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| Ano: IV Edição: Mensal N°: LIII Mês: Março de 2008. | |||||
| Informativo Oficial da Congregação Monástica de Santa Cecilia | |||||
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Kronika em Sol maior: Espórtula da Missa
Uma
invasão do progressismo ideológico nos anos 70 e 80 em
diante acabou com as
espórtulas. Grupos Católicos de avançada passaram
por cima de uma velha
tradição da Igreja e da bíblia e começaram
a pedir intenções de Missas sem dar
nada de oferta. Houve um Bispo X que terminou com as espórtulas
e outras taxas,
mas quase fundiu a Diocese e teve de sair “a toque de caixa” e com ele
todo o
seu Clero. Com isto mal acostumaram o povo e hoje é comum
pedirem uma Missa e
ficarem com a mesma cara. Não esqueçam que o
Apóstolo Paulo fala claro que o
Sacerdote vive do Altar e no Livro dos Macabeus Judas o Macabeu fez uma
coleta entre o povo para mandar celebrar
um Sufrágio pelos falecidos no campo de batalha. Significa que
sempre houve o
costume de dar dinheiro para o celebrante do Sacrifício.
Será que alguém ainda pensa
que os Padres vivem do ar? Teríamos um novo tipo de Sacerdotes
os “Presbíteros
Eólicos”.Celebrar a Missa não é apenas um ato de
piedade pessoal do Padre mas é
também um trabalho com o qual ele deve viver, se alimentar e se
manter. Não é
certo o Padre andar comendo de casa em casa por não ter comida
na Casa
paroquial. O progressismo católico
fez
um grande mal neste sentido erradicando a mentalidade popular da
doação
sacrifical que torna, quem encomenda o ato, um participante imediato do
Sacrifício Sacerdotal.Ao dar a espórtula o fiel une seu
trabalho com o qual
adquiriu o valor, ao Sacrifício do Altar. Não é de
estranhar que hoje em dia em
vários lugares, principalmente no Sul do Brasil as igrejas e
paróquias estejam
navegando com uma vara redonda em lugar do remo. Todas estão
“apanhando uma
surra” para sobreviverem. Ninguém mais ajuda a Igreja. Em
conseqüência disso
Padres empobrecidos e graduados com duas faculdades, não
resistem a tentação e
vão dar aulas nas Universidades, em detrimento da Pastoral. Por
isso há um mau
atendimento, ainda que não generalizado, em muitas
paróquias e Dioceses
justamente pela falta de tempo disponível para o povo por parte
desses
Ministros do Altar. Não creiamos nos Padres Eólicos, pois
eles não existem.
Devemos sim abrir não só o coração, mas
também o bolso para ajudar aos Padres
da Igreja Católica. Construir as Igrejas é dever do povo
e não do Papa como
pensam muitos. Construir os Mosteiros e Conventos é uma
prestação de serviço a
Deus e um dever do povo que se intitula cristão. A miudagem ou
sovinagem não
salva a alma de ninguém, muito pelo contrário a
põe a perder. Ter dinheiro e
guardar rigorosamente sem ajudar as Obras Religiosas é no
mínimo prender-se ao
material e as vans ilusões do poder econômico. Salva a
tua alma, abrindo a mão para os pobres e para os templos de tua
crença.
Dinheiro não se leva no caixão. Pobres entramos no mundo
e pobres devemos sair
dele.De mãos vazias vimos a luz do dia e de mãos vazias
devemos ver a luz de
Deus. Não
sejas tu “pão duro” abre tua mão e teu
coração e desfrutarás a alegria de doar
e repartir. Não
esqueça que podemos pedir orações aos nossos
Sacerdotes e Religiosos, mas
encomendar a celebração de um Sacrifício do Altar
sem dar nada em troca é uma
grande ignorância dos princípios da mística
cristã. Ignorância igualmente de fé
e falta de cultura religiosa além de grande falta de
generosidade, que se
traduz em falta de amor. Muitos brasileiros têm dinheiro grosso
para fazer feitiços
e males com alta magia e prejudicar desafetos e quando se trata de
coisas da
Igreja querem tudo gratuitamente e pelo menor preço
possível. O feiticeiro pode
cobrar caro o Padre não tem direito de pedir nada para
ninguém. Vejam que mal!
Percebam até onde fomos parar! Por: Alphonsus de |
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