabe quais são as limitações. Às vezes, você realmente tem de vender o peixe quando precisa de financiamento. Não adianta você dizer: "Olha, vou ficar 20 anos seqüenciando para talvez chegar a um resultado". A gente tenta dourar um pouquinho a pílula. Mas sabemos que as limitações são enormes e temos um longo caminho pela frente", disse Zatz.[6]

Células-tronco adultas: o sucesso e a esperança

As células-tronco não se encontram apenas no embrião humano. Encontram-se também na medula óssea, na polpa dentária, na mucosa nasal, no cordão umbilical, na placenta e até no tecido adiposo: estas são conhecidas como células-tronco adultas (CTA). Ao contrário do que se costuma dizer, muitas das CTAs têm capacidade de pluripotência, ou seja, são capazes de regenerar vários tipos de tecidos. Nas palavras da pesquisadora de biologia celular da UNIFESP, Dra. Alice Teixeira Ferreira, “desde 2001 pesquisadores do Instituto do Milênio de Bioengenharia Tecidual vêm tirando pacientes da fila do transplante cardíaco com o sucesso do autotransplante de células-tronco adultas”[7]. Não se trata de um sonho, mas de uma realidade. Como elas são retiradas do próprio paciente, não ocorre rejeição. Também não produzem tumores. E – o que é o mais importante – não requerem a destruição de embriões humanos.

Em 28 de novembro de 2007, a agência Zenit informava que “uma equipe japonesa e uma equipe americana [...] conseguiram transformar células de pele humana em células-tronco, que são capazes de evoluir em células nervosas, cardíacas ou em qualquer dos 220 tipos de células do corpo humano. A nova técnica, ainda que exija aperfeiçoamento, é tão promissora que o cientista que conseguiu clonar a primeira ovelha do mundo, Ian Wilmut, anunciou que deixará de lado a clonagem de embriões para focalizar-se nas células-tronco derivadas de células da pele”.[8]

A inconstitucionalidade do artigo 5º da Lei de Biossegurança

No dia 30 de maio de 2005, o então Procurador Geral da República Dr. Cláudio Lemos Fonteles ajuizou a Ação Direta de Inconstitucionalidade n. 3510 (ADI 3510) contra o artigo 5° da Lei de Biossegurança (Lei n.º 11.105/05) alegando que a destruição de embriões humanos contraria a inviolabilidade do direito à vida previsto no artigo 5º, caput, da Constituição Federal.

No dia 5 de março de 2008, a Suprema Corte iniciou o julgamento. O relator Ministro Carlos Ayres Britto, votou pela improcedência do pedido formulado na ação. O Ministro Carlos Alberto Menezes Direito pediu vista dos autos, tendo como conseqüência a suspensão da votação.

No entanto, a Ministra Ellen Gracie, presidente do Tribunal, resolveu antecipar seu voto, acompanhando o relator, ou seja, manifestando-se pela improcedência do pedido.

Em seu voto de 72 páginas, Ayres Britto reconheceu que “o início da vida humana só pode coincidir com o preciso instante da fecundação de um óvulo feminino por um espermatozóide masculino”.[9]Nem por isso, porém, ele admitiu que a Constituição Federal considera inviolável a vida do nascituro. Como a Constituição silencia sobre o início da vida humana (“silêncio de morte”, segundo trocadilho formulado pelo ministro), ele se sentiu à vontade para dizer que afirmar que só os nascidos com vida são pessoas. Esquecendo-se do que preceitua o pacto de São José da Costa Rica,[10] o relator afirmou que o nascituro é tão-somente “expectativa de pessoa”. Se a lei o protege, é unicamente por haver esperança de ele se tornar pessoa. Ela pode protegê-lo, mas não tem a obrigação de fazê-lo sempre. Pode, em sua opinião, permitir o aborto em alguns casos. E, segundo ele, já existem casos de aborto “legal” (sic) no Brasil. O ministro refere-se aos casos de não-aplicação da pena ao aborto (art. 128, CP) como se houvesse uma permissão para abortar. E tal permissão – que segundo ele existe – seria inconstitucional se o nascituro fosse pessoa. Mas como o nascituro não é pessoa, conclui o relator que pode haver aborto ao mesmo tempo “legal” e constitucional.

Quanto ao embrião fertilizado “in vitro”, o menosprezo é ainda maior. Conforme o relator, em tal caso não existe pessoa humana “nem mesmo como pura potencialidade”[11]. Tal embrião excedentário “é algo que jamais será alguém[12]. Despojado de proteção legal e constitucional, nada impede que ele seja destruído e usado para pesquisa ou terapia.

Para o ministro, o lugar onde se deu a fecundação é fundamental para se decidir se o embrião goza ou não de alguma proteção. O ovo de tartaruga goza de proteção penal[13]porque ele “saiu do corpo da mãe, já com todas as suas características genéticas. Ao passo que o que saiu da mulher não foi um embrião, foi um ovo singelo, sem fecundação. As características genéticas vêm com a fecundação, mas no caso ela não se deu no corpo da mulher.”[14]

Ao que parece, para o ministro, aquilo que é mais indefeso é o que deve gozar de menos proteção. O ovo de tartaruga não tem necessidade de se implantar em um útero para se desenvolver; por isso a lei o protege. O embrião humano fertilizado “in vitro” precisa de um útero para se desenvolver; por isso a lei não o protege. Um raciocínio extremamente perigoso se for adotado pelos demais juízes da Suprema Corte...

 
Roma, 28 de março de 2008.
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis
Telefax: 55+62+3321-0900
Caixa Postal 456
75024-970 Anápolis GO
http://www.providaanapolis.org.br
"Coração Imaculado de Maria, livrai-nos da maldição do aborto"

 



[1]Correio Braziliense, 1 ago. 1996, p. 1.

[2]Correio Braziliense, 3 mar. 2005, p. 1.

[3] Nesse ano, Gail R. Martin, na Universidade da Califórnia (EUA) e Martin Evans e Matthew Kaufman, na Universidade de Cambridge (Inglaterra) separadamente e simultaneamente descobriram técnicas de extração de células-tronco de embriões de camundongo. Atribui-se a Gail R. Martin, a criação do termo “embryonic stem cell” (célula-tronco embrionária).

[5] Por enquanto, apenas um fio de esperança. O Estado de S. Paulo, São Paulo, 06 mar. 2005, Caderno Aliás, p. J 3. Os grifos são nossos.

[6] A hélice dupla e as duas culturas. Folha de São Paulo. São Paulo, 01 abr. 2007. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe0104200701.htm> Acesso em: 13 mar. 2008. Os grifos são nossos.

[7] A pajelança com as células-tronco. O Globo, Rio de Janeiro, 20 ago. 2004. p. 7.

[8] Disponível em: <http://www.zenit.org/article-16892?l=portuguese>. Acesso em: 25 mar. 2008.

[9] Voto do relator, n. 30, p. 35. Grifado no original.

[10] Segundo o artigo 3º combinado com o artigo 1º, n. 2 da Convenção, todo ser humano (sem distinções) tem direito ao reconhecimento de sua personalidade jurídica.

[11] Voto do relator, n. 56, p. 61.

[12] Voto do relator, n. 56, p. 61. Grifado no original.

[13] Cf. Lei 9.605, de 12 de fevereiro de 1998 (Lei dos Crimes Ambientais), artigo 29, §1º, inciso III

[14]FREITAS, Silvana de. Voto não abre via para o aborto, diz ministro do STF. Folha on line, São Paulo, 07 mar 2008. 8h37. Disponível em <http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u379531.shtml>.

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Para os católicos:

ORAÇÃO A NOSSA SENHORA PROTETORA DOS NASCITUROS

"Maria levantou-se e foi às pressas
para as montanhas de Judá
" (Lc 1,39).

Senhora e Mãe nossa, é com santa angústia e zelo fraterno que nos dirigimos a ti, amiga e defensora de todas as crianças, nascidas e por nascer.
Tu foste "às pressas" para santificar, por meio do teu Filho, Jesus, a uma criança que estava prestes a nascer. Cuidaste de tudo, com carinho e desvelos de Mãe.
Agora, queremos invocar-te como PROTETORA DOS NASCITUROS, muitos em perigo de serem assassinados, trucidados, antes de verem a luz do dia. É o maior escândalo, o pior crime contra a humanidade toda. O útero materno, querida Mãe, tornou-se o lugar mais inseguro e violento da terra. Tu bem o sabes e, certamente, choras como choraram as mães de Belém, na matança dos seus inocentes filhinhos (Mt 2,16-17).
Vem, depressa, em socorro de todos os NASCITUROS, levando-lhes, com teu Jesus, a certeza e a garantia de VIDA, de sobrevivência digna, de acolhida num lar afetuoso e de merecida educação. Tu o podes fazer, porque levas Jesus contigo, e porque "para Deus nada é impossível" (Lc 1,37).
Antecipadamente, ó Mãe e PROTETORA DOS NASCITUROS, te agradecemos este imenso favor: por Jesus Cristo, teu Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém!

DOM EUSÉBIO OSCAR SCHEID, SCJ,
ATUAL ARCEBISPO DO RIO DE JANEIRO
(quando compôs a oração era Arcebispo Metropolitano de Florianópolis)

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Para os sacerdotes:
Não esquecer de orar para os Ministros do Supremo durante a Santa Missa.
Não esquecer de pedir ao povo para orar por eles.
-- 
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
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Invoquemos a Divina Misericórdia

A Hora é grave. Temos no Supremo Tribunal Federal, ocupando o banco dos réus, milhares de criancinhas, congeladas em nitrogênio líquido. Há juízes propensos a condená-las à morte "para o bem da humanidade". Se isso ocorrer, teremos não apenas um massacre (como o dos meninos de Belém e arredores), mas uma legitimação de qualquer atentado contra a vida humana, incluindo o aborto e a eutanásia.
O julgamento da ADI 3510 poderá marcar o início de uma vergonhosa era para o Brasil, como aquela que começou em 1973 nos Estados Unidos, quando os juízes declararam que a criança por nascer não era pessoa.

Hoje é o dia em que Jesus morreu por nós, o dia em que as portas do Céu se abriram para derramar misericórdia.

Pensemos no perígo gravíssimo que ameaça a nação brasileira e façamos a Novena da Misericórdia (que vai da Sexta-feira Santa ao 2º Domingo de Páscoa).

A novena não tem hora pré-determinada, mas uma boa sugestão é orar às três horas da tarde, "a hora da misericórdia".

Juntamente coma novena, podemos, a cada dia recitar o "Terço da Divina Misericórdia" tal como foi ensinado por Jesus a Santa Faustina.

No 2º Domingo da Páscoa (chamado pela Igreja Domingo da Divina Misericórdia), cada fiel pode lucrar indulgência plenária. As condições são:
1º) participar de práticas de piedade em horna da Divina Misericórdia ou pelo menos recitar, na presença do Santíssimo Sacramento, o Pai Nosso, o Credo e alguma invocação piedosa ao Senhor Jesus Misericordioso (por exemplo: "ó Jesus misericordioso, eu confio em vós");
2º) a prática acima deve ser feita em uma igreja ou oratório;
3º) o fiel deve estar com o espírito desapegado da afeição a qualquer pecado, mesmo venial;
4º) deve-se receber (em estado de graça, é claro) Jesus na Santíssima Eucaristia (Comunhão Eucarística);
5º) deves-se rezar uma oração nas intenções do Santo Padre o Papa (por exemplo, um Pai Nosso e uma Ave Maria);
6º) deve-se fazer uma confissão sacramental dos pecados. Tal confissão pode ser feita no mesmo dia da Divina Misericórdia. Mas também ser feita alguns dias antes ou depois (a Igreja não especifica o número exato de dias - ver Enchiridium Indulgentiarum, n. 23).

Novena da Divina Misericórdia:

"Em cada dia da novena, conduzirás ao Meu Coração um grupo diferente de almas, e as mergulharás no oceano da minha Misericórdia. Eu conduzirei todas as almas à casa do meu Pai... Por minha parte, nada negarei a nenhuma daquelas almas que tu conduzirás à fonte da minha Misericórdia. Cada dia pedirás a meu Pai, pela minha amarga Paixão, graças para essas almas."

 



Terço da Divina Misericórdia

Pai-Nosso...

Ave-Maria...

Creio...

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Nas contas do Pai-Nosso, reza-se:

Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e Sangue, Alma e Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e dos do mundo inteiro.

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Nas contas das Ave-Marias, reza-se:

Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro. (10 vezes)

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Ao final do terço, reza-se 3 vezes:

Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro.

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Este terço foi ensinado durante uma visão que Irmã Faustina teve em 13 de setembro de 1935:  "Eu vi um anjo, o executor da cólera de Deus... a ponto de atingir a terra ... Eu comecei a implorar intensamente a Deus pelo mundo, com palavras que ouvia interiormente. À medida em que assim rezava, vi que o anjo ficava desamparado, e não mais podia executar a justa punição..."

No dia seguinte, uma voz interior lhe ensinou essa oração nas contas do rosário.

Mais tarde, Jesus disse a Irmã Faustina:

"Pela recitação desse Terço agrada-me dar tudo que Me pedem. Quando o recitarem os pecadores empedernidos, encherei suas almas de paz, e a hora da morte deles será feliz. Escreve isto para as almas atribuladas: Quando a alma vê e reconhece a gravidade dos seus pecados, quando se desvenda diante dos seus olhos todo o abismo da miséria em que mergulhou, que não desespere, mas se lance com confiança nos braços da minha Misericórdia, como uma criança nos braços da mãe querida. Estas almas têm sobre meu Coração misericordioso um direito de precedência. Dize que nenhuma alma que tenha recorrido a minha Misericórdia se decepcionou nem experimentou vexame..."

"....Quando rezarem este Terço junto aos agonizantes, Eu me colocarei entre o Pai e a alma agonizante, não como justo Juiz, mas como Salvador misericordioso".
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz



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